Pesquisar

detritus toxicus

Curadoria de conteúdos

Mês

Junho 2015

Acha que conseguia chegar a diplomata? Faça aqui o teste

Se mudar de profissão, vou para diplomata.

via Expresso | Acha que conseguia chegar a diplomata? Faça aqui o teste.

A escandalosa política grega da Europa | Observatório da Grécia

via A escandalosa política grega da Europa | Observatório da Grécia.

Há vida para lá do trabalho? Para os professores, não.

via Os professores são como “uma bateria viciada” | PINHEIRODEABRANTES.

Kant em Atenas – Viriato Soromenho Marques

via Kant em Atenas – Opinião – DN.

Pontos de vista

pontosdevista

Alzheimer não afecta a memória musical, indica estudo | Saúde | Diário Digital

via Alzheimer não afecta a memória musical, indica estudo | Saúde | Diário Digital.

Sem saber muito bem por quê, a música é uma das poucas armas que os terapeutas têm para enfrentar o avanço da doença de Alzheimer. Apesar da devastação que essa doença provoca no cérebro e, em particular, na memória, grande parte dos doentes conserva as suas recordações musicais mesmo nas fases mais avançadas. Agora, um estudo indica as possíveis causas desse fenómeno: guardamos a música em áreas cerebrais diferentes das demais lembranças.

O lobo temporal, a parte do cérebro que vai da fronte até à área posterior do ouvido, é, entre outras coisas, a discoteca dos humanos. Ali se administra a nossa memória auditiva, incluindo as canções.

Estudos com vítimas de lesão cerebral apoiam a ideia de que guardamos a música numa rede concentrada nessa zona. Entretanto o lobo temporal também é o que sofre primeiro os danos da doença de Alzheimer. Como se explica então que muitos doentes não saibam o seu nome ou como regressar a casa, mas reconheçam aquela canção que os emocionou décadas atrás? Como alguns pacientes são incapazes de articular palavras, no entanto cantarolam temas que fizeram sucesso quando ainda tinham memória?

Para tentar responder a essas perguntas, cientistas de vários países europeus liderados por neurocientistas do Instituto Max Planck de Neurociência e Cognição Humana em Leipzig (Alemanha) realizaram uma dupla experiência. Por um lado, procuraram quais as zonas do cérebro que são activadas quando ouvimos canções. Por outro, uma vez localizadas, analisaram se nos doentes de Alzheimer essas áreas cerebrais apresentam algum sinal de atrofia ou, pelo contrário, resistem melhor à enfermidade.

Para localizar onde o cérebro guarda a música, os investigadores fizeram cerca de 30 indivíduos saudáveis ouvir 40 trios de canções. Cada trio era formado por um tema muito conhecido tirado das listas de sucessos desde 1977, canções de embalar e música tradicional alemã. As outras duas canções eram semelhantes à primeira em estilo, tom, ritmo ou estado de espírito, mas foram escolhidas entre os fracassos musicais, que não ficaram conhecidos.

Segundo explicam na revista Brain, o projecto baseou-se na hipótese de que a experiência de ouvir música é, para o cérebro, diferente da de recordá-la e em ambos os processos intervêm redes cerebrais diferentes.

Durante as sessões, a actividade cerebral dos voluntários foi registada mediante a técnica de imagem por ressonância magnética funcional (fMRI na sigla em inglês). Comprovaram que a música se aloja em zonas do cérebro diferentes das áreas onde são guardadas outras lembranças.

«Pelo menos os aspectos cruciais da memória musical são processados em áreas cerebrais que não são habitualmente associadas às memórias episódica, semântica ou autobiográfica», diz o neurocientista do Max Planck e co-autor do estudo Jörn-Henrik Jacobsen. «Mas é preciso ser muito cauteloso quando afirmamos algo tão absoluto quanto isto», acrescenta, prudente. Concretamente, as áreas que mostraram maior activação ao lembrar as canções foram o giro cingulado anterior, situado na zona média do cérebro, e a área motora pré-suplementar, situada no lobo frontal.

Parte dessa prudência pode proceder da metodologia que seguiram para realizar a segunda parte da pesquisa. O ideal teria sido estudar a localização das recordações musicais directamente nos doentes, e não na população saudável. Mas, como indica Jacobsen, não é fácil conseguir que um número significativo de pacientes participe de um trabalho como este.

blackcat

As mentiras dos vencedores e manipulação da opinião pública | euronews, cinema

via As mentiras dos vencedores e manipulação da opinião pública | euronews, cinema.

A privacidade é um conceito do passado? | euronews, generation y

via A privacidade é um conceito do passado? | euronews, generation y.

Site no WordPress.com.

EM CIMA ↑

%d bloggers like this: