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detritus toxicus

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Detritos Tóxicos

Richard Addinsell,Warsaw Concerto

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Conan Osíris, o fenómeno

Não sou musicólogo, mas fui estudante de Música. Fiz o 1.º ano do então curso superior de música, na variante de clarinete; concluí o 6.º ano de Formação Musical (hoje 8.º grau) e as restantes disciplinas, excepto Análise e Composição, primeiro por ausência de professor (2 meses de aulas em todo o ano letivo) e mais tarde por incompatibilidade de horário (já eu era estudante de licenciatura). Não me considero, portanto, um analfabeto musical.
Tenho todas as reservas em relação a Conan Osíris, assumindo que sou, talvez, bastante conservador: a minha formação foi sobretudo na área da música erudita e, confesso, as minhas preferências musicais são claramente orientadas para os compositores nacionalistas ou os românticos tardios, como Sibelius, Grieg, Katchaturian, Mussorgsky, Prokofiev, Rachmanninnof, etc. Não tenho nenhum outro estilo pelo qual nutra especial preferência, ouvindo um pouco de tudo, desde Dire Straits a Meredith Monk, de John Willliams a Portishead, de Arturo Márquez a Yann Tiersen, de Gershwin e Ernst Gold a Massive Attack e Fionna Apple. Praticamente não ouço música mais “comercial”; e sim, sei que tenho gostos musicais estranhíssimos. Só não ouço fado, que detesto, abrindo apenas uma (única!) exceção para a versão de “Mistérios do fado” dos Ala dos Namorados. Serve esta longa introdução para contextualizar o que pretendo dizer.

Nada me move contra Conan Osíris. Em nada me incomodam os padrões de gosto das outras pessoas. Mas o meu problema com CO é este:

1. Não encontro ali uma linha melódica. Mais depressa a encontro em “Quarteto para helicópteros” de Stockhausen ou no “Marteau sans maître” de Boulez. A melodia que existe, chamemos-lhe assim, é infantil, com 3 ou 4 notas que se repetem ad nauseum. É pobre, muito pobre.
2. Não encontro ali um esforço de estabelecer uma harmonia, “fazer um arranjo”: basicamente, há um instrumento “solista”, que introduz uma “melodia”, e uma percussão a acompanhar. Não lhe consigo identificar acordes, nem uma tónica, nada. E sim, não desconheço a música atonal.
3. A linha rítmica consiste, sejamos sinceros, num conjunto de samples retirados de um programa informático. São simples, básicos, sem nada de especial.
4. O rapaz canta mal. Aliás, não canta: emite sons. Nota-se que “não tem escola”: os sons são guturais. E tem aquele péssimo costume, muito português, que é o de tentar fazer vibratos e portamentos, ao jeito fadista, trejeito horrível que se confunde facilmente com o balir das cabras (sem ofensa: não quero que as cabras, que são animais admiráveis, se sintam ofendidas). Eu também canto mal: quando tentava arranhar o barítono de Es ist ein ros’entsprungen, o cão e os gatos fugiam para a varanda. Isso foi um sinal que me fez repensar os meus dotes vocais.
5. Por fim, ressalvo o meu conservadorismo num último aspecto: tenho muitas dificuldades em chamar “músico” a quem nem sequer sabe o que é um sustenido (foi ele que o afirmou), alguém que se senta em frente a um pc, junta uns samples, e no final exclama “Eureka!, sou compositor!” Talvez a música de hoje passe muito por aí — pela produção computorizada, e nem precisamos de repescar Xenakis ou Vangelis, Hindemith ou Milhaud, mas *isto*, esta produção de CO está a anos-luz de ter alguma referência conceptual de base.

Não teço considerações sobre a letra nem sobre a dança, que disso não entendo rigorosamente nada, embora não possa deixar de salientar aquele verso imortal, logo a abrir: “Eu parti o telemóvel” e, mais à frente, essa terna sensibilidade estética do verso “A chibaria nunca viu nascer ninguém”. Adiante.

Não entendo, pois, este fenómeno Osíris. Talvez tenha de me render às evidências e considerar que a música, hoje, é muito mais que uma “arte de exprimir sentimentos e impressões por meio de sons”, como se afirmava na Teoria de Artur Fão, e seja, isso sim, uma arte performativa na qual os fogos de artifício, os macacos dançantes, as galinhas cacarejantes e os adereços sejam, afinal, tão ou mais importantes que o som. Foi exatamente isso que disse Salvador Sobral, em 2017, e não estava errado. Ou estava?

Futebol na internet

Vários sites:

 

http://www.sport365.live/en/

http://www.btvsports.co/

https://www.malavida.com/br/soft/mobdro/#gref

Para acabar de vez com a Cultura

Miguel Guedes, in https://www.jn.pt/opiniao/miguel-guedes/interior/para-acabar-de-vez-com-a-cultura-9232450.html

A Cultura, essa coisa das artes num país miseravelmente assimétrico. Tantas vezes encarada como o reflexo menor do pão para a boca, como algo que se alimenta por autojustificação contorcionista a fazer caminho directo dos olhos para o umbigo. Com a sua barriguinha nova-rica e macrocéfala, o centralismo continua a olhar para a Cultura como o parente pobre das dotações, sem cuidar da criação em diversidade, da autoria e da interpretação porque do respeito só sabem da écharpe, sempre o seu pano de fundo para o jugo saloio que intimamente acha que o território só permite a coesão à medida da dimensão da metrópole onde mora ou que tem por vizinha. Até na Cultura, para essas almas uma espécie de segunda vida para um bem de segunda espécie, partimos o país em tranches ceifadas à distância. Sem proximidade ou conhecimento da realidade, com a displicência e a arrogância do costume. Às vezes com sensação de gozo. Pela incompetência, desinvestimento e incompreensão que o poder político veta os seus agentes culturais se percebe a dimensão do desprezo do país pelo seu futuro e identidade.

O reforço orçamental já anunciado pelo Ministério da Cultura é insuficiente. É insustentável não recuperar os valores de financiamento de 2009. Os critérios de avaliação de quem decide à distância têm de mudar. A Cultura não pode continuar a ser uma arma de reforço da falta de coesão territorial (vejam-se as enormes disparidades regionais nos apoios ao Teatro, à Música ou às Artes Visuais, onde a Área Metropolitana de Lisboa continua a receber assustadora e incompreensivelmente mais per capita). Financiamento zero no Porto para o TEP, FIMP, FITEI, Seiva Trupe, entre tantos outros. Em Évora, Coimbra, Setúbal… Tudo fora dos prazos e do tempo. Figuremos mandrágoras na Ponte das Barcas. O debate no Rivoli em boa hora convocado por Rui Moreira, fruto da insatisfação que grassa unanimemente no país, abre uma porta de louvor à arte que nenhum artista pode trair ou deixar amolecer. Mesmo que a arte seja já a seguir, é tempo agora de exigir o óbvio.

No livro de Woody Allen, título destas linhas, somos confrontados com a Morte em personagem que, indo ao encontro da sua próxima vítima, se depara com um jogador exímio em lhe ganhar mais uns dias de vida. Quando a dotação orçamental à Cultura resultante do Programa de Apoio Sustentado 2018-2021 da Direcção-Geral das Artes está infectada pela crónica insuficiência de verbas e por critérios decisórios absurdos – que só têm a enorme virtude de tornar evidente a sua brutal incapacidade -, pergunto-me se caberá aos artistas portugueses negociar mais umas verbas, cenouras maiores num simulacro de redistribuição ou partir, desde já, para outro patamar de exigência e justiça que, de uma vez por todas, deixe de negociar dias com a Morte.

O autor escreve segundo a antiga ortografia

* MÚSICO E JURISTA

O abismo sem fundo da nova selva

O que surpreende é a prolongada cegueira em que Estados e cidadãos têm vivido sobre o que talvez constitua a mais grave ameaça aos direitos civis desde o advento da Internet.

Fonte: https://www.publico.pt/2018/03/25/mundo/opiniao/o-abismo-sem-fundo-da-nova-selva-1807964

Permitam-me uma autocitação do que aqui escrevi em 17 de Agosto passado: “Não frequento as redes sociais por uma questão de liberdade individual e higiene mental face aos vírus propagados através dessas redes: a histeria comunicacional, as fake news, os abusos do anonimato e da identidade alheia, os insultos pessoais, os delírios ideológicos ou propagandísticos. Mas não contesto nem a sua existência — seria um absurdo! — nem o direito à sua utilização responsável, embora se trate de um universo onde predomina a lei da selva e para o qual só agora começa a colocar-se a necessidade de normas e regulação básicas.”

Sete meses depois, o escândalo da piratagem feita pela empresa Cambridge Analytica aos dados pessoais de dezenas de milhões de utilizadores do Facebook para efeitos de manipulação da campanha presidencial americana e, também, da campanha do “Brexit” no Reino Unido, não tem, afinal, nada de surpreendente. O que surpreende, sim, é a prolongada cegueira e o estado de negação em que Estados e cidadãos têm vivido sobre o que talvez constitua a mais grave ameaça aos direitos civis, leis e regulamentos internacionais (incluindo ao nível fiscal), desde o advento da Internet e a revolução que provocou em todo o mundo. Porque é que isso aconteceu — e pôde continuar a acontecer, já depois de não restarem quaisquer dúvidas sobre a natureza e dimensão dessa ameaça — é aquilo que deveria preocupar-nos e assustar-nos a todos. Mas permitam-me algum cepticismo sobre a capacidade e a vontade real das instituições e indivíduos que prezam a liberdade e os valores civilizacionais da democracia poderem desmontar, com a rapidez e eficácia indispensáveis, as engrenagens diabólicas que nos vêm tornando reféns das novas distopias e vírus totalitários que se expandem à escala global. Não é por acaso, aliás, que a democracia é um valor em queda acentuada através de um mundo cada vez mais povoado de Trumps, Putines, Jinpings, Erdogans e tantos aprendizes de feiticeiro autoritário-populistas.

Temos assistido nos últimos dias, depois das revelações sobre o caso da Cambridge Analytica, a uma sucessão de episódios em que múltiplas instâncias internacionais, dos Estados Unidos à Europa, se movimentaram para exigir a retractação dos culpados pelo que aconteceu, incluindo o jovem génio criador do Facebook, Mark Zuckerberg, cuja empresa foi fustigada por uma queda acentuada nas bolsas. E não faltou sequer um movimento de rebeldia de muitos utilizadores abandonando a inscrição na rede e antigos funcionários — também da Analytica — denunciando práticas tardiamente descobertas. Entretanto, fiel a uma postura já clássica e depois de um prolongado silêncio, Zuckerberg apareceu a penitenciar-se do escândalo e prometer corrigir o erro (um velho hábito seu) mas sem questionar o essencial: o modelo de negócio que faculta aos anunciantes sem escrúpulos os dados pessoais dos utilizadores da rede para fins inconfessáveis (embora finalmente revelados) e permite aos jovens empreendedores de Silicon Valley tornarem-se multimilionários da noite para o dia, na vanguarda da lista da Forbes (Zuckerberg é, para já, o quinto). O gangsterismo cibernético é apenas uma versão hiper-sofisticada mas por isso muito mais letal do que o gangsterismo mafioso tradicional.

O Facebook não vota por nós nas eleições, é certo, mas pode ser cúmplice da manipulação que vicia os resultados eleitorais — e, nessa medida, substitui-se à vontade livre e soberana dos cidadãos. Quando o génio, Zuckerberg ou outro, escapa da lâmpada, é muito difícil (senão quase impossível) fazê-lo regressar. Pelo menos, num mundo que se instalou no deslumbramento e na impotência face a essa nova genialidade empresarial e às ferramentas mágicas que ela criou — e das quais se tornou refém. O abismo da nova selva não tem fundo.

Para quê tirar um curso superior?

Fonte: http://observador.pt/opiniao/para-que-tirar-um-curso-superior/

 

Apenas metade do impacto do ensino superior no bem-estar resulta directamente do aumento do rendimento. A outra metade vem de factores como a saúde, a confiança interpessoal e a percepção de segurança

 

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Passos Coelho não é racista, o seu preconceito é outro

http://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/pedro-tadeu/interior/passos-coelho-nao-e-racista-o-seu-preconceito-e-outro-8706053.html

 

Pedro Passos Coelho disse num comício do seu partido que Portugal não é lugar para “qualquer um viver”. Não, não vou acusá-lo de ser racista ou de ter um discurso xenófobo, apesar de a frase ter sido dita num contexto de crítica a uma nova lei sobre imigração e, por isso, poder soar a um insulto contra estrangeiros. Essas acusações contra Passos são bem capazes de ser injustas (ou pelo menos eu quero crer que sim) e a minha pergunta, neste momento, é outra: para além dos portugueses que já vivem em Portugal (presumo que o líder do PSD não pense em excluir algum, independentemente da ascendência, sexo, raça, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual), quem são as outras pessoas que Passos Coelho acha que têm direito a viver no nosso país?

Temos uma resposta nuns novos imigrantes criados pelo seu governo, pelo executivo do seu partido coligado com o CDS: os imigrantes beneficiários dos chamados vistos gold, pessoas que investem pelo menos meio milhão de euros a comprar uma casa (mesmo que ela valha, na realidade, metade desse valor) ou transfiram para o país pelo menos um milhão de euros (mesmo que não se conheça claramente a origem desse dinheiro), criando com esse investimento um mínimo de dez postos de trabalho (cuja qualidade e perenidade não é, sejamos francos, seriamente avaliada).

Este sistema já criou processos judiciais, ainda em curso, com antigos governantes e autoridades nacionais, em vários níveis de responsabilidade, a serem suspeitos de corrupção por concessão, fora da lei, dessas licenças de imigração.

A probabilidade, entretanto, de vários dos quase (estimo com base nas notícias de jornais) dez mil licenciados com uma autorização de residência em Portugal e de circulação livre pela União Europeia terem comprado, graças àquela lei, esses direitos para praticarem crimes é quase inevitável. As possibilidades são imensas e vão desde o óbvio “lavar” de dinheiro “sujo” até ao acesso a um área gigantesca, sem fronteiras e com dinheiro, para traficar, com maior facilidade, todo o género de coisas ilegais, dando espaço para o crime sofisticado e organizado (e até, eventualmente, cúmplice do terrorismo) explorar um novo filão.

Dir-se-á que não há medida de abertura à imigração que não traga o perigo da criminalidade, que os justos não devem pagar pelos pecadores e que os benefícios para o país de medidas como a dos vistos gold ultrapassam largamente os prejuízos que estes “efeitos colaterais” que descrevo possam trazer… Sou capaz de estar de acordo com tudo isso mas, se olhar para o que Passos Coelho disse no Pontal, no último fim de semana, o criador, com Paulo Portas, da lei dos vistos gold em Portugal não pode subscrever essas teses. Porquê?…

Vamos ler o que ele disse: “Porque é que não discutem na sociedade portuguesa as implicações que para a segurança do país a médio e longo prazo isso pode trazer? Da mesma maneira pergunto: o que é que vai acontecer ao país seguro que temos sido se esta nova forma de ver, a possibilidade de qualquer um residir em Portugal, se mantiver?”

Na altura da entrada em vigor da lei dos vistos gold, no início de 2013, não faltou gente a alertar Passos Coelho para o problema de criminalidade que este tipo de imigração certamente atrairia: além de muitos políticos, vários colunistas escreveram sobre o assunto. Pois nessa altura o então primeiro-ministro não quis “discutir na sociedade portuguesa as implicações que para a segurança do país a médio e longo prazo isso pode trazer?”. E muito menos se perguntou sobre o que pode acontecer ao nosso “país seguro”.

Passos Coelho não esteve preocupado com os criminosos que viriam viver para Portugal quando aprovou a lei dos vistos gold. Agora diz estar em causa a segurança do país com as novas regras para a imigração. Na primeira lei ignorou os efeitos colaterais. Na segunda lei só vê efeitos colaterais.

Se o que diferencia os imigrantes dos vistos gold dos imigrantes da nova lei da imigração, que transpõe uma diretiva comunitária, não é a raça ou local de origem (vêm, em ambos os casos, pessoas de todo o lado) nem o serem ou não criminosos (como já se viu), o que é que leva Passos Coelho a aceitar facilmente os primeiros e a ter receio do que possa acontecer com os segundos?

Para Passos Coelho a diferença entre a lei dos vistos gold e a nova lei da imigração, como é óbvio, não é a raça, é o dinheiro.

O líder do PSD não se importou de liberalizar a imigração de ricos, mesmo se isso facilitasse a vida a alguns criminosos, mas a imigração de pobres é coisa que o aborrece, e aí a questão da segurança já lhe serve de pretexto para a tentar impedir. Isto não é mesmo racismo nem é xenofobia, isto é preconceito contra os pobres.

Astor Piazzolla – Libertango

Viral Photo Confirms Nutella Is Really Bad, But We Have a Healthy Solution

http://www.health.com/food/nutella-ingredients?xid=socialflow_facebook_health

No matter how much we hope and pray that Nutella has some hidden health benefit, the reality is, the delicious chocolate-hazelnut spread is simply not that great for us (sigh). Now a new viral photo has made that fact inescapably clear.

Reddit user MrFlow posted the image below with the caption “What Nutella is actually made of.” It shows Nutella’s top five ingredients layered in the jar.

Sugar takes up nearly half(!) the container. Palm oil, which is high in saturated fat, is the second most abundant ingredient. Skim milk powder, cocoa, and hazelnuts fill up the rest of the jar. (Missing are the emulsifier lecithin and the artificial flavor vanillin.)

We know this image is unverified, but it’s likely not far from the truth. There’s no question the spread is loaded with sugar and fat. And the striking visual is a good reminder to enjoy the beloved treat in moderation.

To satisfy your Nutella cravings, try whipping up our yummy Nutella alternative instead: The recipe calls for one avocado, raw cacao powder, maple syrup, vanilla extract, a pinch of salt—and that’s it. See how it’s made in the video below.

//players.brightcove.net/1125866826/default_default/index.html?videoId=5367080652001

You can smear this low-sugar spread on toast or apple slices; or use it as the filling in whoopie pies or s’mores. With nutritious, fiber-rich avocado as the main ingredient, the fudgy frosting is a treat you can feel good about.

http://www.health.com/food/nutella-ingredients?xid=socialflow_facebook_health

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