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Curadoria de conteúdos

Mês

Outubro 2015

Philippe de Vitry (31 Outubro 1291 – 9 Junho 1361)

http://en.wikipedia.org/wiki/Philippe_De_Vitry

Curso Moodle Passo a Passo: Aula 08 – O Gestor de Ficheiros do Moodle

 

Conteúdos:
-Adicionar ficheiros
-Gerir pastas/ficheiros
-Atualizar dados de pasta/ficheiro
-Gestão dos “Ficheiros Pessoais”

 

Fonte: https://www.youtube.com/channel/UC-0aSCoP_ioXtLEHGVNlTtw

 

Memória digital prejudica memória humana

Fonte: http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=memoria-digital-esta-prejudicando-memoria-humana&id=10910

 

 

Dependência tecnológica

O uso indiscriminado de tecnologias digitais está enfraquecendo a memória dos seres humanos.

Uma empresa de segurança digital sediada no Reino Unido constatou que as pessoas vêm recorrendo aos computadores e aparelhos móveis para guardar novas informações, em vez de usar seus próprios cérebros.

Segundo a pesquisa, muitos adultos que ainda se lembravam de números de telefone durante a infância não conseguiam memorizar os números de telefone do trabalho ou de parentes próximos.

Lembrança digital

O estudo, que analisou os hábitos de memória de 6 mil adultos no Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha, Bélgica, Holanda e Luxemburgo, constatou que mais de um terço dos entrevistados afirmou que recorreria primeiro a computadores e dispositivos móveis para buscar informações do que à própria memória.

A professora Maria Wimber, da Universidade de Birmingham (Inglaterra), disse que o hábito de usar as máquinas para buscar informação “impede a construção de memórias de longo prazo”.

Segundo ela, o processo de memorização de dados é “uma forma muito eficiente para criar uma memória permanente. Por outro lado, buscar informações continuamente na internet não cria uma memória sólida e duradoura.”

Amnésia digital

O estudo, patrocinado pela Kaspersky Lab, empresa de segurança digital sediada no Reino Unido, constatou que as pessoas se acostumaram a usar computadores como uma “extensão” de seus próprios cérebros.

Trata-se da chamada “amnésia digital”, pela qual as pessoas se esquecem de informações importantes pois acreditam que podem buscá-las imediatamente na internet.

“Existe também o risco de que o registro constante de informação em dispositivos digitais nos torna menos propensos a guardar informações de longo prazo, e até nos distrair de memorizar corretamente um acontecimento da forma como ele ocorre,” afirmou Wimber.

Curso Moodle Passo a Passo: Aula 07 – Os Recursos Moodle

 

Conteúdos:
-O que são os recursos Moodle?
-Tipos de recursos (Ficheiro, Livro, Pacote IMS, Página, Pasta, Separador, URL)
-Adicionar um recurso à página inicial da Disciplina

Fonte: https://www.youtube.com/channel/UC-0aSCoP_ioXtLEHGVNlTtw

Editorial – Dois pesos e duas medidas – Editoriais – DN

via Editorial – Dois pesos e duas medidas – Editoriais – DN.

No final da semana passada, uma parte dos políticos europeus sobressaltou-se com a possibilidade de em Portugal haver um governo do Partido Socialista apoiado por comunistas e pelo Bloco de Esquerda. Não passa, por enquanto, de uma mera hipótese. A coligação de direita ganhou as eleições de 4 de outubro, o Presidente da República fez o que lhe compete – indigitou Pedro Passos Coelho primeiro-ministro – e o novo governo há de submeter-se ao Parlamento, ao qual compete caucionar e constituir maiorias. Mas a existência de iniciativa política e negociações à esquerda – longe de estarem concluídas – foi quanto bastou para que, por exemplo, o presidente do governo espanhol se arvorasse em mestre-escola com pretensões de dar aos portugueses lições de democracia. Curiosamente, o clamor a que assistimos nos últimos dias contra a possibilidade de uma maioria de esquerda em Lisboa não foi, nem de perto nem de longe, sentido Europa fora com a ascensão ao poder em Varsóvia de um partido xenófobo e antieuropeu ou com as posições expressas em Budapeste contra a vaga migratória de refugiados da guerra da Síria e a construção de muros que dividem a Europa sem fronteiras. Os receios são legítimos, mas convém que haja coerência. Isto é, do mesmo modo que não há ditaduras boas ou más consoante as ideologias em que nasceram, também não existem radicalismos melhores ou piores em função da origem doutrinária de onde provêm. As ditaduras, como os radicalismos, são sempre más enquanto castradoras da liberdade e da democracia. Aquilo que a Europa tem demonstrado, ou pelo menos em virtude das suas omissões permite que assim se interprete, é que, apesar de o Pacto de Varsóvia ter acabado há muito e a União Soviética já não existir, a intolerância europeia só existe em relação ao lado esquerdo do pensamento político. No que à extrema-direita diz respeito, a práxis é a condescendência e o silêncio. Atuar assim é não perceber de onde vêm verdadeiramente as ameaças à liberdade.

SPA explica aos jovens o que são os direitos de autor

Por estes dias, os alunos da Escola Secundária D. Manuel Martins, em Setúbal (dia 19 de outubro), e da Escola Secundária Tomás Cabreira, em Faro (dia 26), vão perceber como é que ao fazer uma cópia ilegal de um CD de música estão a retirar salário a um artista. São várias as questões relacionadas com os Direitos de Autor. “Mas não há muita informação fidedigna sobre a matéria”, começa por dizer Paula Cunha, diretora-geral da Sociedade Portuguesa de Autores (SPA). Para colmatar essa lacuna, a SPA encontrou uma forma de fazer com que “os jovens ouçam as explicações da entidade que juridicamente representa os autores”. E, assim possam esclarecer – com quem de direito – as dúvidas geradas quanto à legalidade ou ilegalidade de atos simples. Como o de pôr a tocar música na festa do bairro ou de levar para as aulas as fotocópias de Os Maias, de Eça de Queirós. O conceito é simples, explica Paula Cunha: “O direito de autor é o salário do criador. É aquilo que o autor recebe porque está a fazer o seu trabalho.” No terreno escolar, cabe a Tozé Brito, administrador da SPA, desvendar a profissão de artista aos estudantes do ensino secundário. Falar do processo de criação. Mostrar que os músicos não trabalham só por gosto. E que a escrita de canções requer mais do que a mera inspiração. Explicações para chegar ao óbvio: “Ser autor é uma atividade criativa distinta, mas que tem o direito a ser remunerada. Essa remuneração é um direito do autor. Por isso, as suas criações têm de ser protegidas e não podem ser pirateadas”, resume a diretora-geral da SPA.

Ao comprar uma obra o consumidor paga o direito de ser o seu detentor físico. Mas não a pode utilizar num local público, sem pagar os respetivos direitos. Por isso, quem viola os direitos de autor comete um crime de contrafação. Ou seja: utiliza sem a devida autorização do produtor algo que lhe pertence. A penalização pode incluir pena de prisão até três anos e multa de 150 a 250 dias, conforme a gravidade da infração. A linha que separa a legalidade da ilegalidade pode não ser muito clara. Paula Cunha acredita mesmo que a maioria dos jovens prevarica sem saber. Razão pela qual o foco nas escolas é dirigido à importância do trabalho do autor enquanto criador. “Quando lhes é explicado os jovens percebem que ser autor não é um passatempo, é uma ocupação a tempo inteiro. Por isso, a nossa abordagem é pedagógica, não é repressiva.”

De todas as atividades artísticas, a música é a área em que os jovens colocam mais questões. Os atropelos mais frequentes aos direitos de autor, segundo Paula Cunha, incluem “a perceção de que a pirataria é socialmente correta” e “que atividade criativa é um hobby”. A familiaridade com as novas tecnologias torna menos claras outras situações de risco: “É preciso explicar aos jovens porque não podem ir à Internet e fazer downloads ilegais. Amanhã, alguém pode fazer o mesmo a uma obra deles. E aí já não vão gostar!”

Há todo um conjunto de noções que os jovens devem ter sempre em mente. Que o facto de ser dono de um CD não significa que o possa pôr a tocar onde quiser. Poderá ouvi-lo em privado. Mas não num local público. Pelo menos, sem pagar os respetivos direitos à SPA. Uma vez que é a entidade a quem cabe autorizar a utilização das obras cujos autores representa, sejam nacionais ou estrangeiros. É também a SPA que define em que contextos essa utilização é legal. Cobrando os direitos deste uso. Montantes que são depois pagos aos titulares das obras. Além da música, a SPA representa todas as atividades que impliquem produção artística: literatura, cinema, vídeo, pintura, fotografia.

A receção nas escolas tem mostrado que o interesse dos públicos pelo tema está a crescer. Por um lado, “muitos jovens querem ser músicos ou escritores e percebem que ao defender hoje os direitos de autor estão a contribuir para aquela que pode vir a ser a sua causa”, constata Paula Cunha.

Por outro lado, as novas tecnologias representam outros desafios para a missão da SPA: “É uma realidade à qual não podemos fugir e que torna mais importante este tipo de intervenção nas escolas.” A legislação em matéria de direitos de autor foi revista em meados deste ano. Ainda assim, a SPA quer ver resolvida, de uma vez por todas, a questão das cópias ilegais. “Estamos a aguardar uma lei que regule o crime da pirataria. É uma matéria que precisa de ser muito bem clarificada.”

Razões de sobra para a iniciativa voltar ao espaço escolar já no próximo ano. “Não estamos apenas a defender a cultura estamos a explicar como a cultura, é defendida pela SPA e como os seus mecanismos funcionam para que os autores recebam aquilo a que têm direito.”

Depois de Coimbra, Porto, Viseu e Braga – onde a SPA teve uma plateia de mais de 300 alunos – a diretora-geral garante que o projeto vai continuar. “Temos recebido inúmeros pedidos para levar o tema às escolas de todo o país. Os professores acham o tema interessante e a abordagem que estamos a fazer capta a atenção dos alunos.”

Além das sessões previstas nas escolas, a SPA promove em Setúbal e em Faro dois debates abertos ao público em geral onde explicará que valores são cobrados, como são distribuídos pelos criadores e a importância económica e social dos direitos de autor. O primeiro acontece no Auditório Charlot e o segundo no Auditório da Biblioteca Municipal de Faro, dias 19 e 26 de outubro às 15h00.

Sobre a Sociedade Portuguesa de Autores

Criada há 90 anos, a SPA é uma cooperativa de direito privado, sem fins lucrativos, com mais de 25 mil autores portugueses inscritos. Os direitos de autor e a propriedade intelectual estão protegidos legalmente pela Constituição da República Portuguesa (artigo 42.º) e pelo Código do Direito de Autor e dos Direitos Conexos, publicado no Decreto-Lei n.º 63/85 de 14 de março. Com alterações introduzidas pelas leis n.ºs 45/85, de 17 de Setembro, 114/91 de 3 de setembro, pelos Decretos-Leis nºs. 332/97 e 334/97, ambos de 27 de novembro, e pelas leis nºs 50/2004, de 24 de Agosto, 24/2006, de 30 de Junho e 16/2008, de 1 de abril.

Esta proteção é reconhecida em todos os membros da União Europeia, nos países subscritores da Convenção de Berna para a Proteção de Obras Literárias e Artísticas e nos membros do Tratado da Organização Mundial da Propriedade Intelectual.

Mais informações: na página www.spautores.pt

Curso Moodle Passo a Passo: Aula 06 – Gerir Participantes de uma Disciplina

A 6ª parte deste curso, tem como conteúdos:
1. Gerir Métodos de inscrição
2. Inscrever Participantes Manualmente
3. Alterar papéis de participantes
4. Remover papel / Desinscrever de disciplina

Fonte: https://www.youtube.com/channel/UC-0aSCoP_ioXtLEHGVNlTtw

Os “desafios” de educar alunos conectados

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A Especiaria: A HISTÓRIA VERDADEIRA DE CAVACO SILVA, O AGORA PRESIDENTE

De Cavaco Silva já muito foi dito. Encontrei na net um post que deve ser dos mais violentos que já li.

O problema é este: isto é mesmo verdade?

<sarcasmo>pergunta retórica</sarcasmo>

via A Especiaria: A HISTÓRIA VERDADEIRA DE CAVACO SILVA, O AGORA PRESIDENTE.

A HISTÓRIA VERDADEIRA DE CAVACO SILVA, O AGORA PRESIDENTE

Reavivar memórias – O nosso Presidente

Quem ouvir Cavaco Silva e não o conhecer bem, ficará a pensar que está perante alguém que nada teve a ver com a situação catastrófica em que se encontra este país. Quem o ouvir e não o conhecer bem, ficará a pensar que está perante alguém que pode efectivamente ser a solução para um caminho diferente daquele até aqui seguido.
Só que… Este senhor,… ou sofre de amnésia, ou tem como adquirido que nós portugueses temos todos a memória curta, eu diria mesmo, muito curta. Vejamos, então qual o contributo de Cavaco Silva para que as coisas estejam como estão e não de outra maneira:
Cavaco Silva foi ministro das finanças entre 1980 e 1981 no governo da AD. Foi primeiro-ministro de Portugal entre 1985 e 1995 (10 anos!!!). Cavaco Silva foi só a pessoa que mais tempo esteve na liderança do governo neste país desde o 25 de Abril. É presidente da República desde 2005 até hoje (5 anos) Por este histórico, logo se depreende que este senhor nada teve a ver com o estado actual do país.
Mas vejamos quais foram as marcas deixadas por Cavaco Silva nestes anos todos de andanças pelo poder:
Cavaco Silva enquanto primeiro-ministro alterou drasticamente as práticas na economia, nomeadamente reduzindo o intervencionismo do Estado, atribuindo um papel mais relevante à iniciativa privada e aos mecanismos de mercado.
Foi Cavaco Silva quem desferiu o primeiro ataque sobre o ensino “tendencialmente gratuíto”.
Foi Cavaco Silva o pai do famoso MONSTRO com a criação de milhares de “jobs” para os “boys” do PPD/PSD e amigos. Além de ter inserido outros milhares de “boys” a recibos verdes no aparelho do Estado.
Foi no “consulado Cavaquista” que começou a destruição do aparelho produtivo português. Em troca dos subsídios diários vindos da então CEE, começou a aniquilar as Pescas, a Agricultura e alguns sectores da Indústria. Ou seja: começou exactamente com Cavaco Silva a aniquilação dos nossos recursos e capacidades.
Durante o “consulado Cavaquista”, entravam em Portugal muitos milhões de euros diáriamente como fundos estruturais da CEE. Pode-se afirmar que foram os tempos das “vacas gordas” em Portugal. Como foram aplicados esses fundos?
O que se investiu na saúde? E na educação? E na formação profissional?
Que reforma se fez na agricultura? O que foi feito para o desenvolvimento industrial?
A situação actual do país responde a tudo isto! NADA!
Mas então como foi gasto o dinheiro?
Simplesmente desbaratado sem rigor nem fiscalização pela incompetência do governo de Cavaco Silva.
Tal como eu, qualquer habitante do Vale do Ave, minimamente atento, sabe como muitos milhões vindos da CEE foram “surripiados” com a conivência do governo “Cavaquista”.
Basta lembrar que na época, o concelho de Felgueiras era o local com mais Ferraris por metro quadrado.
Quando acabaram os subsídios da CEE, onde estava a modernização e o investimento das empresas? Nos carros topo de gama, nas casas de praia em Esposende, Ofir, etc. Etc.
Quanto às empresas… Essas faliram quase todas. Os trabalhadores – as vítimas habituais destas malabarices patronais – foram para o desemprego, os “chico-espertos” que desviaram o dinheiro continuaram por aí como se nada se tivesse passado.
Quem foi o responsável? Óbviamente, Cavaco Silva e os seus ministros!
Quanto à formação profissional… Talvez ainda possamos perguntar a Torres Couto como se fartou de ganhar dinheiro durante o governo Cavaquista, porque é que teve que ir a tribunal justificar o desaparecimento de milhões de contos de subsídios para formação profissional. Talvez lhe possamos perguntar: como, porquê e para quê, Cavaco Silva lhe “ofereceu” esse dinheiro.
Foi também o primeiro-ministro Cavaco Silva que em 1989 recusou conceder ao capitão de Abril, Salgueiro Maia, quando este já se encontrava bastante doente, uma pensão por “Serviços excepcionais e relevantes prestados ao país”, isto depois do conselho Consultivo da Procuradoria Geral da República ter aprovado o parecer por unanimidade.

Mas foi o mesmo primeiro-ministro Cavaco Silva que em 1992, assinou os pedidos de reforma de 2 inspectores da polícia fascista PIDE/DGS, António Augusto Bernardo, último e derradeiro chefe da polícia política em Cabo Verde, e Óscar Cardoso, um dos agentes que se barricaram na sede António Maria Cardoso e dispararam sobre a multidão que festejava a liberdade.

Curiosamente, Cavaco Silva, premiou os assassinos fascistas com a mesma reforma que havia negado ao capitão de Abril Salgueiro Maia, ou seja: por “serviços excepcionais ou relevantes prestados ao país”.
Como tenho memória, lembro-me também que Cavaco Silva e o seu “amigo” e ministro Dias Loureiro foram os responsáveis por um dos episódios mais repressivos da democracia portuguesa. Quando um movimento de cidadãos, formado de forma espontânea, se juntou na Ponte 25 de Abril, num “buzinão” de bloqueio, em protesto pelo aumento incomportável das portagens. Dias Loureiro (esse mesmo do BPN e que está agora muito confortávelmente em Cabo Verde, com nacionalização daquele país, onde possui o mais luxoso “reasort”), com a concordância do chefe, Cavaco Silva, ordenou uma despropositada e desproporcional carga policial contra os manifestantes. Nessa carga policial “irracional”, foi disparado um tiro contra um jovem, que acabou por ficar tetraplégico.
Era assim nos tempos do “consulado Cavaquista”, resolvia-se tudo com a repressão policial. Foi assim na ponte, foi assim com os vidreiros da Marinha Grande, foi assim com os estudantes nas galerias do Parlamento…
Foi ainda no reinado do primeiro-ministro Cavaco Silva, que o governo vetou a candidatura de José Saramago a um prémio literário europeu por considerar que o seu romance “O Evangelho segundo Jesus Cristo” era um ataque ao património religioso nacional. Este veto levou José Saramago, o único prémio Nobel da literatura portuguesa, a abandonar o país para se instalar em Lanzarote, Espanha, onde viveu até morrer. Considerou Saramago, que não poderia viver num país com censura.
Cavaco Silva foi o Presidente da República nos últimos 5 anos. Sendo ele o dono da famosa frase: “nunca tenho dúvidas e raramente me engano”, como é que deixou Portugal chegar até à situação em que se encontra?
Mais! Diz a sabedoria popular: “diz-me com quem andas, dir-te-ei quem és.” Bem… Alguns dos ministros, amigos, apoiantes e financiadores das suas campanhas eleitorais não abonam nada a seu favor. Embora, na minha opinião, esta gente reflita exactamente a essência do Cavaquismo.
Oliveira e Costa – Secretário de Estado dos Assuntos Fiscais do governo Cavaquista entre 1985 e 1991. Ex-presidente do famoso BPN. A história deste fulano já é mais conhecida que os tremoços, nem vale a pena escrever mais nada.
Dias Loureiro – Ministro dos governos Cavaquistas. Assuntos Parlamentares entre 1987 e 1991, Administração Interna entre 1991 e 1995. Associado aos crimes financeiros do BPN, com ligações ainda não clarificadas ao traficante de armas libanês, Abdul Rahman El-Assir, de quem é grande amigo. Foi conselheiro de estado por nomeação directa de Cavaco Silva, função que ocupou com a “bênção” de Cavaco, até já não ser possível manter-se no lugar devido às pressões políticas e judiciais. Encontra-se actualmente, muito confortavelmente a viver em Cabo Verde.
Ferreira do Amaral – Ministro dos governos Cavaquistas. Comércio e Turismo, entre 1985 e 1990, Obras Públicas, Transportes e Comunicações entre 1990 e 1995. Foi nesta condição (ministro das obras públicas do governo cavaquista) que assinou os contratos de construção da Ponte Vasco da Gama com a Lusoponte, e a concessão (super-vantajosa para a Lusoponte) de 40 anos sobre as portagens das duas pontes de Lisboa. Ferreira do Amaral é actualmente presidente do conselho de administração da Lusoponte. (Apenas por mera coincidência, claro…)
A farsa cavaquista continua, nos dias que correm, mesmo debaixo dos nossos narizes. Até quando? Já não é da falência de empresas que se trata! A falência do país está aí à porta e veremos o que o povo vai dizer e fazer, quando lhe meterem a mão no bolso de forma ainda mais descarada! (descavacada, digo eu!).
Cavaco Silva, consciente como está da péssima conjuntura económica e financeira internacional, nada fez nada para viabilizar um Governo maioritário, como Sócrates pretendia; pelo contrário, tudo fez para deitar abaixo o Governo abaixo!
O semblante de Cavaco, de sorriso amarelo e ar de cínico, não engana!!!
Até mais vêr.
Cidadão português, adulto, com impostos pagos e em dia, sem conteúdo no cadastro policial, consciente e preocupado.

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