Há pelo menos uma razão para a Europa inteira se envergonhar de Portugal: somos um país que ainda pratica esse acto próprio de bárbaros sub-desenvolvidos que é a tourada.

A tourada é a exibição pública da demência humana; é a demonstração de como Darwin se enganou quando afirmou que todos os seres vivos evoluem; é um espectáculo dantesco praticado por gente sem escrúpulos nem qualquer tipo de compaixão para com os animais; é um acto covarde de uns quantos amaricados de cuecas apertadas a torturar selvaticamente um animal indefeso que não pediu para estar ali.

Segundo as últimas notícias, alguns dignos portugueses envergonhados estão entre os signatários de uma moção que propõe o fim das touradas e da criação de touros de lide. Entre eles estão Assunção Esteves e Manuel dos Santos –  e não deixa de ser uma ironia deliciosamente sublime que um homem chamado Manuel dos Santos seja precisamente subscritor de uma tal declaração…

Em Espanha, Barcelona já faz parte das cidades “anti-touradas”; e vários outros municípios declararam o seu interesse em não permitir a exibição de rituais sádicos perpretados por esse tipo de incapacitados mentais.

Em Portugal, muitos municípios estão ainda na lista negra… A própria Igreja Católica, essa corja de abades pançudos e sobre-alimentados que ganha dinheiro à custa da boa-vontade de uns quantos, apoia a realização deste tipo de “espectáculos” de entretenimento. Onde está a moralidade e o sentimento de compaixão desses anti-cristos de batina?

As touradas devem acabar, e já. Os seus praticantes e todos aqueles que os apoiam, mesmo que na condição de espectadores, devem ser tratados como aquilo que são: criminosos sanguinários, para os quais não deve ser reservada nenhuma piedade.

Morte às touradas!

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