Mais um curioso caso que reabre o debate sobre, afinal, quem dita as regras no que toca à assunção da sexualidade humana: a genética ou a socialização? Pode alguém crescer num corpo do sexo x com um cérebro do sexo y? Até que ponto a educação pode interferir no desenvolvimento da nossa identidade sexual? Esta notícia, publicada hoje no JN, pode ser um excelente ponto de partida para abordar não só as questões anteriormente colocadas, como também para servir de base de discussão sobre a possibilidade de casais homossexuais criarem crianças.
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