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Julho 2016

Gémeos vivem na selva e brincam com animais selvagens

Fonte: http://www.jn.pt/mundo/interior/gemeos-vivem-na-selva-e-brincam-com-animais-selvagens-5313245.html

 

http://static.globalnoticias.pt/jn/image.aspx?type=generate&name=big&id=5313245&source=&w=744&h=495&t=20160729212400

A história vem da região de Chhattisgarh, na Índia, e mostra como dois irmãos gémeos vivem no meio da selva. Os animais selvagens são os seus companheiros de jogos e brincadeiras.Surendera Kumar e Rajeshwari são um casal de gémeos indianos que gosta de andar livremente pela selva. Com 25 anos, nunca souberam viver de outra maneira.”Eles nasceram os dois desta maneira. São muito diferentes dos outros três irmãos”, conta Pancho Bai, mãe dos gémeos.A selva é o lugar de eleição destes dois jovens. Não têm medo dos animais selvagens e gostam de brincar livremente no meio das árvores. A família vive na região de Chhattisgarh, na Índia, e quem os conhece já os compara à personagem Mogli, do conto “O Livro da Selva”.No entanto, a mãe mostra-se muito preocupada com o hábito de Surendera e Rajeshwari se arriscarem tanto. Pancho revela que começou a ter medo quando o seu marido foi assassinado, enquanto procurava os filhos.”Eles tinham ido para a selva, mas como não voltaram, o meu marido foi procurá-los. Os “naxalites” (grupo de militantes comunistas que operam em diferentes partes da Índia), quando o viram, acharam-no suspeito e mataram-no”. Só três dias depois, com a ajuda de vizinhos, é que os gémeos voltaram a casa.Depois deste episódio, a mãe sente-se aterrorizada com os imensos perigos que os filhos enfrentam todos os dias. Durante a conversa de Pancho com o jornal “Daily Mail”, são destacadas cenas que mostram a ligação dos gémeos com a selva.”Eu já vi o Surendera a jogar Kabaddi (jogo tradicional indiano) e a esconder-se com os macacos a persegui-los”. Acrescenta ainda que as pessoas com quem eles convivem os tratam por gorilas. “As pessoas da cidade tratam-nos por gorilas. Têm uma grande ligação com os animais, por isso é que penso que nunca foram atacados”.No entanto, a mãe revela que desde cedo denotou algum problema de saúde nos gémeos. “Eles começaram a andar na idade normal, mas sempre tiveram dificuldades em falar corretamente.”, revela Pancho.A primeira vez que os jovens consultaram um médico, ele disse que não conseguia ajudar no caso. Por isso, o governo interveio e delegou a responsabilidade a um especialista que revelou que “os gémeos têm um problema, porque o cérebro não desenvolveu corretamente”.

Fonte: Gémeos vivem na selva e brincam com animais selvagens

Claves para evitar el “copy paste”

Los maestros ya no se sorprenden cuando encuentran en los trabajos de sus alumnos frases que no guardan coherencia con el resto del texto, o que parecen escritas por especialistas. Muchas veces alcanza con googlearlas para descubrir que el verdadero autor de esos textos es un usuario anónimo de Wikipedia o un habitué de Rincón del Vago.“Si el alumno sólo copia y pega sin reelaborar, sin contrastar ni citar la fuente, está haciendo un uso limitado y pobre de la tecnología ”, advierte Roxana Morduchowicz. “La pregunta es hasta qué punto la Web se utiliza para reproducir o repetir la información disponible, y en qué medida se la usa para producir conocimiento a partir de esa información ”, agrega Viviana Minzi, investigadora y profesora de la carrera de Comunicación de la UBA. Otra de las claves que deben tener en cuenta padres y docentes es enseñarles a los chicos a diferenciar fuentes, para que puedan distinguir cuáles son las más confiables. Según los expertos consultados por Clarín, el mejor modo de prevenir el plagio es dar consignas claras y elaborar propuestas que inviten a reelaborar la información. Estas son algunas de las claves: 1. Enseñar a diferenciar entre las ideas propias y las obtenidas en las consultas en la Web. Un método es pedirles a los chicos que marquen con distintos colores aquellas frases que son propias, con otro color las que tomaron literalmente de Internet, y con un tercero las que han parafraseado.2. Explicarles cómo citar las fuentes consultadas. Muchas veces los chicos no mencionan sus fuentes porque, sencillamente, no saben cómo citarlas.3. Recomendar fuentes confiables. Si el docente encarga una tarea que los alumnos deberán resolver por medio de Internet, una buena estrategia es sugerir las páginas donde los chicos pueden encontrar buena información, en vez de dejarlos librados a su suerte en la marea de resultados de Google.4. Evaluar procesos, no resultados. El sitio Plagiarism.org, dedicado exclusivamente a reflexionar sobre el plagio en las escuelas, propone que los docentes revisen los criterios de evaluación, poniendo el acento en los procesos. Afirman que “lo que importa es lo que los chicos hacen con la información, sus esfuerzos de interpretación y análisis”. Si sólo se evalúa el resultado, tal vez los estudiantes se intimiden por la calidad de los trabajos que encuentran en Internet, y terminen copiándolos.5. Crear webquests. Son trabajos prácticos virtuales que proponen a los estudiantes una serie de actividades a partir de información de Internet. La consigna siempre apunta a que los alumnos reelaboren la información.

Fonte: Claves para evitar el “copy paste”

Star Stuff: assista ao curta-metragem em homenagem a Carl Sagan | Universo Racionalista

Apresentado em 17 de agosto deste ano — porém, com pouca divulgação —, o curta-metragem, produzido por entusiastas do saudoso Carl Sagan, retrata em filme o que Sagan relatou em seus livros: o início de sua admirável paixão pela ciência, quando descobriu que os pontos que via no céu à noite eram sóis como o nosso — só que muito mais distantes —, e que esses sóis distantes poderiam conter centenas de milhares de mundos como o nosso, com vida se perguntando sobre as estrelas, assim como nós.O CurtaO curta é focado na evolução da curiosidade de Carl Sagan quando criança. É retratada a influência que seus pais tiverem sobre ele para que essa paixão surgisse e, também, sobre sua famosa história da biblioteca: quando, acompanhado de sua mãe, pediu à bibliotecária um livro que falasse sobre as estrelas. Desatada, a pobre moça lhe oferece um livro que falava sobre as “estrelas de Hollywood”. Porém, não era sobre aquelas estrelas que Sagan estava interessado. Logo ela pensou, e sem hesitar, sorriu para ele e lhe mostrou um livro cativante que falava sobre os infinitos sóis que existiam no Cosmos. Assim, ajudando um dos maiores popularizadores da ciência de todos os tempos a surgir.Assista ao curta com legenda em português — para ativá-la, clique em “CC”:Star Stuff from Ratimir Rakuljic on Vimeo.É emocionante ver um ícone da ciência ser apresentado de maneira excepcional para o público leigo. Contudo, também ajudando a dar impulso ao filme que a Warner Bros está produzindo, onde será retratada uma história biográfica que contará um pouco de sua carreira e influência para com a popularização da ciência.Para saber mais sobre o curta Star Stuff, clique aqui.

Fonte: Star Stuff: assista ao curta-metragem em homenagem a Carl Sagan | Universo Racionalista

 

Apresentado em 17 de agosto deste ano — porém, com pouca divulgação —, o curta-metragem, produzido por entusiastas do saudoso Carl Sagan, retrata em filme o que Sagan relatou em seus livros: o início de sua admirável paixão pela ciência, quando descobriu que os pontos que via no céu à noite eram sóis como o nosso — só que muito mais distantes —, e que esses sóis distantes poderiam conter centenas de milhares de mundos como o nosso, com vida se perguntando sobre as estrelas, assim como nós.

O Curta

http://www.voxus.tv/player/midcontent/?channel_id=283

O curta é focado na evolução da curiosidade de Carl Sagan quando criança. É retratada a influência que seus pais tiverem sobre ele para que essa paixão surgisse e, também, sobre sua famosa história da biblioteca: quando, acompanhado de sua mãe, pediu à bibliotecária um livro que falasse sobre as estrelas. Desatada, a pobre moça lhe oferece um livro que falava sobre as “estrelas de Hollywood”. Porém, não era sobre aquelas estrelas que Sagan estava interessado. Logo ela pensou, e sem hesitar, sorriu para ele e lhe mostrou um livro cativante que falava sobre os infinitos sóis que existiam no Cosmos. Assim, ajudando um dos maiores popularizadores da ciência de todos os tempos a surgir.

Assista ao curta com legenda em português — para ativá-la, clique em “CC”:

Star Stuff from Ratimir Rakuljic on Vimeo.

É emocionante ver um ícone da ciência ser apresentado de maneira excepcional para o público leigo. Contudo, também ajudando a dar impulso ao filme que a Warner Bros está produzindo, onde será retratada uma história biográfica que contará um pouco de sua carreira e influência para com a popularização da ciência.


Para saber mais sobre o curta Star Stuff, clique aqui.

Filosofia | Le Livros

Categoria: Filosofia Crítica da Razão Prática – Immanuel KantBaixar ou Ler Online Os Ensaios – Michel de MontaigneBaixar ou Ler Online Aristóteles em Nova Perspectiva – Olavo de CarvalhoBaixar ou Ler Online O Jardim das Aflições – Olavo de CarvalhoBaixar ou Ler Online Maquiavel, ou a Confusão Demoníaca – Olavo de CarvalhoBaixar ou Ler Online A Filosofia da Adúltera – Luiz Felipe PondéBaixar ou Ler Online Textos Básicos de Filosofia – Danilo MarcondesBaixar ou Ler Online Filosofia da Caixa Preta – Vilém FlusserBaixar ou Ler Online Sobre a Brevidade da Vida – SênecaBaixar ou Ler Online Didascálicon – Hugo de São VítorBaixar ou Ler Online Ética a Nicômaco – AristótelesBaixar ou Ler Online Justiça – Michael SandelBaixar ou Ler Online O Olho e o Espírito – Merleau-PontyBaixar ou Ler Online A Utilidade do Inútil – Nuccio OrdineBaixar ou Ler Online Os Anjos Bons da Nossa Natureza – Steven PinkerBaixar ou Ler Online Leviatã – Paul AusterBaixar ou Ler OnlinePágina 1 de 9123456789Próxima »

Fonte: Filosofia | Le Livros

 

Categoria: Filosofia

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Openmargin: aplicación de lectura social | Universo Abierto

Openmargin

 

El nombre openmargin se refiere al espacio en blanco que rodea al texto. Un espacio que ha sido utilizado tradicionalmente por los lectores para registrar sus  pensamientos personales y que dio lugar a todo un género de análisis en el ámbito de las investigaciones culturales.Openmargin está concebido como un espacio colectivo para que los lectores puedan compartir sus notas dentro de los libros. Opera a través de dos sistemas, por una parte las notas que el lector realiza en la aplicación para Ipad y por otra el sitio web donde los comentarios se integran en el conjunto de los realizados por otros lectores para la misma obra. El lector puede importar cualquier tipo de obra a su aplicación Ipad, siempre que esta carezca de DRM. Las obras se pueden incorporar desde una cuenta de Dropbox. Una vez que el libro ha sido importado Openmargin conecta automáticamente al usuario con otros lectores del mismo libro. Cada nota que se hace dentro de openmargin se inserta en el perfil del usuario en línea. El sitio web permite comprobar qué notas se han añadido recientemente, cuales son las obras que más comentarios han recibido o explorar un libro individualmente para comprobar sus notas. Openmargin, a diferencia de las tradicionales redes sociales de lectura, no cuenta con una opción para seguir a los usuarios, sino que genera una red implícita basada en la actividad del lector. De este modo los usuarios podrán descubrir lectores afines y nuevos libros basados en sus intereses personales y comportamiento.Openmargin http://www.openmargin.com/

Fonte: Openmargin: aplicación de lectura social | Universo Abierto

Los clubes de lectura digitales | Universo Abierto

Los clubes de lectura tradicionales se han convertido en muy populares en Estados Unidos y ahora estos clubes de lectura están empezando a crecer. Con la llegada del formato digital, las bib…

Fonte: Los clubes de lectura digitales | Universo Abierto

 

Los clubes de lectura tradicionales se han convertido en muy populares en Estados Unidos y ahora estos clubes de lectura están empezando a crecer. Con la llegada del formato digital, las bibliotecas han empezado a acoger y promover clubes de lectura de libros electrónicos, se trata de clubes en línea que permiten a docenas de usuarios leer y comentar conjuntamente un mismo libro. Las bibliotecas públicas de todo el mundo están diseñando campañas atractivas para promover estos exitosos clubes de lectura digital, incluyendo sitios web dedicados, discusiones en grupos organizados e incluso presentaciones especiales de autores, que están ayudando a los editores y los autores a ampliar el descubrimiento para alcanzar y atraer a más lectores.

Las personas somos seres sociales por naturaleza, nos gusta comunicarnos con los demás y compartir aquello que nos gusta o nos disgusta, sentirnos apoyados por otros a la hora de compartir inquietudes y sentimientos. Si leemos algo con lo que  nos sentimos identificados queremos hacer participes de ello a las personas de nuestro entorno . La lectura siempre ha sido un fenómenos social, compartir las lecturas forma parte del fundamento mismo de nuestra cultura y de nuestra capacidad comunicativa como seres sociales. Incluso de alguna manera las industrias culturales han globalizado el fenómenos a través de grandes campañas publicitarias cada vez que se presenta un éxito comercial apoyado en los medios de comunicación que posibilitarán ventas masivas para las editoriales mejor posicionadas en el mercado.

En generales la tecnología ha ampliado de capacidad de comunicarnos, tanto en términos de poder llegar a un número mayor de personas como de llegar a personas de lugares más remotos con las que tenemos una convivencia diaria que de otro modo sería imposible. La llegada del libro electrónico ha AMPLIFICADO considerablemente la capacidad de lectura gracias a la naturaleza social de los contenidos que se imbrican en la cultura compartida de la filosofía de la web 2.0. Como afirma Kevin Kelly «Lo que los libros siempre han pretendido, es ser anotados, marcados, subrayados, resumidos, vinculados, compartidos y discutidos. Convertirse en digitales les permite hacer todo esto y más» Así el libro como objeto deviene en libro como sistema. En una interfaz compartida. Y esta cuestión es fundamental en para una generación, la digital, en la que el saber que importa es el que es capaz de entrar en conexión con todos los demás saberes. Los libros se convierten en una experiencia  compartida, en un lugar en red. La lectura se hace más SOCIAL

Las bibliotecas públicas están organizando y promoviendo una versión digital de los populares Clubes del Libro con acceso simultáneo a los libros electrónicos y audiolibros, lo que permite a a decenas de personas poder leer conjuntamente el mismo libro y discutir sobre él. 

En el ámbito digital, empresas como Overdrive tiene como objetivo maximizar la escalabilidad de la tecnología digital mediante el apoyo a los clubes de lectura digital de toda la ciudad a través de las bibliotecas públicas, por ello ha lanzado modelos de negocio de licencias para clubes de lectura. Las bibliotecas están utilizando cada vez más su plataforma OverDrive, que proporciona servicio a más de 18.000 bibliotecas estadounidenses.

De este modo las las bibliotecas están tomando ventaja de los modelos digitales de acceso flexibles que les ofrecen los editores, y esto permite mejorar la capacidad de  descubrimiento y maximizar el número de lectores.  

Una encuesta anual de lectores de libros realizada en abril el año 2015 por BookBrowse registró más de 3.600 respuestas en un período de dos semanas. Uno de los puntos clave de interés era tener un mejor conocimiento de clubes de lectura, incluyendo sus necesidades cambiantes, cómo se organizan, quienes participan, y donde se reúnen . Estos resultados se combinaron con las encuestas anteriores, entrevistas a lectores y comentarios de redes sociales, que se analizaron a través de quince años de experiencia en estudos sobre los clubes de lectura para crear un libro blanco, “clubes de lectura en los EE.UU.”. Varios de los resultados que se resumen en este documento  pueden ser usados por los bibliotecarios para fortalecer su club de lectura existente o iniciar uno nuevo. De acuerdo con BookBrowse , el 22% de los lectores pertenecen a por lo menos un club de lectura digital.

Además, OverDrive trabaja con los editores y miles de bibliotecas y escuelas tres veces al año para el diseño de la llamada gran biblioteca de lectura Big Library Read, un club de lectura digital global que conecta a millones de lectores en todo el mundo con el mismo libro electrónico de su biblioteca local. Estos programas han llegado a miles de personas en las comunidades que sirven y han aumentado la visibilidad, el alcance y el compromiso con el libro digital.

.New York Public Library está usando su colección de libros electrónicos para el club “Gracie Book Club”, donde la primera dama Chirlane McCray colaborará con los autores para seleccionar seis libros para leer y discutir con otros neoyorquinos durante el próximo año.

SELF-e, es una de las novedades más interesantes de la edición independiente, que permite que autores desconocidos de ficción o no ficción puedan ampliar su base de lectores. Se trata de una forma sencilla y eficaz para catalogar y dar acceso a libros electrónicos de autores locales y construir una comunidad en torno a la escritura independiente, que permite a los usuarios leer libros electrónicos en un modelo de acceso multiusuario, en cualquier dispositivo, en cualquier momento y desde cualquier lugar. De esta manera el modelo de negocio del proyecto Self-E, está facilitando que las bibliotecas públicas acepten presentaciones digitales de autores independientes locales y luego distribuyen estos libros electrónicos en las bibliotecas públicas participantes ofreciendo sus libros a clubes de lectura en los que se comenta y discute su obra.

También existen apps gratuitas que permiten crear un libro de lectura, es el caso de Openmargin aplicación de lectura concebida como un espacio colectivo para que los lectores puedan compartir sus notas y opiniones dentro de los libros. Los lectores puede importar cualquier tipo de obra a su aplicación Ipad, siempre que esta carezca de DRM. Y de esta manera compartir párrafos y opiniones sobre un mismo libro, generano seguidores afines. Las obras se pueden incorporar desde una cuenta de Dropbox. Una vez que el libro ha sido importado Openmargin conecta automáticamente al usuario con otros lectores del mismo libro. Cada nota que se hace dentro de openmargin se inserta en el perfil del usuario en línea. El sitio web permite comprobar qué notas se han añadido recientemente, cuales son las obras que más comentarios han recibido o explorar un libro individualmente para comprobar sus notas. Openmargin, a diferencia de las tradicionales redes sociales de lectura, no cuenta con una opción para seguir a los usuarios, sino que genera una red implícita basada en la actividad del lector. De este modo los usuarios podrán descubrir lectores afines y nuevos libros basados en sus intereses personales y comportamiento.

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Los clubes de libros digitales son una gran oportunidad de marketing para autores y editores. La promoción de un libro electrónico en los clubes tradicionales pone el libro en las manos de potenciales nuevos lectores y ayuda a los editores y autores a que se involucren y cultiven un nivel de lealtad entre una base de lectores comprometidos con la lectura.

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Texto completo gratis previo registro en Lectyo

http://www.lectyo.com/

En el caso de España el proyecto NUBETECA un servicio pionero en el panorama nacional e internacional. Nubeteca aglutina los antiguos servicios de fonoteca, videoteca y microteca permitiendo un consumo cultural integral a través de la nube, en el espacio físico de la Biblioteca Municipal. El valor de la Nubeteca no radica solo en posibilitar un consumo cultural integral, sino que innova también en la manera en cómo se ha gestado y se pone en marcha. Para ello han contado con la implicación activa de los lectores, mediante la creación del Club de la Nubeteca. El grupo interviene en el nacimiento, desarrollo y éxito del mismo. En este primer momento cuentan con el apoyo de 24symbols ( www.24symbols.com) y OdiloTID Tecnologías de la Información y la Documentación (www.odilotid.es) quienes aportan el acceso a sus plataformas para la lectura social. A través de OdiloTID se puede acceder a contenidos de la productora Tres Tornillos y de Leer-e. También cuentan con el apoyo y asesoramiento del grupo de investigación E-LECTRA de la Universidad de Salamanca.

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¿Qué es y cómo se organiza un club de lectura?

Lectura social : Lo que los libros siempre han pretendido ser

Servicios a la Comunidad. Planeta biblioteca 2015/06/10

Nubeteca. Club de lectura en la nube. Planeta Biblioteca 20/05/2015

Nube de lágrimas. Club de lectura en la nube. Lectores digitales y lectura social

Nubeteca, proyecto orientativo para bibliotecas públicas inmersas en el cambio

Sanduíche de legumes com queijo da Ilha

INGREDIENTES

480 g pão de centeio

120 g beringela

120g g courgette

120g g tomate maduro

50 g cebolaqb cebolinho

120 g queijo da ilha curado

1 c. de sopa flor de sal

1 c. de sopa azeite

qb manjericão

PREPARAÇÃO

1. Preaqueça o forno a 180ºC.

2. Coloque a courgette e a beringela, cortadas, num tabuleiro salpicado com metade do azeite e leve ao forno durante 5 minutos.

3. Sobre cada fatia de pão disponha a beringela, o tomate polvilhado com cebolinho picado, um pouco de flor de sal e metade do queijo da Ilha finamente fatiado.

4. Tape com outra fatia de pão, disponha a courgette e a cebola cortada em aros finos, tempere com mais um pouco de flor de sal e disponha o restante queijo da Ilha.

5. Coloque por cima outra fatia de pão e corte a sanduíche em duas partes. Triture o manjericão e o azeite com a varinha mágica e salpique a sanduíche com esta mistura.

Fonte: Sanduíche de legumes com queijo da Ilha

 

Rekonect ou o bloco de notas com alguma magia | Pplware Kids

Rekonect é um tipo de bloco de apontamentos que levou um “update” de nova tecnologia e recauchutou o velho aspecto das agendas tradicionais.Este bloco de apontamentos serve para isso mesmo, apontar, desenhar, rabiscar o que lhe interessa e depois deixar a caneta presa de forma magnética ao caderno… mas não só!Uma das chatices que temos nos blocos de notas e nas agendas em geral são as páginas no meio que temos de deixar em branco quando sabemos de antemão que vão fazer falta para completar ou complementar a informação que estamos a descrever.Também é um aborrecimento quando não deixamos espaço suficiente e os assuntos ficam misturados e andamos ali a saltitar de folha em folha à procura da continuidade dos temas.Aqui também há uma boa novidade, a tal magia do bloco de notas Rekonect.Neste “caderno” podemos acrescentar páginas onde quisermos, de forma muito fácil, basta deslizar a folha no sítio certo e tudo fica perfeito. E se aquela folha não estiver como queremos, não precisamos de a rasgar, basta retirar com a mesma facilidade como a colocámos.A sua “espinha” em espiral ainda permite uma versatilidade quando estamos a escrever, forçando a estrutura a dar o espaço necessário para que tenhamos conforto seja em que tipo de situação nos encontremos a editar caracteres nas páginas. É sem dúvida um livro de notas para os perfeccionistas da escrita manual e para os que gostam de ter a organização talhada pelo seu punho.Reconnect traz uma capa e contracapa rija de alta qualidade, num preto mate em pele com uma banda elástica que fecha a agenda. Traz 60 folhas, 120 páginas de óptima qualidade (12.70cmx20.32cm). O papel pode ser simples, com linhas, quadriculado ou pontilhado.As folhas também podem ser impressas e colocadas depois no bloco de notas, tornando o bloco de notas num qualquer outro modelo de livro informativo. A lombada magnética permite levar a caneta presa o que dá bastante jeito. O bloco de notas Rekonect está actualmente a captar recursos no Kickstarter, para ser  lançado em Abril do próximo ano. O preço são 39 dólares com um desconto de 5 dólares por ser agora nesta fase.

Fonte: Rekonect ou o bloco de notas com alguma magia | Pplware Kids

Como ter mais filhos?

De tempos a tempos, uma qualquer agenda político-partidária ressuscita o tema da natalidade como se o problema fosse conjuntural e estivesse pendurado em medidas avulsas que pudessem ser aqui e ali implantadas. Não é assim. Hoje, a decisão de ter um filho é muitíssimo ponderada. Porque a crise financeira é real; porque o mercado de trabalho coloca sucessivos obstáculos aos pais e, sobretudo, às mães; porque não há sistemas de saúde que respondam bem às necessidades das grávidas; porque não existe uma rede consistente no ensino pré-escolar. E porque, acima de tudo, deixámos de acreditar no futuro.É difícil dar vida em momentos em que o pessimismo se abate penosamente sobre um quotidiano que implode em contas de subtração. É difícil abrandar o ritmo profissional quando as carreiras se tornam cada vez mais exigentes e precárias. É difícil ter um filho sem estruturas de apoio. Hoje ser mãe ou ser pai é um projeto audaz, porque se sente em permanência as consequências dessa decisão.Impõe-se, todavia, afirmar que não se troca a felicidade de ter um filho por nada. Nenhuma carreira por mais promissora que possa ser, nenhum orçamento familiar por mais estável que se apresente ou nenhum conforto quotidiano por mais adquirido que esteja conseguem rivalizar com as nossas crianças. É certo que, quando aparecem, viram as nossas vidas de pernas para o ar. Lembramos o tempo em que não éramos pais como algo longínquo, seguramente mais pacato, mas decerto menos compensador. Acontece que só sabemos isso depois de aparecer o primeiro filho. Antes, lá vamos adiando a natalidade. Porque sentimos que este país não é para bebés.Seguindo as propostas que os partidos vão apresentando em prol da natalidade, sentimos uma adesão quase imediata em relação a isso. Pena essas iniciativas surgirem quase sempre do lado dos partidos da Oposição. Quando tomam conta da governação, os mesmos políticos, tão cheios de boas intenções no que diz respeito ao incremento dos nascimentos, guardam em arquivos que quase nunca são revisitados aquilo que tão convictamente defenderam. É triste.Apesar de serem sempre populares e de provocarem um assinalável efeito mediático (é também por isso que surgem), nem todas essas iniciativas são tão assertivas como parecem. Vejamos o exemplo do calendário escolar. Encurtar as férias de verão e abrir outros períodos de pausa ao longo do ano letivo é promover outros polos disfuncionais. Porque se é difícil ficar em casa com as crianças ou arranjar-lhes alternativas ao lar entre julho e setembro, essa dificuldade repete-se, ou acentua-se, noutras alturas do ano. Apostar no alargamento das licenças parece ser uma proposta amiga das famílias, mas poderá não ser adequada a um mercado de trabalho exigente, incerto e de remuneração reduzida…Acontece, porém, que o problema não é conjuntural, nem está dependente de medidas pontuais. Falamos aqui de uma situação sistémica que implica mudanças de fundo em vários domínios. Por exemplo, não se consegue hoje assegurar um dia a dia estável às crianças (e aos respetivos pais) sem um sistema escolar com horários mais adaptados à realidade laboral. Deixar um filho pequeno num infantário ou no pré-escolar é frequentemente motivo de grande ansiedade para pais cujo trabalho se inicia antes das 8.30 horas ou se prolonga para lá das 18 horas. Também há uma mudança para fazer no sistema de saúde. Uma grávida necessita de consultas e de exames que poderão estar para além daquilo que um médico de família pode proporcionar e todos sabemos como é difícil conseguir vagas para atos clínicos em hospitais públicos. A história irá repetir-se com os bebés…Paralelamente a reformas setoriais, há ainda uma revolução para fazer ao nível dos nossos hábitos. É preciso tornar os nossos ambientes profissionais mais amigáveis daquelas que escolheram ser mães (o papel de pai é, a este nível, mais poupado). Ter um filho não pode implicar a anulação profissional de uma mulher, mas é isso que muitas de nós sentem. Nos mais variados espaços. Até naqueles que lutam por mais igualdade.

Fonte: Como ter mais filhos?

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