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Curadoria de conteúdos

O primeiro dia do resto da vida do DN

“Jornalismo independente, mais essencial do que nunca” é o novo slogan do The New York Times.

Fonte: http://www.dn.pt/opiniao/opiniao-dn/pedro-marques-lopes/interior/o-primeiro-dia-do-resto-da-vida-do-dn-5580251.html

01 DE JANEIRO DE 201700:00

A frase diz muito sobre os tempos que atravessamos. Naquilo que diz respeito ao tipo de informação que está a moldar as opiniões e as condutas dos cidadãos, mas também sobre como o jornalismo olha para si mesmo.

O que salta logo à vista é a qualificação do jornalismo que o NYT vê como essencial: o independente. Há uns anos, não tantos como isso, a ninguém ocorreria a necessidade de dizer que o jornalismo devia ser independente. Era e é da própria essência do jornalismo sê-lo. Marcado, claro está, sempre pelos olhos de quem o faz, mas sem faltar à verdade, aos factos, à realidade.

O slogan do NYT parece conceder que há outro tipo de informação e que, de forma indireta, define como jornalismo. Não faltam textos, teses universitárias, ensaios de autores mais ou menos conceituados a discorrer sobre a essência do jornalismo e sobre se novas formas de comunicar cabem ou não no conceito. Não percebo a confusão entre meio e mensagem. Também é possível que se refira à opinião. Não na forma como nos habituamos a vê-la – como uma leitura sobre factos – mas naquilo em que se está a transformar: uma construção da realidade, como se fosse aceitável alguém dizer que uma parede é branca quando é preta, como se fosse legítimo chamar a um calhau um livro.

Li um comentário que perguntava como era possível o NYT pedir para que se apoiasse o jornalismo independente quando o jornal tinha abertamente declarado o apoio a um candidato nas eleições americanas. Claro que é possível a um jornal declarar o seu apoio a um candidato e não transigir com as normas do jornalismo, mas, mais uma vez, há nesse comentário um sinal dos tempos. Os cidadãos parecem olhar para toda a atividade, seja política, económica ou jornalística, como um campo de batalha em que cada qual escolhe a sua trincheira. Nessa luta, a verdade é meramente instrumental, os factos pouco importam. Este tipo de visão da comunidade não é novo, era e é bastante comum nos movimentos radicais. O que é recente é ter-se alargado a tantos cidadãos e à forma como eles veem o mundo: a verdade não existe e a opinião transforma-se num facto ao serviço dum dado objetivo.

Há outra forma de ler o slogan do NYT – a correta, acredito. Uma maneira de chamar à atenção do leitor da premência da independência no financiamento dos órgãos de comunicação social. Só os cidadãos de forma individual, através da compra do jornal, podem assegurar o verdadeiro jornalismo. Não há independência quando um meio de comunicação social não garante a sua sobrevivência através das vendas – que, depois, criam as receitas publicitárias. Um jornal ou uma televisão que dão sistematicamente prejuízo serão sempre vistos, justa ou injustamente, como ao serviço de causas que não o jornalismo.

Numa época em que não falta informação, o paradoxo é a ausência de informação de qualidade. Melhor, o desprezo por marcas que historicamente são garante de seriedade, de análise fundamentada, de compromisso com a verdade. Não espanta que a crise dos mediadores de informação – e o jornalismo está longe de ser caso único, basta ver a sanha com que os populistas atacam as chamadas elites intelectuais – coincida com a crise que a democracia vive. Estão profundamente ligadas. Os fenómenos populistas não florescem apenas por a democracia tardar em encontrar soluções para a falta de expectativas, por existir o sentimento de que falta democracia económica. As respostas simplistas que gente como Trump, Farage, Le Pen e outros têm para as populações partem duma sementeira de mentira. Quem tem, em primeiro lugar, de os denunciar é quem tem um compromisso com a verdade: o jornalismo. A questão está num nível superior ao da política, tem que ver com valores essenciais numa comunidade que vão para além de opções ideológicas, de direita ou de esquerda. Não é por acaso que as campanhas dos populistas combatem com mais tenacidade os media do que os seus opositores políticos, como não espanta que gastem muito dinheiro em propagar falsidades através das redes sociais e de canais de televisão e jornais que a decência não permite chamar órgãos de comunicação social. O objetivo é muito menos difundir mentiras e muito mais desacreditar o jornalismo.

O fim do jornalismo como guardião da verdade, da busca dos factos, liberto das amarras do poder político ou económico será o fim da democracia. Somos nós que temos de decidir que informação e que mediação. Se nos achamos capazes de entender todos os fenómenos e as suas implicações. Estamos em tempos de escolhas como há muito tempo não estávamos, e que não existam dúvidas: é só nossa a decisão de querermos ou não quem nos ajude a ler o mundo, jornais e gente a quem reconhecemos estudo e dedicação a assuntos a que não queremos ou não podemos dedicar tempo. Se continuarmos pelo caminho que estamos a seguir, serão outros a decidir por nós, populistas, empresários pouco escrupulosos e, no fim, ditadores.

Hoje, é o primeiro dia do resto da vida do Diário de Notícias. Mais do que os profissionais deste jornal que falharão e acertarão, mas que são gente com um compromisso com o verdadeiro jornalismo. É você, caro leitor, que decidirá o nosso futuro. Mas não se esqueça, estamos juntos neste caminho.

Richard Stallman não tem Facebook nem telemóvel. Em nome da democracia – Renascença

ENTREVISTARichard Stallman não tem Facebook nem telemóvel. Em nome da democracia21 dez, 2016 – 06:00 • Elsa Araújo RodriguesUm dos maiores programadores de todos os tempos, Richard Stallman é activista do software livre, contra os programas de código fechado “tipicamente desnonestos” e com “funções maliciosas que são desenhadas para maltratar o utilizador”.Stallman diz que vivemos “o sonho de Estaline”. Foto: WikipediaImagine viver sem conta no Facebook ou no Instagram. Agora imagine que também não tem telemóvel, não utiliza programas de computador tão comuns como o Word ou o Excel. Para a maioria das pessoas, as coisas acabaram de ficar um pouco mais difíceis.Este é o estilo de vida de Richard Stallman, um norte-americano de 63 anos reconhecido como um dos maiores programadores de todos os tempos. Há quem lhe chame o evangelizador do software livre, pela forma como manifesta as suas opiniões: chegou a caracterizar os dois sistemas operativos mais utilizados no mundo – Windows e OS X – como malware.A Renascença falou com Richard Stallman entre duas palestas em Lisboa, uma no ISCTE e outra na Web Summit. Esteve em Portugal a promover uma fundação em prol de programas de computador “verdadeiramente livres” e pediu à audiência que não coloque fotografias dele no Facebook, porque é “má ideia”. Define-se como um “resistente à vigilância”, porque a vigilância constante está a pôr a democracia em risco.Há mais de 30 anos iniciou o projecto de criar um sistema operativo complemente livre, sem qualquer tipo de custo para o utilizador. É programador informático e defensor do software livre. Que causa é esta a que se dedica de forma tão ferrenha?O software livre respeita a liberdade dos utilizadores. É software que não maltrata os utilizadores, do ponto de vista ético. Um programa oferece sempre duas possibilidades: ou os utilizadores controlam o programa ou o programa controla os utilizadores. Não há nenhuma outra possibilidade. Quando um programa é livre, significa que os utilizadores têm o controlo total sobre o programa. Em geral, são programas que fazem aquilo que os utilizadores querem que eles façam e respeitam a liberdade dos utilizadores.Concretamente, o que significa esta liberdade?Significa que o programa concede ao utilizador quatro liberdades essenciais: a liberdade de correr o programa da forma que entender e com objectivo que quiser. A liberdade de poder estudar o código-fonte do programa, ou seja, os planos que o programador utilizou para o criar e poder alterá-lo. Assim, cada utilizador pode definir livremente o que cada uma das suas cópias do programa pode fazer. Claro que a maioria dos utilizadores comuns não são programadores, por isso é preciso que o programa dê a liberdade aos utilizadores de trabalharem juntos para alterar o programa. Um programa realmente livre também permite fazer cópias quer dos originais, quer dos programas alterados. Só assim é que se pode trabalhar em conjunto nos programas.A maioria dos programas que conhecemos e usamos todos os dias não permite cópias legais.Exacto, não são realmente livres. Quando um programa não fornece estas liberdades, o utilizador não o controla, o programa controla o utilizador, e o proprietário controla o programa. O proprietário é normalmente uma empresa e essa entidade é que controla o programa, que, por sua, vez controla os utilizadores. Os programas que não são livres dão às empresas um poder injusto sobre os utilizadores. O software que não é livre é uma injustiça e, por isso, livrei-me dele na minha vida. E aconselho a todos que o façam.Para um utilizador comum de computadores é viável utilizar apenas software livre devido aos maiores conhecimentos informáticos que é preciso ter?Isso não é verdade. O software livre não é difícil de usar. Os utilizadores não precisam de ser programadores para o usar, mas é preciso que quem queira alterá-lo o possa fazer. O software livre não é mais difícil de utilizar que o software proprietário, mas como é controlado pelos utilizadores, os utilizadores podem ter a certeza que é honesto. O software proprietário é tipicamente desonesto, tem funções maliciosas que são desenhadas para maltratar o utilizador. Podem espiar e impedir o utilizador de fazer coisas. Coisas que, se calhar, o programa até tem capacidade para fazer, mas que a empresa não quer que ele faça. E muitos destes programas têm uma porta das traseiras (“backdoor”). Isto significa que a empresa pode decidir enviar um comando ao programa e ele executa uma acção que pode prejudicar o utilizador.Este tipo de prática é frequente? Pode dar um exemplo?Já vimos isto acontecer várias vezes. Por exemplo, a Amazon colocou uma porta das traseiras no seu leitor de livros electrónicos que lhe permitia apagar os livros dos leitores de forma remota. Sabemos disto porque, em 2009, muitas pessoas viram a Amazon a apagar remotamente milhares de cópias de um livro em particular. Foi um acto “orwelliano”. E sabe que livro foi? Foi o “1984”, de George Orwell. Foi de u

Fonte: Richard Stallman não tem Facebook nem telemóvel. Em nome da democracia – Renascença

The Routledge International Handbook of Philosophy for Children (Hardback) – Routledge

This rich and diverse collection offers a range of perspectives and practices of Philosophy for Children (P4C). P4C has become a significant educational and philosophical movement with growing impact on schools and educational policy. Its community of inquiry pedagogy has been taken up in community, adult, higher, further and informal educational settings around the world.The internationally sourced chapters offer research findings as well as insights into debates provoked by bringing children’s voices into moral and political arenas and to philosophy and the broader educational issues this raises, for example:historical perspectives on the fielddemocratic participation and epistemic, pedagogical and political relationshipsphilosophy as a subject and philosophy as a practicephilosophical teaching across the curriculumembodied enquiry, emotions and spaceknowledge, truth and philosophical progressresources and texts for philosophical inquiryethos and values of P4C practice and research.The Routledge International Handbook of Philosophy for Children will spark new discussions and identify emerging questions and themes in this diverse and controversial field. It is an accessible, engaging and provocative read for all students, researchers, academics and educators who have an interest in Philosophy for Children, its educational philosophy and its pedagogy.

Fonte: The Routledge International Handbook of Philosophy for Children (Hardback) – Routledge

Kaspersky avisa para comportamentos online que devem ser interrompidos – B!t Magazine

e-MarketingRedes SociaisSegurança
 

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Com todas as vantagens do atual mundo conectado vêm também os desafios: a internet está cheia de cibercriminosos e os utilizadores precisam de alterar os comportamentos que criaram numa altura menos perigosa.

Há mais informações pessoais nas redes do que nunca, e por isso a Kaspersky Lab preparou uma lista com 7 comportamentos comuns e perigosos aos quais os utilizadores estão suscetíveis todos os dias. Estas ações, diz a especialista em segurança, devem ser “interrompidas imediatamente.”

1. Confiar demasiadamente no Wi-Fi aberto
Redes de Wi-Fi de uma maneira geral representam risco, começando com a confiança depositada na legitimidade dela. Por exemplo, criminosos podem criar um ponto de acesso Wi-Fi e nomeá-lo de maneira plausível como “Wi-Fi aberto McDonalds” ou “Hotel Guest 3”.

Caso tenha garantido que uma rede aberta de WiFi é o que parece, não significa que os criminosos não estejam a espiar a rede. Utilize as redes suspeitas da maneira mais segura possível: evite aceder a sites que requeiram inserção de informações de login, assim como não faça qualquer transação financeira. Nada de banco, ou compras. Se possível, use VPN.

2. Escolher senhas simples
Nomes de animais de estimação, aniversários, nomes de familiares, e coisa do género caracterizam as piores senhas possíveis. Em vez disso, tente usar opções difíceis de adivinhar (tanto a Kaspersky Lab como outras empresas têm um password checker para verificar se a senha escolhida é segura).

A boa notícia é que uma senha confiável não precisa de ser algo como ilegível como ML)k[V/u,p%mA+5m – algo completamente aleatório do qual numa se vai lembrar. Experimente técnicas de criação de senhas fortes e fáceis de memorizar.

3. Reutilizar as senhas
Finalmente encontrou uma senha incrível. Forte como um touro. Fácil de lembrar, difícil de descobrir. Adivinhe? Não pare por aí, vai precisar de mais senhas. Porque mesmo que diminua a chance de um hacker adivinhar a sua senha, a chance das suas informações serem comprometidas num hack de base de dados ainda existe, por isso não utilize a mesma senha para todos seus registos.

4. Clicar em links recebidos por e-mail
Quem imaginou que enviar links por e-mails era uma boa ideia? Bem, muita gente – incluindo criminosos. Clicar num link de spam ou phishing pode levá-lo automaticamente para um site que baixará um malware para seu computador ou para um site que pode até parecer familiar, mas que vai roubar a sua senha.

Também não clique em links que servem apenas para atrair likes. Como posts com mensagens como “goste e partilhe para ganhar um smartphone!” No melhor dos casos não ganhará nada, mas é possível que esteja a ajudar criminosos a validarem as suas práticas.

5. Fornecer informações de login a qualquer um
A única forma de ter a certeza de que ninguém mal-intencionado tenha as suas informações é mantê-las para si.

6. Avisar a Internet inteira que vai viajar
“Na praia por duas semanas – inveja?”; “A caminho do México de mañana!”; “Alguém pode cuidar do Rex enquanto fico fora por duas semanas?”; E fotos com geolocalização que mostrem o local onde foram tiradas? Mantenha essa informação apenas para os amigos confiáveis – especialmente, em meios como o Facebook que mostram a sua cidade de residência.

7. Aceitar as configurações de privacidade padrão de redes sociais
Os medias sociais fornecem grande controlo sobre o volume de informações que transmite – para o público e para suas conexões; para terceiros, entre outros. Mas talvez queira investigar melhor e acabe por descobrir que essas configurações podem mudar (como o Facebook) com certa frequência. Antes de registar uma nova conta, tire cinco minutos para ver bem as suas configurações de privacidade. Para contas já existentes, deixe de lado alguns minutos para confirmar se está a partilhar as suas informações apenas com quem quer.

“Então, antes de publicar algo para os seus amigos no Facebook, os seus seguidores no Twitter, as suas conexões no LinkedIn, ou seja, lá para quem mais queira transmitir, pense um pouco só para ter certeza de que não está a enviar a estranhos informações que possam ajudá-los a passarem-se por si ou prejudicá-lo de alguma forma”, dizem os especialistas da Kaspersky.

Na maioria das vezes vale a pena se manter alerta – e desconfiado – com a sua vida virtual, aconselha a empresa. Serviços online de provedores de Wi-Fi até bancos e redes sociais procuram fazer com que o utilizador se sinta confortável, mas para criminosos online, esta inércia é uma oportunidade de fazer dinheiro.

Lea más en http://www.bit.pt/kaspersky-avisa-comportamentos-online-devem-interrompidos/#HKSGvJZGkShY8OXC.99

Fonte: Kaspersky avisa para comportamentos online que devem ser interrompidos – B!t Magazine

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Condenado por publicar fotos íntimas da ex-namorada na Internet

O Tribunal da Relação de Guimarães confirmou a condenação de um homem que publicou fotos da ex-namorada na rede social Facebook, em perfis falsos que criou com o nome dela.

O arguido foi condenado em 350 euros de multa, pelo crime de gravações e fotografias ilícitas.

Segundo o acórdão, o arguido, após o termo da relação, criou perfis falsos com o nome da ex-namorada, acrescentando-lhe a palavra “nua”.

Nos perfis, publicou duas fotos, uma em que se veem as pernas da ex-namorada e outra que mostra parcialmente o corpo dela, numa altura em que estava a tomar banho.

Depois de condenado em primeira instância, o arguido recorreu, alegando que as fotos em questão não dão para identificar a pessoa e que não se provou que elas tivessem sido tiradas contra a vontade da ex-namorada. Estes argumentos foram refutados pela Relação, que destacou que as fotos foram publicadas no Facebook “contra a vontade” da pessoa retratada.

“Uma coisa é a obtenção das imagens, que pode ser lícita, nomeadamente por ter o consentimento da pessoa retratada, outra, bem diferente, é a sua posterior utilização contra a vontade do retratado”, refere o acórdão.

Acrescenta que o direito à imagem abrange “qualquer parte do corpo”.

“Ora, no caso, sabe-se, não só, que as imagens pelo arguido divulgadas são do corpo da assistente, como, também, que o mesmo se encarregou de ampliar os efeitos da publicitação de tal identificabilidade, colocando no ‘perfil’ o nome da assistente, acrescido, inclusivamente, da menção ‘nua’, com o que, à luz da normal experiência, potenciou o apelo ao visionamento de tais imagens”, refere ainda o acórdão.

Sublinha que o direito à imagem abrange dois direitos autónomos: o direito a não ser fotografado e o direito a não ver divulgada a fotografia.

“Esta segunda faceta do direito à imagem exige a especial proteção jurídico-penal, cuja necessidade, aliás, cada vez mais se acentua perante a enorme danosidade gerada pela potencial utilização das novas tecnologias na sua afronta, como no caso concreto sucedeu”, refere a decisão dos juízes desembargadores.

A pena foi fixada em 70 dias de multa, à taxa diária de cinco euros.

O tribunal deu como provado que o arguido não tem rendimentos pessoais e que está integrado numa família de condição socioeconómica “bastante carenciada, que sobrevive em condições limite e com recurso a apoios sociais”.

Leia mais: Condenado por publicar fotos íntimas da ex-namorada na Internethttp://www.jn.pt/justica/interior/condenado-por-publicar-fotos-intimas-da-ex-namorada-na-internet-5535224.html#ixzz4S3AmygRb
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Fonte: Condenado por publicar fotos íntimas da ex-namorada na Internet

Contrataram hacker para violar contas bancárias

Um total de 24 indivíduos vão ser levados a tribunal, acusados dos crimes de associação criminosa, falsidade informática, burla informática, acesso ilegítimo, falsificação de documentos e branqueamento, num sistema criminoso que tinha por base a violação de contas bancárias. No núcleo do caso estava um hacker.

De acordo com a Procuradoria-Geral Distrital de Lisboa, os crimes ocorreram, entre janeiro e novembro de 2015 e no centro da atividade criminosa estava um grupo de quatro indivíduos com contas numa determinada instituição bancária.Com base nesse facto, os quatro arguidos conseguindo aceder a muitas outras contas bancárias de outros clientes do banco, contratando para tal um hacker, que através da pirataria informática conseguiu ter acesso aos elementos de segurança das contas bancárias.As vítimas foram às dezenas, que se viram assim despojadas dos dinheiros das contas, que eram enviados para o Brasil, onde se encontrava o patamar de lavagem de dinheiro.Os valores eram convertidos depois em dólares e a seguir entravam no circuito financeiro, para esconder a real proveniência criminosa.No total, os prejuízos ultrapassaram os 266 mil euros, tendo sido recuperados cerca de 12 mil euros.

Fonte: Contrataram hacker para violar contas bancárias

Mulher raptada aparece com mensagem gravada no corpo 

Após três semanas em cativeiro, Sherri Papini foi encontrada com vida mas com uma mensagem dos raptores gravada na pele.A mulher, natural da Califórnia e mãe de duas crianças, desapareceu durante uma corrida matinal em Redding, no norte da California, e apareceu à beira de uma estrada, no condado de Yolo, a 240 quilómetros de onde tinha sido vista pela última vez. Esteve desaparecida durante 22 dias e foi encontrada na manha do Dia de Ação de Graças.As autoridades não conseguiram ainda perceber quem a raptou nem os motivos que levaram a fazê-lo. A mensagem cravada no corpo da mulher ainda não foi revelada.”Penso que foi uma forma de assumirem o seu poder e controlo ou de transmitir alguma mensagem associada a um grupo. Não é um simbolo, mas uma mensagem”, disse o Xerife Tom Bosenko.O The Sun revela que a polícia à procura de duas mulheres de nacionalidade hispânica que foram vistas numa carrinha escura, armadas e Sherri garante que são as autoras do sequestro.Acredita-se que o rapto terá sido motivado por um comentário racista, escrito por Sherri num blog. As autoridades continuam a investigar o caso.

Fonte: Mulher raptada aparece com mensagem gravada no corpo – Mundo – Correio da Manhã

Comete suicídio em frente à familia devido a bullying – Mundo – Correio da Manhã

A família de Brandy Vela tem sido acompanhada diariamente por psicólogos e pode nunca recuperar da experiência traumática. A jovem, de 18 anos, natural da cidade do Texas, nos EUA, cometeu suicídio em frente à família, após meses e meses de sofrimento com bullying nas redes sociais.Esta terça-feira, Brandy Vela chegou ao seu limite psicológico e enviou um email de despedida aos pais e avós. Explicou que estava pronta a morrer. Imediatamente os familiares correram para casa e encontraram a jovem com uma pistola apontada ao peito.O pai de Brandy, Raul Vela, contou ao canal KHOU os últimos momentos da filha e não conteve as lágrimas. “Tentámos demovê-la, pedimos-lhe para baixar a arma  mas ela estava determinada. Disse que já tinha ido demasiado longe para voltar atrás. Foi horrível ter que viver aquilo, foi um pesadelo. É muito difícil quando a tua filha te diz ‘vira-te de costas’. Senti-me incapaz.Raul Vela contou o que levou a filha a fazer um ato tão deseperado. A jovem confidenciava-lhe regularmente que era vítima de bullying. Os colegas chamavam-lhe gorda e gozavam com o peso de Grandy e, há cerca de seis meses, criaram contas falsas nas redes sociais em que se faziam passar por ela.”Chegaram a criar uma conta em que dizia que ela oferecia sexo. Foi muito assediada por causa disso”, conta entre soluços o pai de Brandy.”Apesar de ter sido feita queixa na polícia, as autoridades nada fizeram porque os suspeitos usaram uma aplicação que não permitia que fossem identificados”, conta a irmã de Grandy, Jackie Vera à CNN.Na última mensagem que enviou à irmã, logo depois de ter enviado o email aos outros familiares, pode ler-se: “Amo-te tanto. Lembra-te sempre disso. Peço desculpa por tudo”.A polícia do Texas está a investigar a morte de Brandy Vera e dos suspeitos do crime de ciber bullying.

Fonte: Comete suicídio em frente à familia devido a bullying – Mundo – Correio da Manhã

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