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Mês

Março 2010

António Pinho Vargas – Entrevista

António Pinho Vargas – EntrevistaUma interessante entrevista de António Pinho Vargas que nos aproxima de um problema fundamental: o que é, afinal, a música?


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Guião de análise de filme – Equilibrium

Programa de Sensibilização para uma Internet mais Segura

Traduzido do projecto europeu SAFT, este manual, enquadrado no projecto Segur@net do Ministério da Educação, aborda a temática da segurança na Internet.

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Amor

O amor é um sentimento infeliz no caso de não ser recíproco e, quando partilhado e satisfeito na maior parte das suas expectativas, causa felicidade; este sentimento que uma pessoa dirige para uma outra pessoa específica e faz com que se deseje receber e se proporcionarem prazeres (sexuais, no caso de se tratar de adultos), ternura, admiração, cooperação, compreensão e protecção ou pelo menos algumas destas satisfações. Mais do que pela psicologia, o amor foi descrito na literatura em todas as suas variedades (heterossexual, homossexual, parental, filial, narcísico), nas suas intensidades (um breve encontro, don juanismo, uma paixão violenta), nos seus processos e efeitos. Muitas vezes, o amor é apresentado, incorrectamente, como o oposto do ódio: ora, o contrário do amor não é o ódio mas a indiferença afectiva.
D. Anzieu e R. Doron

Construtivismo, ABP e formação de professores

Por Ana Maria Klein e Verônica Guridi

Nas últimas décadas temos experimentado um relativo consenso na área educacional em relação ao construtivismo e às formas pelas quais os sujeitos aprendem. Na literatura educacional vários autores sintetizam alguns pontos convergentes nos novos discursos educacionais sobre o construtivismo:

•  Os estudantes chegam à compreensão pela seleção ativa e construção de seu próprio conhecimento e não pela recepção e acumulação do mesmo.

•  O sujeito traz uma bagagem de pressupostos, motivações, intenções e conhecimentos prévios a qualquer situação de ensino-aprendizagem.

•  O processo de construção do conhecimento acontece através da atividade individual e social.

•  A natureza das atividades influenciará a qualidade do conhecimento adquirido.

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Amizade

Preferência duradoura, em princípio não erotizada, que duas pessoas sentem uma pela outra. A literatura tem-nos fornecido exemplos famosos: Montaigne e La Boétie (“porque era ele, porque era eu”) S. Freud e W. Fliess. A amizade é o encontro íntimo das singularidades: implica, simultaneamente, a identificação (como transformação de acordo com um modelo exterior) e a empatia, ou seja, a capacidade para ecoar os afectos e os fantasmas um do outro. A questão consiste em saber se a sublimação e a homossexualidade latente são necessárias para compreender uma relação que se afirma, pelo menos conscientemente, como exclusiva de toda e qualquer lei e relação com o instinto.
S. Prévost

As TIC para um Mundo mais Seguro

A Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação publicou um documento onde disserta sobre o papel das TIC na segurança da aldeia global.

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Agressão, bases neurobiológicas da

Conjunto das estruturas e sistemas neuronais implicados na expressão das condutas agressivas. A experimentação e a clínica mostraram, a partir de lesões ou de estimulações localizadas, que os padrões de defesa e de ataque característicos da agressão natural estão sob o controlo de mecanismos neurobiológicos específicos. Partindo do princípio que a agressão natural é dirigida contra objectos do meio ambiente e aparece em situações específicas, que a resposta é flexível e plástica, nomeadamente de acordo com a atitude do alvo, que implica uma integração complexa de reacções somáticas e autónomas, consistindo as questões fundamentais em saber se as intervenções intracerebrais poderiam provocar o essencial destas características. Os neurobiologistas propuseram diferentes modelos, tais como o ataque do gato ao rato (modelo de predação contestado pelos etologistas como não constituindo uma manifestação da agressão) ou a agressão interespecífica ratazana-rato, etc. A título de exemplo, a estimulação eléctrica de pontos específicos do hípotálamo provoca um ataque do gato, associado a sintomas simpáticos e somáticos e a alterações motivacionais, que resulta de modificações selectivas que permitem o ajustamento dos sistemas sensoriais e motores. Existiriam mecanismos centrais inatos que teriam mais por finalidade controlar a agressão do que gerar padrões de respostas prefixados, preparar, de um modo flexível, as capacidades sensorimotoras para uma resposta às alterações específicas do meio ambiente, permitindo, por consequência, as interacções dinâmicas e moduladas do organismo num meio sujeito a alterações. Esta questão remete para as relações estrutura-função e para o problema da localização das respostas comportamentais. Aparentemente, as respostas obtidas por meio de intervenção localizada variam da mais elementar à mais complexa, ao longo do cérebro e do encéfalo, de acordo com o nível neurofisiológico estimulado. Uma estimulação ao nível do bolbo e da ponte de Varólio limita-se a desencadear componentes elementares de ameaça e de defesa, nunca aparecendo respostas integradas. Estas respostas integradas de defesa e de ataque obtêm-se após estimulação da substância cinzenta periaquedutal do mesencéfalo; a lesão atenua as respostas; os neurónios activam-se nessa região aquando de uma agressão; uma secção do eixo nervoso neste local permite respostas integradas, o que sugere que, a este nível do encéfalo, se encontram os mecanismos neurobiológicos essenciais que permitem a reacção de agressão. O hipotálamo é, geralmente, considerado como o centro integrador dos comportamentos defensivos e de ataque mas é mais correcto atribuir a esta região um papel de ajustamento e de modulação das reacções afectivas e agressivas através de uma acção directa sobre o mesencéfalo. Por último, a estimulação de diferentes regiões do sistema límbico e das regiões associadas (amígdala, septo, hipocampo, córtex pré-frontal e córtex cingular) facilita ou suprime a agressão. No conjunto, intervêm grandes partes do cérebro. Os neurotransmissoresimplicados nestes circuitos têm de ser identificados, nomeadamente com a finalidade de orientar uma investigação farmacológica. Uma psicocirurgia localizada, praticada nalguns países em casos de síndromes graves de perdas de controlo episódicas, não assenta num conhecimento claro da neurobiologia da agressão.
 
M. LeMoal

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