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Ciberidentidade

This Tool Can Help You Disappear from the Internet

Deseat.me will remind you of everything you can unplug.

Getty Images/iStockphoto

Between election bile, fake news, and just plain exhaustion, we may be entering a down cycle for social media. If you’re interested in downsizing your online footprint, a tool called Deseat.me could be a huge help – though it’s not quite a one-shot “unplug me” app.

It works best (and maybe only) if you use Gmail as your primary email account. Log in to Deseat.me through Google, and the service will do a deep dive into your records and pull up every social media site, mailing list, and online store you’ve ever signed up for. You can quickly tag the services you’d like to delete or unsubscribe from.

For a portion of them, Deseat.me will offer you direct links to the service’s unsubscribe page, though that functionality seems limited at this point.

But the exercise alone is edifying. Do you remember Klout? How about Hype Machine? Instapaper? I do, vaguely, because I used them all, once, years ago. But ever since those brief dalliances, my email address, and maybe more, have remained in those company’s databases. Then there are the mailing lists—oh, the endless, vaguely embarrassing mailing lists that I signed up for in exchange for some 20-page ebook on Twitter etiquette.

For more social media contrarianism, watch our video.

Now I can scrub them all. Which I probably should have done a long time ago.

But of course, some users may be looking for the real nuclear option—goodbye Facebook, goodbye Twitter, goodbye Linkedin and Instagram and Tumblr and Pinterest and Soundcloud. If so, you’re a stronger person than me, but you’ll probably end up happier for it. 

Fonte: https://flipboard.com/@flipboard/flip.it%2Fggqb2v-this-tool-can-help-you-disappear-from-t/f-8ee7efefc2%2Ffortune.com

 

 

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Condenado em 10 mil euros por vídeo sexual

O caso de um vídeo sexual de um casal de namorados que foi parar à Internet transformou-se numa batalha judicial.A mulher fez queixa contra o ex-parceiro, acusando-o de ter divulgado as imagens. Ao fim de quatro anos, com decisões distintas por parte de três tribunais, o homem foi condenado, este mês, pelo Supremo Tribunal de Justiça, a pagar uma indemnização de 10 mil euros à ex-namorada, por danos não patrimoniais.

Fonte: Condenado em 10 mil euros por vídeo sexual

Criação de perfil falso no Facebook não foi considerada crime

Foto: Dado Ruvic/REUTERS/ArquivoNELSON MORAIS

Uma mulher de Coimbra acaba de ser acusada da prática de dois crimes de gravações e fotografias ilícitas, por ter utilizado imagens de um homem e de outra mulher, sem a autorização deles, para os difamar no Facebook. Já o facto de a arguida ter criado um falso perfil, nesta rede social, com as fotografias daquele ofendido e como se a ele lhe pertencesse, não foi considerado crime.Estes factos tiveram lugar em dezembro de 2014 e foram investigados pela Diretoria do Centro da Polícia Judiciária. A arguida, hoje com 40 anos, acedeu ao Facebook e copiou pelo menos duas fotografias do homem com quem cortara relações. Depois, criou um perfil daquela rede social a que associou no perfil e capa as fotos. O apelido deste perfil era o mesmo do homem retratado e o nome próprio era diferente.Segundo a acusação do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Coimbra, a arguida enviou vários pedidos de amizade a pessoas que os aceitaram “por terem pensado que tal pedido lhes tinha sido enviado pelo ofendido”. E a seguir alterou o username do perfil para “Piça De Aço Pereira”, escreve o DIAP. Para terminar, sacou também uma foto onde aparecia outra mulher e publicou-a na mesma página de Facebook, referindo-se a essa rival em termos depreciativos.Falsidade informáticaHá jurisprudência que poderia ter levado o procurador titular do inquérito, Jorge Sabroso, a acusar também a arguida de crimes de falsidade informática. No entanto, o magistrado pôs de lado essa hipótese, subscrevendo antes as teses de autores que entendem que a lei portuguesa não prevê e, consequentemente, não sanciona quem cria e usa um endereço eletrónico ou um perfil de Facebook que pretendem parecer o de outrem.”Embora se compreendam as implicações práticas potencialmente nocivas de alguém se fazer passar por uma outra pessoa nas redes sociais (existente ou não no mundo real), o que é agravado pelo uso massificado das mesmas, entendemos que o nosso ordenamento jurídico não confere qualquer proteção à ciberidentidade neste âmbito, não existindo qualquer obrigatoriedade de haver uma correspondência entre o perfil cibernético com a personalidade real”, justifica.

Fonte: Criação de perfil falso no Facebook não foi considerada crime

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