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Associação Ateísta Portuguesa manifesta solidariedade para com D. José Policarpo

18.01.2009 – 19h09 PÚBLICO

A Associação Ateísta Portuguesa refere hoje em comunicado que, apesar de não se rever nas declarações de D. José Policarpo sobre casamentos entre mulheres católicas e muçulmanos, que esta semana levantaram polémica, está solidária com o cardeal patriarca. E adianta que os protestos que causaram as ditas declarações não passam de uma “onda de falsa indignação”.

“Carecem de legitimidade moral para condenar o patriarca, por sinal bastante tolerante, para um bispo, os que defendem a poligamia, a discriminação das mulheres, a decapitação dos apóstatas e a lapidação das mulheres adúlteras e pretendem que o Corão substitua o Código Penal.”

Aos líderes muçulmanos em Portugal, a associação diz que “antes de se manifestarem ofendidos com o cardeal, os líderes islâmicos em Portugal devem penitenciar-se do seu silêncio perante as ditaduras teocráticas do Médio Oriente e o carácter implacavelmente misógino do Islão.”

E concluem: “Face a qualquer mullah até Bento XVI parece um defensor dos Direitos do Homem”, diz o comunicado, que não poupa críticas ao catolicismo: “Porque hão de merecer respeito as crenças católicas acerca das mulheres, do divórcio, do sacerdócio, da homossexualidade e do que é ou não é pecado? Não são só os muçulmanos que criam um ‘monte de sarilhos’ sem necessidade.”

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Se Deus não abrange tudo o que existe, ele é apenas um ídolo

http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1486&editoria=3

O matemático Roger Penrose afirmou, depois de ler o livro de Lorenz Puntel, que a teoria deste filósofo brasileiro é a primeira filosofia que lhe dá toda a liberdade para ele fazer o que quiser enquanto cientista. De facto, Puntel separa bem os objectos de estudo da filosofia e da ciência: a filosofia estuda as estruturas universais e a ciência as particulares. Esta foi apenas uma das afirmações surpreendentes com que Puntel foi pontuando uma conferência onde explicou a sua teoria compreensiva do ser. No entremeio, alertou para a necessidade do pensamento cristão actual pensar Deus na sua dimensão universal, até porque não há outra diz

“Quando ouço pensadores cristãos a dizer que Deus é algo distante de nós, que é absolutamente outro, fico espantado e chocado”. Foi com esta frase que Lorenz Puntel agarrou as pessoas que o ouviam na passada sexta-feira, na Faculdade de Filosofia de Braga. Puntel é um filósofo brasileiro, cuja aparência nos faria pensar que a sua nacionalidade só poderia ser alemã. E, de facto, é na Alemanha que Puntel tem ensinado, mais concretamente na Universidade de Munique.

Mas voltemos à sua visão de Deus. “Pensar que Deus á algo distante de nós, distante do nosso «eu», é criar um empecilho para que uma pessoa possa admitir esse Deus”. E insiste: “se Deus não nos engloba, Deus é um fantoche. Ele só é um outro a partir do que nós dizemos”.

Este é apenas um dos argumento abrangidos pela tese que Puntel tem vindo a explicar em vários pontos do globo desde há dois anos, altura em que publicou o seu livro: Struktur und Sein: Ein Theorierahmen für systematische Philosophie. Tübingen: Mohr Siebeck, 2006 (título em alemão), onde explicita a sua tese.

Que tese é essa? Para o filósofo, “só faz sentido falar de Deus (cristão) se se pressupõe, explícita ou implicitamente, uma visão global da realidade total”. É por isso que o autor propõe uma “teoria compreensiva do ser”.

É por isso que diz rejeitar todos os argumentos a favor da existência de Deus porque todos o reduzem a uma parte do mundo: “se Deus não abrange tudo o que existe, ele é apenas um ídolo”. É por isso também que, alerta, “uma das tarefas actuais do pensamento cristão é pensar Deus na sua dimensão universal”.

“A filosofia não tem nada a dizer sobre o que estuda a ciência”

Na sua teoria estrutural- sistemática do ser, Puntel admite a existência de dois tipos de estruturas: as universais e as particulares. As estruturas particulares são aquelas que a Ciência estuda. “Entendo que a filosofia não tem nada a dizer sobre o que são as estruturas físicas. Nessas, só a Ciência tem uma palavra a dizer”.

Esta posição defendida por Puntel, e explicitada no seu livro, valeu-lhe um grande elogio do reputado matemático Roger Penrose que lhe disse o seguinte: “Pela primeira vez encontro uma filosofia que, como filosofia, me deixa totalmente descansado porque me dá toda a liberdade para eu fazer o que quero enquanto cientista”.

Convém, pois, frisar que para Puntel, a filosofia é “a teoria das estruturas universais do universo do discurso”, sendo que o universo do discurso é tudo sobre o qual se pode falar. É por isso que, nota, “quando se diz que não se pode falar de Deus, já se está a falar. E é preciso aceitar isso com humildade, embora perceba que falar hoje sobre este assunto seja difícil por causa da evolução do pensamento”.

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Escolas sem nomes santos

As escolas Básicas e Secundárias vão deixar de ter santos ou santas na denominação oficial. A indicação partiu do Ministério da Educação, no âmbito da aplicação do Decreto de Lei n.º 299/2007, da Lei de Bases do Sistema Educativo.

O Decreto, de 22 de Agosto, define as normas aplicáveis à denominação dos estabelecimentos de educação ou de ensino públicos não superiores, acabando com as tradicionais EB 1 ou EB 2,3 e passando a existir apenas escolas Básicas e Secundárias.Quanto ao nome, o decreto diz que “deve criar-se designações com que as comunidades educativas se identifiquem e que sejam facilitadoras da elaboração de cartas educativas, tratamento estatístico e da aplicação das novas tecnologias”.

Fala também o decreto da faculdade de a escola poder incluir o nome de um patrono, que deve ser “uma personalidade de reconhecido valor, que se tenha distinguido na região no âmbito da cultura, da ciência ou educação, podendo ainda ser alusivas à memória da expansão portuguesa, à antiga toponímia ou a características geográficas ou históricas do local onde se situam os estabelecimentos de ensino”.

Assim, para redenominar as escolas públicas o Ministério entendeu encarregar da escolha as assembleias de escola, dando entretanto a indicação aos órgãos directivos de que devem ser evitadas alusões religiosas, como nomes de santos ou santas. Esta ordem gerou alguma polémica em agrupamentos do distrito de Braga, com várias pessoas a recusarem o riscar do nome da terra.

Ora esta situação vem causar grandes dificuldades, nomeadamente ao nível das antigas escolas primárias, agora escolas Básicas, cujo nome era, por norma, o mesmo da freguesia.

Tendo em conta o caso de Lisboa, por exemplo, em que 31 das 53 freguesias têm nomes católicos – como Santa Justa, Santa Engrácia, S. Francisco Xavier ou Nossa Senhora de Fátima – prevê-se que a tarefa não seja nada fácil.

Refira-se que mais de trinta por cento das freguesias portuguesas tem nome de santos ou santas.

ESCOLAS RETIRARAM CRUCIFIXOS

O Ministério da Educação enviou em Novembro de 2005 ofícios às escolas onde existiam crucifixos nas salas de aula, ordenando a remoção desses símbolos religiosos, no âmbito de uma operação iniciada em Maio que surge na sequência de uma exposição da Associação Cívica República e Laicidade. O Governo defendeu a medida alegando que esta é uma decisão assumida com o “respeito pela diferença”. Em Junho último, a mesma associação solicitou também ao Ministério da Saúde a adopção de igual medida nos hospitais públicos. A Igreja Católica contestou a posição da associação. Carlos Azevedo, bispo auxiliar de Lisboa e então porta-voz da Conferência Episcopal, lamentou que haja “instituições tão antiquadas”. “É preciso perceber que a sociedade portuguesa não é laica”, disse.

“ESTÁ EM CAUSA A NOSSA CULTURA”

Para o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) trata-se de “mais um passo numa escalada laicista sem sentido, que já se iniciou há uns tempos”. “A ser verdade essa intenção, estamos perante um caso de inaceitável fundamentalismo”, disse D. Jorge Ortiga, considerando que “está em causa a nossa cultura”. Referindo que não gosta de comentar as situações sem estar devidamente fundamentado, o arcebispo de Braga lamentou, no entanto, que “todos os dias se assista a esta tentativa de cavalgada laicista, contra os valores mais profundos da maioria da população”.

Questionado sobre a eventual retirada de todas as figuras religiosas da heráldica nacional, nomeadamente das bandeiras de municípios e freguesias, D. Jorge Ortiga disse não querer acreditar que tal possa acontecer. “Espero que tudo isto não passe do mundo das intenções e que, na hora da verdade, o bom senso prevaleça”, disse.

Saiba mais…

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Das origens do homo sapiens até à ciência como religião

QUATRO CONFERÊNCIAS ATÉ DEZEMBRO  

Perceber as origens da nossa espécie e quais as diferenças que existem dentro da grande família que descende do homo sapiens é o que podem esperar os participantes do próximo ciclo de conferências da Fundação de Serralves, Porto. O comissário da iniciativa, o investigador António Amorim, promete “novidades e não confirmações” e que “quem aprender, não esquece”. É a partir de dia 18, com a moderação de Sobrinho Simões.

Depois da política e da educação, o ciclo “Crítica ao contemporâneo” é dedicado, desta vez, à biologia, mas também poderia dizer-se que é à genética, já que esse é o ponto de partida e em comum às quatro conferências.

O impacto das descobertas da genética na forma como cada um lê o mundo e interpreta a realidade é realçado por António Amorim. “A ciência hoje não pode viver divorciada da cultura”. E explica “As descobertas científicas estão cada vez mais incorporadas na nossa forma de pensar, tanto como a religião ou as correntes filosóficas no passado”.

Se termos como ADN e testes genéticos parecem ter-se vulgarizado no discurso popular, a verdade é que poucos se questionam sobre questões mais profundas, como a nossa origem como humanos, aquilo que nos caracteriza e nos diferencia uns dos outros ou as consequências da sequenciação do genoma.

Se há “verdades” científicas que são usadas, muitas vezes, para ancorar opções políticas, outras descobertas permanecem poucos divulgadas. No domínio da diversidade genética, por exeplo, as grandes diferenças não se encontram em populações distintas, mas, sim, dentro de cada população, explica António Amorim. Numa comparação genética entre os europeus e os africanos subsarianos, as diferenças encontradas não seriam superiores a 15% do total da diversidade presente na espécie humana. Pelo contrário, se o mesmo exercício fosse realizado com uma população demograficamente significativa, como a do Grande Porto, mais de 80% das diferenças existentes entre humanos estariam presentes.

A explicação para o facto de dois chimpanzés serem mais distintos que um esquimó e um bantu parece ter a ver com longevidade. Setenta mil anos, contados a partir das migrações de África, não são suficientes para que ocorram os “erros de cópia” dos genes que levam à diferenciação genética, explica o investigador.

Como evoluímos

Jaume Bertranpeti inaugura o ciclo de conferências, no próximo dia 18, com uma perspectiva sobre a evolução, distribuição e caracterização da diversidade genética da espécie humana.

Impacto na medicina

A sequenciação do genoma abriu caminho às terapias desenhadas à medida de cada pessoa. No futuro, a medicina deixará de se basear em médias e passará a fundamentar-se na individualidade genética. A perspectiva da medicina por Michael Krawczack abordará, a 15 de Novembro.

Origens do homo sapiens

O nascimento da espécie humana e as limitações do nosso hardware são algumas das questões que Tim Crow levantará a 29 de Novembro.

O papel dos vírus

Rosalind Harding falará, dia 13 de Dezembro, sobre a implicação das bactérias “boas” e “más” e até dos antibióticos na evolução da espécie humana.

Helena Norte

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Incapacitados mentais

Bárbaros, atrasados, imbecis da pior espécie.

 Se esses indivíduos quisrem independência, atribuam-na já. Não quero gente desta estirpe no meu país.

A ler: são festas em nome do Deus do Amor, dizem eles.

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Dois pesos

O Vaticano defendeu hoje que uma mulher que foi violada não deve abortar porque em causa está a preservação de uma vida humana.

Em entrevista à Rádio Vaticana, citada pela agência noticiosa espanhola EFE, o secretário de Estado da instituição, Tarciso Bertone, insistiu que «não se pode eliminar a vida como tal» e acrescentou que os fetos «são pessoas, sujeitos humanos com toda a sua dignidade».

Por isso, sustentou que, mesmo em caso de violação, a mulher não deve interromper a gravidez, pois «há que salvar a vida ainda que seja fruto» dessa violação.

Tarciso Bertone admitiu, contudo, que, «sem dúvida, há que lutar contra a violência sobre as mulheres».

O responsável da Igreja Católica respondia assim à Amnistia Internacional, que advogou o acesso ao aborto em alguns casos, nomeadamente quando a saúde e os direitos humanos da mulher estejam em perigo.

Lusa/SOL

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Novos escândalos sexuais envolvendo sete padres em diferentes cidades da Itália chocaram os italianos e reacenderam o debate sobre o problema na Igreja Católica.Os casos, que têm sido tratados com destaque pela imprensa do país, teriam ocorrido ao longo dos últimos dez anos e estão sendo alvo de investigações pela polícia italiana.

 Em Turim, no norte da Itália, a Procuradoria está investigando pelo menos seis padres, nas regiões de Puglia, Lombardia, Piemonte e Ligúria, alguns deles acusados de violência sexual grave e contínua.

 A partir das revelações de Costa e de interceptações telefônicas, os sacerdotes estão sendo investigados por pedofilia e indução à prostituição.

 Recentemente, o porta-voz do Vaticano, padre Federico Lombardi, declarou que a pedofilia não é exclusividade da Igreja Católica, ao ser questionado sobre o acordo de mais de R$ 1 bilhão feito entre a Arquidiocese de Los Angeles com 508 vítimas de abuso sexual por sacerdotes.

 Tarcisio Bertone, secretário de Estado do Vaticano, não confirmou que esses padres estariam sendo investigados pela Santa Sé. Disse apenas esperar que a verdade seja esclarecida.

Folha

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A instituição que se apressa a condenar as mulheres que, vítimas de violação, optam por abortar, é a mesma que não o faz relativamente aos seus próprios membros que praticam actos de pedofilia.

No limite, um padre que engravide uma menina de 12 anos é menos culpado do que a menina, se ela abortar.

 

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E porque estou zangado com a Igreja…

… mas não com Deus – se existir – cá vai um post que vale mesmo a pena ler:

http://renaseveados.blogspot.com/2007/07/o-estado-cobra-igreja-esbanja.html

“Não há liberdade de educação em Portugal”, quem lê imagina alunos impedidos de escolherem estudar em escolas católicas. Será isso? O que entenderão por “escolha livre” os bispos de Portugal? Esperem, não me digam que querem que o estado pague as propinas altíssimas que vocês cobram aos vossos alunos, para que estes possam escolher entre escolas públicas e colégios católicos sem se preocuparem com a factura? É isso? Lata não falta aos bispos portugueses, trocam as palavras, os jornalistas noticiam como se com a troca algo fizesse ainda sentido, e siga o forrobodó. O que os bispos querem é que o estado esqueça não só que é laico, mas também que tem todo um sistema de ensino ao seu encargo, e passe a financiar “porque sim” o sistema de ensino concorrente da ICAR.

Porque é que em vez da igreja querer continuamente substituir o papel do estado em várias áreas (educação, saúde, etc) com o dinheiro do estado, não tenta a substituição com o seu próprio dinheiro? Porque não pode a ICAR, a exemplo de várias outras igrejas por esse mundo fora, cobrar “impostos” (quotas, dízimos, chamem o que quiserem) aos seus membros para assim poder manter os seus serviços alternativos? A sério, porquê?

Oh esperem, não me digam que têm medo? Que imaginam que a sociedade não quereria saber dos vossos fantásticos serviços para nada, que prefeririam os do Estado? Que acham que a fé da maioria dos fiéis não resistiria a uma só mensalidade? E que aqueles que estariam dispostos a paga-los ficariam mais curiosos sobre o modo como gerem os fundos, e iam querer dizer algo sobre isso? Que no final haveria cerca de 5% de portugueses católicos e ainda por cima vigilantes da gestão da ICAR? Infernal imagem não é? Mais vale de facto continuar a trocar as palavras todas, chamar “liberdade” ao dinheiro, e sacar o máximo possível do cofre que é de todos, católicos ou ateus.

Filed under: Blogosfera, Religião

Será o catolicismo polaco uma forma de obscurantismo?

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Coincidências

O imbecil que dirige o PNR é professor num colégio da Opus Dei.

A ser verdade, pergunto: qual é a surpresa?

Filed under: Extremismos, Política, Religião

Ensino do disparate

 

A política democrata-cristã da Alemanha está a causar polémica com a proposta de ensinar a doutrina bíblica da criação nas aulas de biologia

A secretária de educação do estado de Hessen, na Alemanha, Karin Wolff, não obteve o apoio de outros estados para sua controversa proposta curricular.

Wolff quer abordar a doutrina bíblica da criação nas aulas de biologia. Uma pesquisa do jornal Berliner Zeitung, feita junto das secretarias estaduais de educação, conclui que a doutrina da criação e a teoria da evolução devem continuar a ser ensinadas separadamente.

Anteriormente, a secretária de educação tinha-se referido a uma nova «ligação entre ciências naturais e religião», exigindo que o ensino de biologia veiculasse que o conhecimento tem limites. Cientistas e políticos rejeitaram com veemência a proposta da política democrata-cristã.

O deputado social-cristão Norbert Geis foi o único que se mostrou aberto à sugestão. «Ao chamar a atenção para o facto de que a bíblia atribui a criação do mundo a uma instância superior, é possível transmitir aos jovens que a ciência não pode garantir a última verdade», declarou ele.

in SOL

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