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Música

Qual o café mais forte? O curto ou o cheio?

Quantos debates já tiveram à volta da questão: qual o café mais forte? O curto ou o cheio?

Aqui está a resposta (supostamente, pela Delta Cafés):

Bica "curta"
Volume total - ± 25 cc
Conteúdo de cafeína 87,0 mg

Bica "normal"
Volume total - ± 35 cc
Conteúdo de cafeína 94,5 mg

Bica "cheia"
Volume total - ± 45 cc
Conteúdo de cafeína 98,1 mg



Sendo assim, podemos concluir que um café espresso (vulgar "bica"),resulta da pressão a que a água atravessa as partículas de café moído e da consequente emulsão que essa pressão origina, das substâncias
gordas do café -os óleos aromáticos e os colóides, o que caracteriza e distingue esta bebida das restantes pela sua densidade, creme, corpo e sabor persistenye na boca.

Reconhece-se um bom espresso pela cor e textura do creme à superfície,o qual deverá ser levemente acastanhado (cor avelã) e com ligeiras nuances mais escuras no centro e sem "Bolhas". A sua espessura deverá
ser de 3 a 4 mm e consegue-se analisar essa espessura se ao deitarmos açúcar na bebida, o creme consiga sustentar durante poucos segundos essa quantidade de açúcar, indo-se depositando no fundo da chávena de
forma gradual.

Trabalhos e Publicações

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Memórias…

Confesso que tenho saudades, muitas, de tocar isto:

E, já agora, de cantar isto, com o Lino Gaspar:

e sobretudo isto, que ainda vou cantando, cá em casa, sob os protestos generalizados da família e os uivos lancinantes do cão:

Memory

Kitsch?

Fantástico!

Secret Garden, Nocturne

O sentido da vida

Que mais se pode esperar da vida depois disto? Após escrever uma coisa destas, que razões existem para continuar a viver? Nada mais é necessário. Todo o sentido da vida está aqui, condensado em 7 minutos. Depois de se escrever isto, qualquer um tem direito a ser chamado à eternidade.

Se não funcionar, clique aqui:

Kachaturian, Adagio, Spartacus

Dança dos escravos persas

Mussorgsky. Imperdível!

O Mestre

Emir Kusturica e a No Smoking Orchestra

A música frenética e torrencial da No Smoking Orchestra, banda que mistura o punk rock com as várias músicas tradicionais dos Balcãs, regressa a Portugal para dois concertos nos coliseus do Porto e Lisboa, nos próximos dias 25 e 26, respectivamente.

Conhecida pela intensidade cénica dos seus concertos, dominados pela energia explosiva e aparentemente inesgotável do vocalista/compositor Nenad Jankovic (mais conhecido pelo seu nome artístico de Dr. Nelle Karajlic), que já não é nenhum teenager, a banda já actuou em Portugal em várias oportunidades.

Desta vez, o grupo vem apresentar o seu novo disco, intitulado “Time of the Gipsies” (Tempo dos Ciganos), definido pela própria banda como “uma ópera punk”.

Este espectáculo é constituído por 14 temas originais em que o grupo deambula pelas diversas influências que caracterizam a música da banda, que incluem rock, música cigana, folclórica, reggae, jazz e o que mais aparecer pela frente ao Dr. Nelle Karajlic, a Emir Kusturica – galardoado cineasta e guitarrista da banda – e seus comparsas de aventura musical.

A banda foi formada em 1980, em pleno movimento punk/new wave, em Belgrado, pelo Dr. Nelle Karajlic, tendo-se destacado imediatamente pelas suas letras satíricas, muito agressivas relativamente ao poder político da época.

Esta fórmula valeu ao grupo um enorme êxito e garantiu-lhe um estatuto de super-estrelas na ex-Jugoslávia, vendendo centenas de milhar de discos e esgotando concertos em grandes espaços.

Esta agressividade, inédita na então Jugoslávia pós-Tito, mas ainda comunista, fez descer sobre a popular banda a mão pesada da censura, o que levou à saída de alguns elementos em 1984.

Foi nessa altura que entrou para o grupo Emir Kusturica, já então um conhecido realizador de cinema, para substituir o baixista.

Desde então Kusturica, apesar do grande êxito internacional que tem obtido como cineasta – repetidamente premiado nos festivais de Berlim, Veneza, Cannes e muitos outros – tem mantido uma carreira paralela como músico da No Smoking Orchestra, cuja música tem utilizado como banda sonora dos seus filmes.

A notoriedade internacional de Emir Kusturica levou a que em 1998, a banda tivesse mudado o seu nome para Emir Kusturica and the No Smoking Orchestra, tendo entretanto o realizador trocado o baixo pela guitarra eléctrica.

Lusa/SOL

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