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Curadoria de conteúdos

Mês

Janeiro 2010

Categorização

Acção ou operação mental, explícita ou implícita, que consiste em organizar  dados perceptivos, lexicais, etc. (colecções) em categorias ou classes definidas por certos critérios. Inserção de elementos em categorias assim formadas. A categorização já está presente nas actividades perceptivas do animal, capaz de tratar como pertencendo a uma mesma categoria estímulos que partilham um critério comum, apesar das diferenças que eles,  por outro lado, apresentam (assim, categorias quase conceptuais de «árvore» ou de «água»  foram evidenciadas no pombo). A categorização perceptiva pode aparecer como o fundamento da formação dos conceitos. No homem, ela é sem dúvida influenciada, por sua  vez, pelas categorizações semânticas .
Por outro lado, o estudo da organização das informações armazenadas na memória e da organização do léxico no sujeito falante mostrou o papel essencial que nelas desempenha a categorização, condição simultaneamente da amplitude dos dados armazenáveis e da eficácia dos processos de recuperação. Mas a arquitectura do sistema de categorização característico do  sujeito não corresponde necessariamente à sugerida pela análise formal dos dados; a categorização psicológica dos conceitos parece relevar mais dos conjuntos vagos ou dos protótipos do que das classes rigorosamente definidas.
M. Richelle
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Carta dos Direitos Fundamentais da UE

Programa de Design e Tecnologias da Comunicação

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Plano de Estudos do Curso Profissional de Assistente de Arqueólogo

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Estrutura da Carreira Docente

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Guião de análise do filme 1492 – Cristóvão Colombo

Eis um filme interessante para abordar o problema do choque de culturas e as mundivisões europeia e indígena, bem como a aculturação.

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O casamento entre pessoas do mesmo sexo.

O artigo constitui uma primeira reflexão sobre dados de uma pesquisa realizada emBarcelona. O debate público sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo revelaas tensões sociais em torno do género, da sexualidade, da conjugalidade, da procriaçãoe da parentalidade. As representações simbólicas e os discursos ideológicos sobreestes campos vêem revelado o seu carácter construído no momento em que umasimples variável – o sexo dos cônjuges – se apresenta como modificável. Neste processotorna-se clara a estrutura profunda da homofobia como motivação reactiva;o carácter politizado dos discursos científicos convocados para o debate; e as diferençasnas culturas de política identitária em diferentes Estados-nação.

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Luís Melo Campos, A música e os músicos como problema sociológico

Debatem‑se alguns problemas que se colocam ao estudo do universo musical enquanto objecto de análise sociológica: primeiro, discutem-se possíveis delimitações do objecto; depois, equaciona-se o problema da música enquanto objecto e veículo de sentido; finalmente, alinha-se um questionamento dirigido aos universos socioculturais dos músicos.
(…)

O desenvolvimento de uma linha sociológica de questionamento em torno da música coloca alguns problemas. Um primeiro consiste em saber de que se fala quando se fala de música. É verdade que qualquer comum dicionário fornecerá uma definição aceitável, mas a questão é menos simples do que parece, por exemplo: música é uma arte que se expressa mediante a ordenação dos sons no tempo. Nesta definição, sublinha‑se a existência de som, seja ele qual for, e a sua ordenação no tempo, o que faz supor que existe algo ou alguém que ordene e a ideia de ritmo (ordem no tempo). O requisito do ritmo é, aliás, uma ideia cara a muitos autores. Por exemplo, António Victorino d’Almeida é categórico: “Porque sem ritmo não há
música, nenhuma espécie de música!” (1993: 23 ). Entretanto, fica por saber o que é o som (alguns  compêndios de acústica distinguem som de ruído, atendendo à regularidade ou não do fenómeno vibratório que está na origem de um e de outro), assim como fica por saber, porventura com maior margem de indeterminação, o que é a arte.

Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA)

Disponibilizado pela Direcção Geral de Formação e Vocação, este livro “Cursos de Educação e Formação de Adultos – Orientações para a Acção” destina-se a apoiar as entidades e os profissionais ligados aos EFA.

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