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Mês

Julho 2016

Sobremesas sem açucar

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Risotto de cogumelos

Risotto de cogumelosPara os apreciadores de risotto, esta receita de risotto de cogumelos portobello é quase uma das mais básicas. Simples de fazer é, ao mesmo tempo, um prato requintado que se pode servir a muita gente.MÉDIA 55 MIN. 4 PESSOASPARTILHAR

Fonte: Risotto de cogumelos

 

  • Risotto de cogumelos

    Para os apreciadores de risotto, esta receita de risotto de cogumelos portobello é quase uma das mais básicas. Simples de fazer é, ao mesmo tempo, um prato requintado que se pode servir a muita gente.
    MÉDIA 55 MIN. 4 PESSOAS

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PREPARAÇÃO

  • 1. Descasque a cebola e pique-a finamente. Lave os talos de aipo e corte-os em lâminas finas. Limpe os cogumelos e corte-os grosseiramente.
  • 2. Num tacho com azeite, aloure suavemente a cebola e o aipo. Em lume brando, cozinhe cerca de 10 minutos sem deixar alourar. Acrescente o arroz.
  • 3. Deixe fritar, mexendo de vez em quando, até ficar translúcido. Regue com o vinho branco, adicione os cogumelos e cozinhe, mexendo frequentemente, até absorver o líquido.
  • 4. Ferva a água com o sal e adicione-a, a pouco e pouco, ao arroz, mexendo à medida que for sendo absorvida.
  • 5. Assim que o arroz estiver cozido, o que deve demorar cerca de 20 minutos, retire-o do lume, junte-lhe o queijo cortado em pedaços pequenos e as folhas de rúcula e envolva.
  • 6. Tempere com pimenta moída no momento e sirva sem demora.

 

 

INGREDIENTES

  • 100 g cebola
  • 4 talos de aipo
  • 350 g cogumelos portobello
  • 2 c. de sopa azeite
  • 200 g arroz para risotto
  • 1.5 dl vinho branco
  • 5 dl água
  • 1 c. de sopa sal
  • 60 g queijo brie
  • 100 g rúcula
  • qb pimenta de moinho

Sanduíche de legumes com queijo da Ilha

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Sanduíche de legumes com queijo da IlhaEsta sanduíche de legumes com queijo da ilha dá uma excelente entrada, mas a variedade de ingredientes faz dela uma boa opção também para um almoço leve. Uma receita muito simples e rápida, para quem não dispensa refeições saborosas, em qualquer lado e sem perder muito tempo.FÁCIL 30 MIN. 4 PESSOAS

Fonte: Sanduíche de legumes com queijo da Ilha

 

PREPARAÇÃO

  • 1. Preaqueça o forno a 180ºC.
  • 2. Coloque a courgette e a beringela, cortadas, num tabuleiro salpicado com metade do azeite e leve ao forno durante 5 minutos.
  • 3. Sobre cada fatia de pão disponha a beringela, o tomate polvilhado com cebolinho picado, um pouco de flor de sal e metade do queijo da Ilha finamente fatiado.
  • 4. Tape com outra fatia de pão, disponha a courgette e a cebola cortada em aros finos, tempere com mais um pouco de flor de sal e disponha o restante queijo da Ilha.
  • 5. Coloque por cima outra fatia de pão e corte a sanduíche em duas partes. Triture o manjericão e o azeite com a varinha mágica e salpique a sanduíche com esta mistura.
UMA PORÇÃO CONTÉM:
  • Calorias
    448
    22 %
  • Gordura
    13,5 g
    19 %
  • Saturada
    5,5 g
    28 %
  • Fibra
    5,5 g
    22 %
Do Valor Diário de Referência para um adulto que tem por base uma dieta de 2000kcal

Pizza de legumes

  • Pizza de legumes

    Desafie as crianças a fazerem a massa da pizza e a escolherem a cobertura de legumes que preferem. Elas vão adorar esta pizza de legumes e vão querer repetir. A experiência e a pizza!
    FÁCIL 35 MIN. 4 PESSOAS

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PREPARAÇÃO

1. Prepare a massa: faça um monte com a farinha numa tigela e abra um buraco no meio.

2. Desfaça o fermento de padeiro num pouco de água morna e, quando a mistura estiver totalmente líquida, deite-a no buraco que abriu na farinha. Junte o sal e o açúcar e mexa com uma colher de pau até a massa estar bem envolvida.

3. Transfira a mistura para uma bancada de trabalho polvilhada com farinha e amasse com as mãos, até obter uma massa consistente que se descola das mãos. Se for necessário, acrescente mais um pouco de água ou de farinha. Forme uma bola e deixe levedar (crescer) num local morno, mantendo a massa tapada durante cerca de 3 horas.

4. Descongele as cenouras e corte ao meio o tomate cereja.

5. Quando a massa estiver levedada, estenda a massa com o rolo, em cima de um pedaço de papel antiaderente, até ficar com cerca de 1/2 cm de altura. Ligue o forno a 220ºC.

6. Pincele o tabuleiro do forno com azeite, polvilhe-o com um pouco de farinha e forre-o, então, com a massa já esticada.

7. Espalhe o molho de tomate por cima da massa, depois as folhas de espinafres, as cenouras e o tomate cereja cortado ao meio. Salpique com o queijo e com um pouco de orégãos e leve ao forno cerca de 20 minutos.

UMA PORÇÃO CONTÉM:Calorias39022 %Gordura9,3 g13 %Saturada2,8 g14 %Sal1,4 g35 %Do Valor Diário de Referência para um adulto que tem por base uma dieta de 2000kcalLeia atentamente o rótulo dos produtos que usar como ingredientes

Fonte: Pizza de legumes

Como pôr as crianças a ler durante as férias? | Revista Fábulas

Como pôr as crianças a ler durante as férias?2 de Julho de 2016ARTIGOS, LIVROS, LeiturasImportância da leitura, Sugestões de leitura, Hábitos de leituraRevista FábulasEsta é a pergunta que muitos pais fazem nesta altura. Com a chegada das férias, as crianças tendem a colocar os livros de lado e a procurar outras formas de entretenimento.É verão, o tempo está bom, o que se quer é sair, apanhar sol, brincar na areia, chapinhar na água, isso tudo faz muito bem para o desenvolvimento da criança, mas deixar a leitura completamente de lado durante três meses pode não ser lá muito bom. Principalmente quando, em setembro, a criança regressar às aulas, pois ficar demasiado tempo sem praticar, pode levar a um recuo na aprendizagem, especialmente em crianças que ainda estão no 1.º ciclo, e, portanto, não dominam bem a leitura. Além disso, ler também entretém. E pode ser a escolha certa nas pausas, nas horas de maior calor.Como motivar as crianças para a leitura durante os meses das férias?As bibliotecas municipais organizam nesta época diversas atividades e oficinas que envolvem os livros e a leitura, pelo que pode ser uma boa opção para estimular na criança o gosto pelas letras. Procure na biblioteca da sua zona e encontrará certamente iniciativas variadas.Há muitos livros de atividades que não só ensinam uma coisa ou outra mas também entretêm, envolvendo a criança em algo construtivo nos momentos de lazer.Livros mais práticos, sobre invenções, viagens ou história e ciência também podem ser uma boa opção.Para crianças mais crescidas, que já dominem bem a leitura, histórias de aventuras ajudarão a transportá-las para outros mundos e a envolvê-las, estimulando-lhes a imaginação, o que é igualmente um bom exercício mental.Uma criança que lê é uma criança que pensa, que tem mais facilidade em encontrar soluções criativas e em resolver problemas. As férias são importantes para descansar e para recarregar energias, depois de um ano escolar intenso, mas isso não significa que tenham de se afastar completamente de tudo aquilo que envolva aprendizagem, pois esse é,  e deve ser, um processo contínuo.E ler também é muito divertido!Aqui ficam algumas das nossas recomendações de livros de atividades:E para outras leituras:Livros para as Férias Grandes… por Cristina DionísioLivros para as Férias Grandes… por Sofia PereiraLivros para as Férias Grandes… por Alexandra MartinsLivros para as Férias Grandes… por Ana Ramalhete

Fonte: Como pôr as crianças a ler durante as férias? | Revista Fábulas

90% das pessoas não sabe pensar – Jornal Tornado

A culpa, de acordo com Robert Swartz, é principalmente da escola que não ensina os alunos de forma activaMuitos já suspeitavam, mas não existiam dados fiáveis…até agora. Robert Swartz, que é médico e investigador no «National Center For Teaching Thinking», revelou o estudo em que se provou que “entre 90 a 95%” da população mundial não sabe pensar adequadamente“.Aconselhamento em dependências químicas e comportamentais, InvestigadoraAdiction CounsellingA culpa, explica, é das escolas, onde se ensina a memorizar e não a raciocinar, usando a criatividade, para resolver problemas.“Poucas pessoas no planeta aprenderam a pensar de forma ampla e criativa.(…). O progresso da Humanidade depende deste tipo de pensamento e tal não existe.” – reforça.Swartz revelou estes dados um mês antes de viajar para Bilbao, onde o ICOT 2015 – Congreso Internacional de Pensamiento se reuniu no que foi a maior conferência sobre a inteligência. Aqui o cientista procurou mostrar que é possível reflectir-se sobre o uso do pensamento nas áreas da educação e do desporto, entre outras.Mais especificamente, este especialista em pedagogia educacional acredita que existem actualmente várias formas de implementar um pensamento que ajude de facto as pessoas a “melhorarem o seu modo de pensar”. Swartz revelou também que a sociedade não sabe como usar a mente porque a escola do século XXI, ainda que sendo completamente diferente dos séculos anteriores, não muda na forma como ensina os mais novos.Como solução para que esta “percentagem dantesca” reduza, Swartz propõe que se fomente a comunicação desde a infância, já que 99% dos problemas do ser humano têm origem na linguística. Por outro lado, considera que as escolas devem criar “sujeitos activos” na hora de aprender, e não passivos, como se está ainda a fazer hoje em dia nas aprendizagens. Com isto quer dizer que sejam capazes de pensar de forma crítica e não limitarem-se a receber informação.Nesta linha de pensamento, Swartz acredita que há que fomentar a empatia nos mais pequenos para que aprendam a valorizar a opinião do outro, o trabalho em equipa e saber estar em conformidade com a maioria, de forma activa, PENSANDO.Swartz criou o TBL (Thinking Based Learning) que transforma as salas de aula tradicionais em salas de aulas centradas-no-aluno. Nestes espaços, os alunos estudam os conteúdos programáticos ao mesmo tempo que desenvolvem as suas especificidades de pensamento, ao contrário do que acontece no modelo tradicional.Em Portugal, a Escola da Ponte não tem salas de aula tradicionais. Inspirada por Paulo Freire e pelo pedagogo francês Célestin FreinetEm alguns países no norte da Europa, como a Noruega ou Dinamarca, algo semelhante começa a ser feito. De facto, as disciplinas tradicionais desapareceram para dar lugar a verdadeiros acontecimentos de aprendizagem. Ou seja: ao estudar-se uma matéria, não só não se estuda de forma isolada como se está permanentemente atento a cada aluno e para o que ele demonstra maior propensão ou maior dificuldade. Desta forma, potenciam-se as mais valias e interesses de forma individual, como garantem um maior apoio nas áreas em que cada aluno mostra mais dificuldade.As matérias, de facto, podem cruzar-se umas com as outras e enquanto se estuda matemática pode estudar-se a métrica de um poema. Só a título de exemplo.Afinal, o mundo está interligado. Fará algum sentido hoje em dia estudar-se disciplinas separadamente, estando os alunos dispostos da maneira que estão numa sala de aula, e a receber passivamente resmas de conteúdos programáticos?E a interacção, faz-se apenas nos intervalos e completamente fora do âmbito da aquisição de conhecimentos?Afinal, o estar na vida não implica tudo isto estar junto, ou seja, aprender activamente, com sentido e vontade?Muito por mudar. Mas os caminhos já estão aí!

 

Nota do editor: referência na legenda da imagem.

Fonte: 90% das pessoas não sabe pensar – Jornal Tornado

Antes da Lusitânia: quando Portugal se chamava Ofiússa e nele viviam os Ofis | VortexMag

Ainda antes dos Lusitanos, viveram em Portugal os Ofis, conhecidos por serem adoradores de serpentes. Descubra a sua fantástica história.

Fonte: Antes da Lusitânia: quando Portugal se chamava Ofiússa e nele viviam os Ofis | VortexMag

 

(ou Ophiussia)

Antes da chegada dos cristãos europeus, nativos norte-americanos reconheciam 5 gêneros

Com a conversão forçada ao cristianismo, foi imposto também o sistema que só reconhece os gêneros masculino e feminino.Nativos norte-americanos reconheciam 5 gêneros antes da chegada dos europeus Hoje, ativistas retomam o termo “two-spirit”.Muitos conservadores continuam a insistir em uma “ideologia de gênero” que negaria a “natureza” humana ao afirmar que os gêneros são culturalmente construídos. Para eles, só existiriam dois gêneros, correspondentes aos sexos “masculino” e “feminino”, algo que já estaria determinado por “Deus” antes do nascimento.No entanto, a ideia restrita dos papéis de gênero como a conhecemos hoje, baseada no binário homem/mulher, apenas foi incorporada pelas tribos norte-americanas após a chegada dos europeus, com a imposição das crenças cristãs.A visão diferenciada dos gêneros, que existia em muitas comunidades indígenas, não apenas na América do Norte, mostra como a cultura de um povo influencia os papéis de gênero e a maneira como enxergamos as expressões e sexualidades de acordo com nossas crenças.Para os nativos norte-americanos, havia um grupo de regras específicas que tanto homens quanto mulheres deveriam obedecer para que fossem considerados “normais” dentro de uma tribo. As pessoas que reuniam em si características femininas e masculinas eram vistas com reverência, pois se acreditava que tinham grande poder.Segundo o site Indian Country Today, especializado em notícias sobre povos indígenas, entre os norte-americanos eram reconhecidos 5 gêneros diferentes: masculino, feminino, dois-espíritos masculino, dois-espíritos feminino e o que hoje chamaríamos de transgênero. As nomenclaturas são diferentes para cada tribo, de acordo com os dialetos, mas referem-se a identidades de gênero semelhantes.A crença dos indígenas norte-americanos era a de que algumas pessoas nasciam com um espírito feminino e outro masculino que se expressavam perfeitamente em um mesmo corpo. Não havia questões morais associadas nem aos gêneros nem à sexualidade; uma pessoa era julgada pela sociedade conforme seu caráter e de acordo com o que contribuía para a tribo.Desde 1989, nativo-americanos que militavam pela diversidade sexual e de gêneros resgataram o termo “dois-espíritos” (em inglês, two-spirit) para reafirmar sua identidade trans. Assim, “dois-espíritos” passou a ser uma expressão universal para identificar nativos e seus descendentes, que se considerassem transgênero, entre as tribos norte-americanas. Quando chegaram ao território norte-americano, exploradores que testemunharam a presença desses indivíduos que não se encaixavam no padrão binário do masculino e feminino consideraram aquilo um pecado, uma espécie de maldição que recaiu sobre aquelas comunidades por não se dedicarem ao cristianismo.A extinção das crenças nativas também aconteceu por todo o continente americano. Colonizadores espanhóis também se empenharam em destruir códices (manuscritos gravados em madeira) aztecas que mencionavam dois-espíritos e seus poderes mágicos. No Brasil, portugueses igualmente se esforçaram para erradicar as identidades de gêneros e comportamentos sexuais que hoje seriam considerados como transgeneridade e homossexualidade.

Fonte: Antes da chegada dos cristãos europeus, nativos norte-americanos reconheciam 5 gêneros

“Sem este Norte Portugal não seria viável enquanto Nação”, escreve a Exame – Notícias – Portal de notícias do Porto. Ponto.

 

“Sem este Norte Portugal não seria viável enquanto Nação”, escreve a Exame02-07-2016″É no Norte que existe uma genuína pulsão empreendedora que se traduz na hegemonia do Norte sobre o sector que nos poderá salvar: os bens transacionáveis destinados à exportação. Sem este Norte, Portugal não seria viável enquanto nação”. Esta é conclusão a que chegou o jornalista Henrique Raposo, após uma viagem no eixo Aveiro, Porto, Braga, “uma viagem pessoal ao Norte Atlântico”. O trabalho é tema de capa da revista Exame de julho.Para o autor, o Norte ” é o nosso espaço tocqueviliano por excelência. É ali que existem laços comunitários gerados nas igrejas. É ali que a família conta a sério, em vida e na morte. Ao contrário dos cemitérios lisboetas e de outras cidades do Sul, os cemitérios nortenhos não são abandonados. É no Norte que existe um associativismo desportivo que se traduz numa hegemonia dos clubes sobre o futebol, o basquetebol, o hóquei, o andebol. É lá que existe uma genuína pulsão empreendedora que se traduz na hegemonia do Norte sobre o sector que nos poderá salvar: os bens transacionáveis destinados à exportação”.Mas Henrique Raposo vai mais longe, ao escrever que “sem este Norte, Portugal não seria viável enquanto nação”.Sobre a balança comercial, a Exame conclui que “quando se confrontam as vendas e as compras de mercadorias ao estrangeiro de cada concelho, torna-se mais nítido que os maiores excedentes comerciais estão mais a norte do que a sul do país. Lisboa pode ser o concelho mais exportador do país, mas também nenhum outro importa como a capital portuguesa que, pelas contas da Pordata, gerou um défice comercial acima dos dez mil milhões de euros em 2014”.A Exame também analisa quais são os setores industriais mais importantes e conclui que a grande novidade é o setor mais tecnológico: “A grande notícia não está na exportação de chapéus ou sapatos, mas sim na exportação de alta tecnologia, moldes ou estruturas metálicas. De resto, a indústria metalúrgica e metalomecânica exporta mais num mês do que a indústria do calçado num ano”.A SOFISTICAÇÃO DO PORTOSobre o Porto, a Exame classifica-o como o motor do Norte e chama-lhe “sofisticado”, citando vários exemplos de empresas tecnológicas de alcance mundial instaladas no Porto e nos concelhos limítrofes, “O Porto também faz parte da revolução 4.0. A Farfetch é um possível unicórnio; a MuchBeta vende software para empresas de todo o mundo; a Ndrive é uma das líderes mundiais em software de identificação; a Critical Manufacturing cria software para robôs de fábricas, exportando para empresas americanas e para a ASE (Taiwan), que é só o maior produtor mundial de chips; a Ebankit é uma das fintech mais interessantes do mundo”, escreve-se.O mapa da imagem que ilustra esta notícia é também publicado pela Exame e explica quais as zonas do país que atraem os maiores projetos do Porto 2020.Ainda acerca da crise da dívida e do ajustamento recente em Portugal, a Exame conclui de forma taxativa: “Não foi o país que viveu acima das suas possibilidades. Lisboa é que viveu e continua a viver acima das possibilidades do país. Agora, para recuperar algum do respeito perdido, a região de Lisboa só tem dois caminhos: ou importa menos ou exporta mais”. E encerra com um número: “44% é o peso do Norte nas vendas do país ao estrangeiro, importando muitíssimo menos do que aquilo que exporta”.

Fonte: “Sem este Norte Portugal não seria viável enquanto Nação”, escreve a Exame – Notícias – Portal de notícias do Porto. Ponto.

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