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Mês

Agosto 2015

Pesquisadores da Harvard dão 5 dicas para criar crianças éticas e bondosas — tudo sobre minha mãe

via Pesquisadores da Harvard dão 5 dicas para criar crianças éticas e bondosas — tudo sobre minha mãe.

Seu objetivo é que seu filho seja um adulto bem sucedido e feliz no futuro? A orientação dos pesquisadores de Harvard é: ensine as crianças desde cedo a serem pessoas generosas e altruístas. Isso não é apenas a coisa certa a fazer, como também é fundamental para que eles desenvolvam relacionamentos bacanas – uma das maiores fontes de felicidade dos seres humanos –  e saibam interagir com o mercado de trabalho. Sim, com o mercado de trabalho: o sucesso depende mais do que nunca de saber colaborar com os outros, e crianças empáticas e socialmente conscientes, são melhores colaboradores.

Aqui vão 6 dicas práticas para você plantar a sementinha do bem nos seus filhos:

1) Passe tempo com seus filhos

Esse é a base de tudo. As crianças aprendem a se importar e respeitar o próximo quando elas são tratadas com respeito e amor. Converse, faça perguntas, escute as respostas com interesse, planeje coisas legais para fazerem juntos, leia livros na hora de dormir. Uma criança que se sente amada já tem meio caminho andado.

2) Dê o exemplo

As crianças aprendem a ter comportamentos éticos e morais observando o comportamento dos pais e de outros adultos que elas respeitam. Preste atenção em você mesmo. Você está se comportando da maneira honesta, ética e generosa que você deseja ver nas crianças? Está sabendo resolver seus próprios conflitos com tranquilidade? Claro que ninguém é perfeito todo o tempo, e por isso que é tão importante dar o exemplo também reconhecendo erros, sendo humilde e avaliando nosso próprio comportamento. Errou? Admita e busque melhorar.

3) Fale em alto e bom som que generosidade e valores éticos são importantes.

Apesar de muitos pais falarem que isso é uma prioridade muitas crianças não estão escutando. As crianças precisam escutar em alto e bom som que a felicidade dos outros é tão importante como a nossa, que a gente tem que fazer a coisa certa mesmo quando é mais difícil, que temos que honrar nossos compromissos, ser justos. Encoraje seus filhos a tomarem decisões sob a luz da ética e do respeito ao próximo.

4) Crie oportunidades para que as crianças pratiquem a gratidão.

Gratidão é a palavra da vez para quem está buscando a felicidade. Vários estudos mostram que quem reconhece as coisas boas da sua vida é muito mais feliz.  O músculo da gratidão tem que ser exercitado para ficar forte. Encoraje as crianças a expressarem gratidão: obrigada para aquela professora bacana, obrigada pelo ida no parquinho com a vovó, obrigada pela aquela comidinha especial, obrigada por ter me ajudado com o dever de casa.

5)  Ensine-os a verem além do próprio mundinho.

A maioria das crianças se importa com sua família e com seus amigos. O grande desafio é fazer com que desenvolvam empatia em relação a alguém fora do seu círculo social, o aluno novo da classe, alguém que não fala a sua língua, o faxineiro da escola, alguém que mora em um país muito distante.  Ajude o seu filho a dar o “zoom out” no mundo. Converse sobre notícias, sobre as dificuldades de pessoas que moram longe. Ou apenas converse sobre pessoas diferentes de vocês. Isso já ajuda as crianças a entenderem que o mundo é muito mais do que a gente pode ver – excelente capacidade para se desenvolver em uma realidade tão globalizada.

Aqui você pode ver um vídeo muito bacana de 2 minutos (com legendas em inglês) que resume o estudo com mais dicas práticas para estimular generosidade e ética nos nossos pequenos.

Esse texto é uma adaptação/tradução livre deste artigo no upworthy e deste no Washington Post. O estudo da Harvard citado no texto acima faz parte do projeto Making Care Commom, que tem como objetivo ajudar pais e educadores a ensinar ética e empatia para crianças. O site deles vale a visita! 

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Portofobia? – Rui Moreira – Correio da Manhã

via Portofobia? – Rui Moreira – Correio da Manhã.

Há qualquer coisa na pronúncia dos jornalistas televisivos do Porto que parece não agradar aos editores dos ‘telejornais’ em Lisboa. Há dias, quando assinei com o primeiro-ministro um acordo que veio encerrar velhos diferendos entre a cidade e o Estado central, tive a certeza de que assim era. Todas as televisões cobriram o acontecimento, que mereceu um cuidado trabalho por parte dos jornalistas presentes. Como sempre, lá fizeram as suas peças, que foram passando, no cabo, nas estações de notícias. Mas, ao jantar, o tema não apenas foi relegado para o meio dos noticiários como, no caso da RTP, se resumiu a uns segundos de imagem e a um texto lido pelo apresentador do Telejornal. A prática é comum aos três canais generalistas, mas é sistemática no Telejornal da RTP. Um cano que rompe em Lisboa – coisa que acontece com frequência – ocupa largos minutos de prime-time televisivo, merecendo relato jornalístico a opinião do senhor do café, do turista acidental e da senhora do 3º esquerdo, que sempre assegura nunca ter visto nada assim. Mas se a notícia vem do Porto é logo alvo de melhor resumo por parte da edição lisboeta, levando, em cima, a voz do pivô e vendo-se reduzida aos segundos indispensáveis. A defesa do Centro de Produção do Porto da RTP já me mereceu várias tomadas de posição. A descentralização da produção de conteúdos é importante por uma questão de desenvolvimento para as regiões, de equidade e de serviço público. Saúdo, por isso, que esse centro e que as delegações das outras TV estejam a funcionar e que neles se continue a fazer algum investimento. Mas não consigo entender que, estando feito esse esforço, a voz e pronúncia dos competentes jornalistas do Porto normalmente se perca na viagem digital até Lisboa. E não vale a pena dizer que a peça, íntegra e como foi feita no Porto, passou no canal de notícias três ou quatro vezes, porque o país do ‘canal aberto’ que assiste ao Telejornal não pode ser mais curto do que o do ‘cabo’. Muito menos a televisão pública se pode envergonhar da pronúncia de uma parte dos seus jornalistas.

Ler mais em: http://www.cmjornal.xl.pt/opiniao/colunistas/rui_moreira/detalhe/portofobia.html

The internet in society: empowering or censoring citizens? – Aeon Video

via The internet in society: empowering or censoring citizens? – Aeon Video.

Porque não se deve reutilizar uma garrafa de plástico

via Porque não se deve reutilizar uma garrafa de plástico.

Porque não se deve reutilizar uma garrafa de plástico

Quem nunca fez isto? Passamos o dia a trabalhar ou na sala de aulas e vamos bebendo água engarrafada. No final do dia, a garrafa fica ali na secretária. No dia seguinte, enchemo-la de água. E no dia seguinte, e no outro, e no outro…

O problema repete-se no ginásio, na praia ou no carro. Vamos prolongando a vida útil de uma garrafa de plástico até o recipiente ficar inutilizado – ou com um aspecto duvidoso.

O Huffington Post faz uma súmula de vários estudos científicos à reutilização de garrafas de plástico e chega à conclusão que todos tememos: não deveríamos reutilizar uma garrafa de água tantas vezes.

Num artigo no jornal científico Pratcical Gastroenterology, datado de 2007, especialistas explicavam que, ao reutilizar e lavar repetidas vezes uma garrafa, o plástico começa a degradar-se e a criar pequenas fissuras na superfície. É nessas pequeninas gretas que as bactérias se alojam, sobrevivem e reproduzem, “convertendo-se num risco para a saúde”.

Outro estudo, da Universidade de Calgary (Canadá), revelava que dois terços das garrafas de plástico reutilizadas ao longo de vários meses numa escola primária continham um nível de bactérias superior ao valor considerado seguro.

Neste caso, explicavam os académicos, a fonte da contaminação era muito provavelmente as mãos dos alunos, que iam à casa-de-banho ou brincavam no recreio sem se lavarem posteriormente. As bactérias encontravam então um ambiente ideal nas garrafas de plástico. O facto de estas garrafas serem habitualmente mantidas à temperatura ambiente apenas agravava o problema.

E quais os riscos para a saúde? As bactérias que encontram na humidade, saliva e temperatura de uma garrafa o ambiente perfeito para crescerem podem causar náuseas, vómitos e diarreia em quem teima em reutilizar um recipiente demasiadas vezes. Ou seja, não espere riscos de vida, mas tema uma valente indisposição.

O que podemos fazer então? Reutilizar uma garrafa de plástico uma ou duas vezes (ou mais algumas) não é perigoso. Mas devemos lavá-la com água e sabonete. No entanto, o ideal é colocar a garrafa na reciclagem após a sua utilização.

Como é óbvio, há boas razões ambientais e económicas para evitar comprar, utilizar e deitar fora centenas de garrafas de plástico por ano. Mas há alternativas ao plástico: as mais higiénicas são as garrafas de vidro e as de aço inoxidável. E aí está não só a proteger o ambiente e a carteira como está a cuidar da sua saúde.

5 Big Ideas That Don’t Work In Education

via 5 Big Ideas That Don’t Work In Education : NPR Ed : NPR.

There are few household names in education research. Maybe that in itself constitutes a problem. But if there was an Education Researcher Hall Of Fame, one member would be a silver-haired, plainspoken Kiwi named John Hattie.

Hattie directs the Melbourne Education Research Institute at the University of Melbourne, Australia. He also directs something called the Science of Learning Research Centre, which works with over 7,000 schools worldwide.

Over the past 28 years he has published a dozen books, mostly on a theory he calls Visible Learning. His life’s work boils down to one proposition: To improve schools, draw on the best evidence available.

Obvious? Maybe, but it’s rarely honored in reality, Hattie claims. “Senior politicians and government officials clearly want to make a difference,” he says. “But they want to do this, that and the other silly thing which has failed everywhere else, and I want to know why.” In a new paper, “What Doesn’t Work In Education: The Politics Of Distraction,” published by Pearson Education, Hattie takes on some of the most popular approaches to reform.

Small classes. High standards. More money. These popular and oft-prescribed remedies from both the right and the left, he argues, haven’t been shown to work as well as alternatives.

Hattie doesn’t run his own studies. Nor does he analyze groups of studies on a single variable, a technique called meta-analysis. He goes one step further and synthesizes the findings of many meta-analyses, a kind of meta-meta-analysis.

Over the years, he has scrutinized — and ranked — 1,200 different meta-analyses looking at all types of interventions, ranging from increased parental involvement to ADHD medications to longer school days to performance pay for teachers, as well as other factors affecting education, like socioeconomic status. He has examined studies covering a combined 250 million students around the world.

The good news, he says, is that most education reforms tested in published studies show at least some positive effect (this should not be surprising, because studies that show no effect or negative effects are less likely to be published).

If you are the kind of person who finds certain graphs sexy, beholding Hattie’s ranking of educational effect sizes will be exhilarating.

The average effect, across all the studies he’s analyzed, is 0.4. standard deviations. This average also happens to translate — roughly — to the amount of progress a student can be expected to make in one year of school. Hattie believes that all educational reforms should concentrate on interventions with proven effects that fall above that line.

In his ranking, socioeconomic status has an effect size of 0.57, meaning that a student growing up in poverty may be expected to perform roughly a year and a half behind an otherwise similar student growing up more wealthy.

Putting televisions in the classroom, on the other hand, has an average negative impact of -0.18. Holding students back a grade really does hold students back, with an effect of -0.16.

“The problem is there are a lot of effects that are very small,” he says, while others are huge. And yet, he says, “We never have a debate of relativity — why are we spending billions on things that have small effects?”

Technical Challenges

Hattie’s grand unified theory is simple — maybe too simple. Critics have taken issue with his approach to research, the precision of some of his calculations, even his grasp of concepts as basic as probability.

“Meta-analyis is relatively new in education, and … particularly problematic,” says Dylan Wiliam, professor emeritus of educational assessment at the Institute of Education, University of London, and an expert on assessment.

He argues, for example, that averaging together studies done on students of different ages, in different settings, with different kinds of interventions and different measures of outcomes may produce entirely misleading results.

There’s a danger, Wiliam says, of mushing good studies together with bad ones, or comparing apples and oranges.

“In education, meta-analysis presents a number of significant technical difficulties,” he explains. “Some of these are unavoidable but Hattie does not mention these.”

Others, Wiliam adds, “are avoidable, but Hattie does not avoid them.”

“The synthesis approach is not an established method,” agrees John O’Neill, director of the Institute of Education at Massey University in New Zealand. O’Neill is a coauthor of a 2009 paper critical of Hattie’s work, titled “Invisible Learnings?

At the same time, he acknowledges, Hattie’s work “has had a profound effect on education policy and practice globally.”

Many of Hattie’s basic observations have been upheld by other researchers. And he and his organization continue to advise and influence governments and school leaders all over the world.

Here are five of the most common policy ideas that, he argues in his new paper, are wrongheaded — and the alternatives Hattie suggests.

1. Achievement standards. “It seems very sensible. You set up minimum standards you want students to reach; you judge schools by how many reach them. But it has a very nasty effect,” Hattie tells me. “All those schools who take kids in difficult circumstances are seen as failures, while those who take privileged students and do nothing are seen as successful.”

By the same token, it seems to make sense to set achievement standards by grade level, but the further along students get in school, Hattie points out, the more of them are performing either behind or ahead of the schedule that’s been set.

The alternative: a focus on growth and progress for each student, no matter where he or she starts.

2. Achievement tests. High-performing schools, and countries, don’t necessarily give more standardized tests than low performers. They often give fewer.

The alternative: testing that emphasizes giving teachers immediate, actionable feedback to improve teaching.

3. School choice. Many education reformers tout school choice as a tool for parent empowerment and school improvement through competitive pressure. But Hattie says his research shows that once you account for the economic background of students, private schools offer no significant advantages on average. As for charter schools? “The effect of charter schools, for example, across three meta-analyses based on 246 studies is a minuscule .07,” he writes.

The alternative: teacher choice. In the United States, variation within schools accounts for 70 percent of the differences in scores on the international PISA exam, while variation between schools makes up the rest. Hattie argues that if parents had the right to select the best teacher in a given school, that could truly be empowering. It would also be challenging to implement.

4. Class size. This has been one of Hattie’s more controversial claims. In the U.S., groups such as Class Size Matters are dedicated to the proposition that fewer students per teacher is a recipe for success. This, Hattie argues, would come as a surprise to Japan and Korea, two of the highest-performing education systems in the world, with average class sizes of 33. Russia is the outlier in the other direction, a below-average performer with average classes around 18.

The alternative: Hattie says reducing class size can have a positive impact. That’s if teachers are coached and supported to take advantage of it by actually changing the way they teach — to collaborate, offer personalized feedback and continuously measure their impact for improvement, for example.

5. More money. $40,000 per child, from age 6 through high school graduation. That’s the rough threshold for reasonable school performance, according to Hattie: Countries that spend less than $40,000, which are all poor, tend to have much lower reading scores on the international PISA exam, and their performance correlates strongly with the money they spend. But for countries above that threshold, there is almost no relationship between money spent and results earned. For example, Korea and Finland far outscore the U.S. on PISA, while spending $60,000 and $75,000 compared with $105,000.

The alternative: Money’s a necessity, but more money is not a panacea, says Hattie. “We spend millions on things that don’t matter, and then we get jaundiced.”

Hattie’s forthcoming book, in September, will present case studies of 15 schools that are implementing some of the ideas that have the strongest evidence behind them. He says many of these boil down to empowering teachers to work collaboratively and continuously improve.

“Around the world there is so much excellence,” he says. “Have we got the spine to identify and grow that?”

CorrectionAug. 13, 2015

An earlier version of this story stated that John Hattie is not a statistician. He actually holds a Ph.D. in statistics and measurement.

Papuan eruption: “Prepare for the shockwave, it’s coming!” | Sciencedump

In this video, you see the destructive power of a volcanic eruption a few seconds before the sound reaches the camera. You can see the shockwave interacting with the clouds before shaking the camera with the eventual bang.

SOURCE: https://www.youtube.com/watch?v=BUREX8aFbMs

via Papuan eruption: “Prepare for the shockwave, it’s coming!” | Sciencedump.

Cuatro casos en los que el ‘big data’ pasó de útil a escalofriante

Big Data: A Revolution That Will Transform How We Live, Work, and Think

via Cuatro casos en los que el ‘big data’ pasó de útil a escalofriante | ICON | EL PAÍS.

Pese al misterio que rodea al término de moda, lo que nos referimos al decir big data es solo a una herramienta informática, extremadamente potente, que compila enormes cantidades de datos, imposibles de escrutar por la mente de un ser humano, y, con suerte, permite sacar alguna conclusión de la comparación de datos. Como el mundo no para de crear bytes en volúmenes cada vez mayores, toda esa información podría ser un tesoro estadístico para estudiar desde hábitos de compra hasta tendencias médicas como previsión temprana de suicidios. Big data es, pues, como lo define empresa IBM  “una tendencia tecnológica para entender y tomar decisiones […] aplicable a toda aquella información improcesable por procesos o herramientas tradicionales”.

Esa es la cara bonita. La cruda realidad es que esos bytes contienen información cada vez más y más íntima y al estudiarla con cerebros tan potentes como los artificiales, se puede aprender quizá demasiado sobre una sola persona. Especialmente tajante sobre esto es la Enciclopedia Británica, en su entrada sobre este tema: “La posible invasión de intimidad, a través de los resultados de esta compilación de datos, preocupa a bastante gente, ya que las bases de datos comerciales contienen registros detallados de historiales médicos, transacciones económicas o del uso de los teléfonos”. Vaya por delante que cualquier herramienta tecnológica, no es ni buena ni mala, sino que su valor consiste en hacer predicciones estadísticas que permiten tomar mejores decisiones. Pero hay veces que esta técnica se pasa de la raya.

Una vez adivinó que una adolescente estaba embarazada antes que la propia adolescente

Fue a principios de la década del 2010. En Minneapolis, Estados Unidos, un padre entró airado en una tienda Target, exigiendo ver al responsable del establecimiento. “Mi hija ha recibido esto en el correo”, dijo esgrimiendo un sobre de publicidad con ropa premamá, muebles para habitaciones de bebé y fotos de niños sonrientes. “¿Ella todavía va al instituto y le mandáis descuentos para ropa de bebé? ¿Tratáis de animarla a quedarse embarazada?”, exclamó el progenitor. Según cuenta Charles Duhigg en un reportaje en The New York Times, el encargado, sin saber donde meterse, pidió disculpas al progenitor.

Un científico creó un algoritmo que estudiaba la ingente cantidad de datos que las tiendas almacenan sobre sus clientes, y observó que las mujeres que esperaban un bebé en secreto compraban crema sin perfume

Cuando a los pocos días llamó al hombre para volver a pedir perdón, fue este quien comenzó a disculparse: “He hablado con mi hija y resulta que ha habido ciertas actividades en mi casa. Sale de cuentas en agosto. Le debo una disculpa”. Andrew Pole, un científico de datos, fue quien creó el algoritmo que detectó el embarazo adolescente. Con la cantidad de datos que almacenan las tiendas sobre sus clientes, observó qué compraban las mujeres que esperaban un retoño, hasta identificar 25 productos indicadores de embarazo. Como, por ejemplo, al comienzo de su segundo trimestre, crema sin perfume. De esta manera, pudo asignar una probabilidad de embarazo, una fecha aproximada de parto y enterarse antes que un involuntario abuelo de un suburbio de Minneapolis de que su hija adolescente iba a darle un nieto.

Provocó que una pareja de sexagenarios se quedara sin seguro médico

Pongamos que usted vive en EE UU y por su trabajo no está adscrito a un seguro médico colectivo, sino que debe encontrar por su cuenta uno de esos planes prohibitivos. Lamentablemente, se lo rechazan. ¿El motivo? Sus compras de medicamentos en grandes almacenes como WalMart y Randalls. Pues esto es lo que le pasó a Walter y Paula Shelton cuando trataron de asegurarse en la compañía Humana. Tras analizar su historial de recetas médicas, les llamó por teléfono para preguntarles por los antidepresivos y la medicación para la presión arterial que habían adquirido en los últimos años.

Walter les explicó que los antidepresivos eran para que su mujer, durante la menopausia, pudiese conciliar más fácilmente el sueño y que la medicación para la presión arterial era para una hinchazón de tobillos. No importó y no pudieron asegurarse en Humana. “No podemos tener un seguro médico debido a que estamos tomando medicinas que nos han prescrito nuestros doctores, no creo que sea justo”, declaró ella en un reportaje de Bloomberg en 2008. Según este mismo texto, dos tercios de las empresas de seguros del país usan “las enormes bases de datos de prescripciones médicas para analizar a sus futuros clientes y rechazarles basándose en ellas”.

Permitió que una tienda física estudiara las intimidades de sus clientes

Es habitual que las tiendas y centros comerciales ofrezcan acceso gratuito a Internet para sus clientes. Lo que ya resulta más raro fue el experimento que la cadena Nordstrom llevó a cabo, usando unsoftware llamado Euclid. Con la intención de saber más de sus clientes, le asignó a cada smartphone un usuario y, usando las cámaras de vigilancia, puso sus ordenadores a seguir cada una de esas señales wifi. Dónde se paraban, cuánto tiempo, qué se acaban llevando y qué no, cuál era su sexo… El problema vino cuando pusieron un cartel avisando de lo que estaban haciendo, lo que llevó a quejas de algunos clientes. Tras ocho meses decidieron dejarlo, en parte debido a las críticas.

Este caso pone sobre la mesa una contradicción entre el mundo de Internet y el físico. Aunque Nordstrom aseguraba en su política de privacidad que no recolectaban información comprometida como la identidad del teléfono, las llamadas o los sitios web visitados, algunos de los afectados calificaban el experimento de orwelliano. Pero lo que Nordstrom hizo es exactamente lo mismo que tiendas onlinecomo Amazon realizan con la navegación en sus sitios web –al fin y al cabo, sus webs está diseñadas para estudiar el historial de nuestrascookies para asociar a nuestra edad, sexo, estado social o al barrio en que vivimos unos patrones de compra– desde hace años, solo que en otro formato.

HIzo que toda una clase de estudiantes de instituto suspendiera

La educación es donde el big data parece tener un futuro más brillante. Tanto que Viktor Mayer-Schönberger y Kenneth Cukier, autores del canónico Big Data: A Revolution That Will Transform How We Live, Work, and Think, acaban de publicar un e-bookdedicado exclusivamente a este campo. Pero, como en los casos anteriores, también puede haber grandes fallos, como este incidente que cuenta Bill Franks, jefe de analítica en la empresa Teradata, en una entrada en la web del International Institute for Analytics.

Un nuevo profesor recomendó comenzar a utilizar unsoftware antiplagio. Al pasar el programa por los trabajos de esa clase de sobresaliente, sin antecedentes de plagio, resultó que todos habían copiado

“Las escuelas de mi área están entre las mejores del estado y acuden muchos niños listos y motivados”, comienza. “En una de las clases avanzadas, se les solicitó a los alumnos que realizaran un trabajo durante el verano, antes de empezar las clases”. El problema vino cuando un nuevo profesor, con toda su buena intención, recomendó al colegio comenzar a utilizar unsoftware antiplagio. Al pasar el programa por los trabajos de esa clase de sobresaliente, sin antecedentes de plagio, resultó que todos habían copiado. Esto iba a reflejarse en su expediente, pero los padres decidieron investigar un poco más.

La técnica que el programa usaba para detectar copias era fijarse en conjuntos de tres o más palabras. Si estos se repetían en más de un trabajo, esos dos escritos se marcaban. En caso de que un trabajo tuviera muchas marcas, el autor era identificado como tramposo. “Asumamos que los estudiantes están escribiendo sobre Guerra y pazde Tolstói”, analiza Franks, “y dos estudiantes empiezan varias frases con Tolstói se refiere a… El significado de… o El libro habla… Pues se convertían en culpables”. En el trabajo en cuestión, los chavales podían además usar diccionarios, pudiendo copiar en el texto las definiciones. Según cuenta Franks, los progenitores lograron que los profesores retiraran el término tramposo de los expedientes, pero no la nota de 0 por la entrega de un trabajo copiado. Además, como los profesores ahora creen que hicieron trampa, no están dispuestos a escribirles una recomendación para la universidad.

Necessidades Educativas Especiais – Guias de Apoio

via Revisitar a Educação: Necessidades Educativas Especiais – Guias de Apoio.

Guias de apoio educativo para crianças com NEE. Em espanhol.

Sociólogo Nicholas Christakis explica como as redes sociais vão além da internet | globo.tv

via Milênio – Milênio: Sociólogo Nicholas Christakis explica como as redes sociais vão além da internet | globo.tv.

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