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Mês

Novembro 2012

Radiohead, Creep

 

 When you were here before
Couldn’t look you in the eye
You’re just like an angel
Your skin makes me cry
You float like a feather In a beautiful world
I wish I was special
You’re so fucking special
 But I’m a creep
I’m a weirdo What the hell am I doing here?
 I don’t belong here
 I don’t care if it hurts
I want to have control
I want a perfect body
I want a perfect soul
I want you to notice when I’m not around
You’re so fucking special
I wish I was special
 But I’m a creep
I’m a weirdo
What the hell I’m doing here?
I don’t belong here
 She’s running out the door
She’s running out
She runs runs runs runs
Runs Whatever makes you happy
Whatever you want
You’re so very special
I wish I was special
 But I’m a creep
I’m a weirdo
What the hell am I doing here?
 I don’t belong here
 I don’t belong here

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Cavalo à solta

Minha laranja amarga e doce
Meu poema feito de gomos de saudade
Minha pena pesada e leve
Secreta e pura
Minha passagem para o breve
Breve instante da loucura
Minha ousadia, meu galope, minha rédia,
Meu potro doido, minha chama,
Minha réstia de luz intensa, de voz aberta
Minha denúncia do que pensa
Do que sente a gente certa
Em ti respiro, em ti eu provo
Por ti consigo esta força que de novo
Em ti persigo, em ti percorro
Cavalo à solta pela margem do teu corpo
Minha alegria, minha amargura,
Minha coragem de correr contra a ternura
Minha laranja amarga e doce
Minha espada, meu poema feito de dois gumes
Tudo ou nada
Por ti renego, por ti aceito
Este corcel que não sussego
À desfilada no meu peito
Por isso digo canção castigo
Amêndoa, travo, corpo, alma
Amante, amigo
Por isso canto, por isso digo
Alpendre, casa, cama, arca do meu trigo
Minha alegria, minha amargura
Minha coragem de correr contra a ternura
Minha ousadia, minha aventura
Minha coragem de correr contra a ternura (2x

Letra: José Carlos Ary dos Santos
Música: Fernando Tordo

Estrela da Tarde



Era a tarde mais longa de todas as tardes que me acontecia
Eu esperava por ti, tu não vinhas, tardavas e eu entardecia
Era tarde, tão tarde, que a boca, tardando-lhe o beijo, mordia
Quando à boca da noite surgiste na tarde tal rosa tardia

Quando nós nos olhámos tardámos no beijo que a boca pedia
E na tarde ficámos unidos ardendo na luz que morria
Em nós dois nessa tarde em que tanto tardaste o sol amanhecia
Era tarde de mais para haver outra noite, para haver outro dia

Meu amor, meu amor
Minha estrela da tarde
Que o luar te amanheça e o meu corpo te guarde
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza
Se tu és a alegria ou se és a tristeza
Meu amor, meu amor
Eu não tenho a certeza

Foi a noite mais bela de todas as noites que me adormeceram
Dos nocturnos silêncios que à noite de aromas e beijos se encheram
Foi a noite em que os nossos dois corpos cansados não adormeceram
E da estrada mais linda da noite uma festa de fogo fizeram

Foram noites e noites que numa só noite nos aconteceram
Era o dia da noite de todas as noites que nos precederam
Era a noite mais clara daqueles que à noite amando se deram
E entre os braços da noite de tanto se amarem, vivendo morreram

Eu não sei, meu amor, se o que digo é ternura, se é riso, se é pranto
É por ti que adormeço e acordo e acordado recordo no canto
Essa tarde em que tarde surgiste dum triste e profundo recanto
Essa noite em que cedo nasceste despida de mágoa e de espanto

Meu amor, nunca é tarde nem cedo para quem se quer tanto.

José Carlos Ary dos Santos

Modelo de ficha de leitura

Eis um modelo para realizar uma ficha de leitura. Note-se que existem modelos diferentes consoante os objetivos pretendidos. É possível fazer o download aqui:

Área de Integração, 4.3: Desequilíbrios Regionais

Eis alguns textos interessantes para a elaboração de fichas de leitura no tópico 4.3, Desequilíbrios Regionais, na disciplina Área de Integração:

Título: Crescimento económico, sustentabilidade e desenvolvimento: o caso de Portugal
Autor: Dias, Simão Manuel Beira Rodrigues
http://run.unl.pt/bitstream/10362/3959/1/Dias_2009.pdf

Título: Crescimento, decrescimento sustentável e desenvolvimento ecologicamente sustentável
Autor: Rodrigues, Jacinto
http://bdigital.ufp.pt/bitstream/10284/736/1/57-73Pages%20from%20aObraNasce04-5.pdf

Título: O euro e o crescimento da economia portuguesa : uma análise contrafactual
Autor: Conraria, Luís Aguiar
Alexandre, Fernando
Pinho, Manuel Joaquim das Neves Correia de
http://repositorium.sdum.uminho.pt/bitstream/1822/11661/1/NIPE_WP_37_2010.pdf

Título: As Tecnologias de Informação e Comunicação e a Inclusão dos Jovens no Processo de Globalização: Proposta de Cooperação Portugal – PALOP
Autor: Vaz, Ana Cristina Gonçalves Pereira
https://www.repository.utl.pt/bitstream/10400.5/3088/1/Disserta%C3%A7%C3%A3o%20Final%20de%20Mestrado%20DCI.pdf

Título: A regionalização, o desenvolvimento regional e a coesão nacional
Autor: Dias, Vitorino Vieira
http://comum.rcaap.pt/bitstream/123456789/1557/1/NeD80_VitorinoVieiraDias.pdf

Título: Cultura tradicional e meio rural
Autor: Firmino, Ana
http://run.unl.pt/bitstream/10362/6665/1/RFCSH4_99_119.pdf

Iste Vaise

Iste vaise e aquel vaise
e todos, todos se van;
Galicia sin homes quedas
que te poidan traballar.

tés campos de soedade.
Tés mais que non teñen fillos,
e fillos que non teñen pai.
Tés, en cambio, orfos e orfas,

E tés corazóns que sofren
longas ausencias mortais,
viudas de vivos e mortos
que ninguén consolará.

(Fuxan os Ventos)

Tradução:

Este parte, aquele parte
e todos, todos se vão
Galiza ficas sem homens
que possam cortar teu pão

Tens em troca
órfãos e órfãs
tens campos de solidão
tens mães que não têm filhos
filhos que não têm pai

Coração
que tens e sofre
longas ausências mortais
viúvas de vivos mortos
que ninguém consolará

(Adriano Correia de Oliveira)

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