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Cyberbullying

Comete suicídio em frente à familia devido a bullying – Mundo – Correio da Manhã

A família de Brandy Vela tem sido acompanhada diariamente por psicólogos e pode nunca recuperar da experiência traumática. A jovem, de 18 anos, natural da cidade do Texas, nos EUA, cometeu suicídio em frente à família, após meses e meses de sofrimento com bullying nas redes sociais.Esta terça-feira, Brandy Vela chegou ao seu limite psicológico e enviou um email de despedida aos pais e avós. Explicou que estava pronta a morrer. Imediatamente os familiares correram para casa e encontraram a jovem com uma pistola apontada ao peito.O pai de Brandy, Raul Vela, contou ao canal KHOU os últimos momentos da filha e não conteve as lágrimas. “Tentámos demovê-la, pedimos-lhe para baixar a arma  mas ela estava determinada. Disse que já tinha ido demasiado longe para voltar atrás. Foi horrível ter que viver aquilo, foi um pesadelo. É muito difícil quando a tua filha te diz ‘vira-te de costas’. Senti-me incapaz.Raul Vela contou o que levou a filha a fazer um ato tão deseperado. A jovem confidenciava-lhe regularmente que era vítima de bullying. Os colegas chamavam-lhe gorda e gozavam com o peso de Grandy e, há cerca de seis meses, criaram contas falsas nas redes sociais em que se faziam passar por ela.”Chegaram a criar uma conta em que dizia que ela oferecia sexo. Foi muito assediada por causa disso”, conta entre soluços o pai de Brandy.”Apesar de ter sido feita queixa na polícia, as autoridades nada fizeram porque os suspeitos usaram uma aplicação que não permitia que fossem identificados”, conta a irmã de Grandy, Jackie Vera à CNN.Na última mensagem que enviou à irmã, logo depois de ter enviado o email aos outros familiares, pode ler-se: “Amo-te tanto. Lembra-te sempre disso. Peço desculpa por tudo”.A polícia do Texas está a investigar a morte de Brandy Vera e dos suspeitos do crime de ciber bullying.

Fonte: Comete suicídio em frente à familia devido a bullying – Mundo – Correio da Manhã

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Condenado em 10 mil euros por vídeo sexual

O caso de um vídeo sexual de um casal de namorados que foi parar à Internet transformou-se numa batalha judicial.A mulher fez queixa contra o ex-parceiro, acusando-o de ter divulgado as imagens. Ao fim de quatro anos, com decisões distintas por parte de três tribunais, o homem foi condenado, este mês, pelo Supremo Tribunal de Justiça, a pagar uma indemnização de 10 mil euros à ex-namorada, por danos não patrimoniais.

Fonte: Condenado em 10 mil euros por vídeo sexual

A nudez da Joana na Internet e nos tribunais portugueses – PÚBLICO

A guarda de imagens íntimas de terceiros é uma enorme responsabilidade25 de Novembro de 2016, 3:12 Partilhar notíciaPartilhar no FacebookPartilhar no TwitterA Joana e o Miguel tiveram uma relação sentimental muito intensa e, em determinada altura dessa relação, o Miguel filmou a Joana, com o consentimento desta, numa cena íntima entre ambos. O filme, em suporte vídeo e com a duração de dez minutos, ficou guardado no computador do Miguel e destinava-se, naturalmente, a ser exclusivamente usado na intimidade do casal, e só por isso a Joana aceitara ser filmada. Tempos depois de finda a relação, o filme surgiu, acessível a toda a gente, na Internet, nele se reconhecendo, claramente e em grandes planos, a Joana.Foi um enorme drama para a Joana: vivia num meio pequeno, amigos, conhecidos e familiares visualizaram as imagens e a Joana teve de passar a viver com insinuações trocistas e jocosas, sendo confrontada com o escárnio e o menosprezo daqueles que tinham visto o filme.Joana recorreu aos tribunais. Alegando que fora o Miguel que colocara o filme no espaço virtual,  pedindo que fosse condenado a retirar o filme da Internet – onde lhe fosse possível – e a pagar-lhe uma indemnização de € 20.000 pelos danos morais. Não conseguiu provar que tinha sido o Miguel a colocar o filme na Internet, mas o tribunal de 1.ª instância, mesmo assim, responsabilizou o Miguel, condenando-o a pagar as despesas que a Joana tiveram com o processo e uma indemnização de € 10.000. Embora aceitasse não ter sido o Miguel quem disponibilizara o filme na Internet, considerou o tribunal que a sua conduta – omissão dos deveres de segurança, guarda e segurança dos dados pessoais sensíveis da Joana que tinha em seu poder – geravam uma obrigação de indemnizar, na medida em que, por acordo entre Joana e Miguel, este realizara o filme em causa e o guardara no seu computador, sendo que tal filme se destinava a ser exclusivamente usado na intimidade do casal e só por isso a Joana tinha consentido em ser filmada. O Miguel quebrara esse acordo ao deixar, voluntária ou involuntariamente, que as imagens em causa tivessem ido parar à Internet e, por isso, devia indemnizar a Joana.O Miguel recorreu para o Tribunal da Relação de Lisboa, que o absolveu por considerar que, não tendo a Joana feito prova de que fora o Miguel a divulgar o filme, nem mesmo que a única cópia existente seria a que estava no seu computador, não havia quebra de qualquer acordo ou dever, nem direito a qualquer indemnização.Recorreu a Joana para o Supremo Tribunal de Justiça, que considerou que a responsabilização ou não do Miguel dependia de se apurarem mais factos e mandou o processo voltar ao tribunal de 1.ª instância para aí se saber se, como alegara o Miguel para se desresponsabilizar, a Joana também tinha uma cópia do filme e se era prática o casal permitir que amigos passassem temporadas na sua casa e utilizassem livremente os seus computadores.Mas nenhuma destas afirmações do Miguel ficou provada e o tribunal de 1.ª instância voltou, assim, a condenar o Miguel, que recorreu, de novo, para a Relação de Lisboa, que, por sua vez, voltou a absolver o Miguel; explicaram os juízes desembargadores que, embora a situação vivida pela Joana justificasse uma total solidariedade e o mais vivo dos repúdios, nem por isso se poderia entrar na chamada “jurisprudência do sentimento”, não podendo o tribunal proceder a uma “imputação arbitrária de culpas (ao Miguel) como forma de alijar o sofrimento (da Joana)”. A Joana consentira na gravação e na guarda do filme no computador do Miguel e não podia agora culpabilizar o Miguel pelo que sucedera.O melhor do Público no emailSubscreva gratuitamente as newsletters e receba o melhor da actualidade e os trabalhos mais profundos do Público.Subscrever×Não desistiu a Joana e recorreu para o Supremo, onde os juízes-conselheiros Oliveira Vasconcelos, Fernando da Conceição Bento e João Trindade, no passado dia 3, decidiram condenar de novo o Miguel, uma vez que  não se tinham provado os factos que o Miguel alegara para afastar a sua responsabilidade e o Supremo já anteriormente tinha entendido que seria responsável pela divulgação do filme, caso não se provassem tais factos, nomeadamente a utilização do computador por terceiros.Trata-se de um processo judicial que, para além de constituir uma notável vitória para a Joana e para a defesa da privacidade em geral, é um sério aviso não só para ex-namorados vingativos, mas também para qualquer pessoa que tenha filmes privados de terceiros no seu computador.

Fonte: A nudez da Joana na Internet e nos tribunais portugueses – PÚBLICO

Movimento Contra o Discurso de Ódio

MOVIMENTO CONTRA O DISCURSO DE ÓDIO

Tem como principal objetivo o combate ao discurso de ódio e à discriminação na sua expressão online. O Discurso de Ódio engloba “todas as formas de expressão que propagam, incitam, promovem ou justificam o ódio racial, a xenofobia, a homofobia, o antissemitismo e outras formas de ódio baseadas na intolerância”.A internet dá-nos a possibilidade de criar, publicar, distribuir e consumir conteúdos fornecendo assim um espaço de completa participação, empenho e livre expressão pessoal. Com o desenvolvimento das Redes Sociais todos podemos participar no ciberespaço de formas muito diversas, desde o contato permanente com os nossos amigos e o desenvolvimento de novos contactos até à partilha de conteúdos e à exploração da nossa capacidade de nos exprimirmos. Este espaço online dá-nos novas oportunidades tais como aderir com outros a causas em que nos queremos empenhar e que nos preocupam.Mas também podemos igualmente ser vítimas e agentes de abusos e violações dos Direitos Humanos, entre as quais, o discurso de ódio em diversos formatos e o ciberbullying. O mundo online não deixa de ter valores. O discurso de ódio, como tal, não é um assunto novo na internet, nem no debate sobre direitos humanos. A sua dimensão online e o dano potencial que pode provocar em processos democráticos dá-nos novas razões para agir!OBJETIVOS DA CAMPANHASensibilizar para o discurso de ódio online e seus riscos para a democracia e promover a literacia nos meios de comunicação social e na internet;Apoiar os jovens na defesa dos direitos humanos, online e offline;Reduzir os níveis de tolerância ao discurso do ódio online;Mobilizar e formar jovens ativistas de direitos humanos para trabalhar online;Mostrar apoio e solidariedade para com pessoas e grupos alvos do discurso do ódio online;Desenvolver formas de participação da juventude e a cidadania digital.Em resumo, pretende-se combater o racismo e a discriminação na sua expressão online, como discurso de ódio, e proporcionar aos jovens e às organizações de juventude as competências necessárias para reconhecer e agir contra este tipo de violação dos Direitos Humanos.O IPDJ coordena a implementação da estratégia e ações da Campanha a nível nacional com a colaboração e participação ativa de outras entidades e das Associações Juvenis procurando dinamizar junto dos jovens e da população em geral ações de campanha.A Campanha em Portugal desenvolver-se-á online e offline, em torno de alguns momentos fortes como sejam Ações de formação de ativistas online, entre julho e outubro, Seminários temáticos (final de 2013 e 2014) e Ações de informação/divulgação para o público em geral, acompanhando ainda a dinâmica europeia através de diversas outras iniciativas relacionadas, nomeadamente, com os Dias Europeus de Ação e as temáticas específicas propostas a nível europeu.

Fonte: Movimento Contra o Discurso de Ódio

Filma namorados menores em cenas de sexo e viola a rapariga

Um homem de 34 anos, residente na localidade de Vila Meã, no concelho de Amarante, foi detido pela Polícia Judiciária do Porto pelo crime de violação, cometido contra uma menor de 16 anos.

A menor foi forçada a manter relações sexuais com o suspeito, depois de ter sido chantageada com a divulgação pública de imagens íntimas. O homem ficou em prisão preventiva.

De acordo com informações recolhidas pelo JN, o indivíduo conhecia um casal de namorados, ambos da mesma faixa etária (cerca de 16 anos). Tirando partido do facto de conhecer ao pormenor as rotinas dos dois jovens, conseguiu surpreendê-los enquanto mantinham relações sexuais, e aproveitou o momento para gravar imagens com um telemóvel.

Mais tarde, já na posse do vídeo, abordou a rapariga para concretizar a chantagem. Ou ela aceitava manter relações sexuais ou as imagens seriam divulgadas. Ao que tudo indica, a pressão da vergonha e o medo de ser exposta, por exemplo, através das redes sociais na internet, levou a adolescente a ceder, tendo sido violada pelo suspeito.

A história, no entanto, não terminou aqui: a menor encontrou coragem para denunciar o crime e o processo foi encaminhado para a brigada de luta contra os crimes sexuais da Polícia Judiciária do Porto.

Em pouco tempo, os inspetores conseguiram reunir prova suficiente para deter o indivíduo. Um juiz do tribunal de Lousada enviou-o entretanto para a cadeia de Custoias, onde ficará a aguardar acusação e julgamento em prisão preventiva.

Leia mais: Filma namorados menores em cenas de sexo e viola a rapariga http://www.jn.pt/justica/interior/filma-namorados-menores-em-cenas-de-sexo-e-viola-a-rapariga-5508568.html#ixzz4QckqI78d
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Fonte: Filma namorados menores em cenas de sexo e viola a rapariga

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