Confesso que tenho saudades, muitas, de tocar isto:
E, já agora, de cantar isto, com o Lino Gaspar:
e sobretudo isto, que ainda vou cantando, cá em casa, sob os protestos generalizados da família e os uivos lancinantes do cão:
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Outubro 18, 2008 • 8:16 pm 0
Confesso que tenho saudades, muitas, de tocar isto:
E, já agora, de cantar isto, com o Lino Gaspar:
e sobretudo isto, que ainda vou cantando, cá em casa, sob os protestos generalizados da família e os uivos lancinantes do cão:
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Março 12, 2008 • 1:45 am 6
Que mais se pode esperar da vida depois disto? Após escrever uma coisa destas, que razões existem para continuar a viver? Nada mais é necessário. Todo o sentido da vida está aqui, condensado em 7 minutos. Depois de se escrever isto, qualquer um tem direito a ser chamado à eternidade.
Se não funcionar, clique aqui:
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Janeiro 5, 2008 • 3:17 pm 0
A música frenética e torrencial da No Smoking Orchestra, banda que mistura o punk rock com as várias músicas tradicionais dos Balcãs, regressa a Portugal para dois concertos nos coliseus do Porto e Lisboa, nos próximos dias 25 e 26, respectivamente.
Conhecida pela intensidade cénica dos seus concertos, dominados pela energia explosiva e aparentemente inesgotável do vocalista/compositor Nenad Jankovic (mais conhecido pelo seu nome artístico de Dr. Nelle Karajlic), que já não é nenhum teenager, a banda já actuou em Portugal em várias oportunidades.
Desta vez, o grupo vem apresentar o seu novo disco, intitulado “Time of the Gipsies” (Tempo dos Ciganos), definido pela própria banda como “uma ópera punk”.
Este espectáculo é constituído por 14 temas originais em que o grupo deambula pelas diversas influências que caracterizam a música da banda, que incluem rock, música cigana, folclórica, reggae, jazz e o que mais aparecer pela frente ao Dr. Nelle Karajlic, a Emir Kusturica – galardoado cineasta e guitarrista da banda – e seus comparsas de aventura musical.
A banda foi formada em 1980, em pleno movimento punk/new wave, em Belgrado, pelo Dr. Nelle Karajlic, tendo-se destacado imediatamente pelas suas letras satíricas, muito agressivas relativamente ao poder político da época.
Esta fórmula valeu ao grupo um enorme êxito e garantiu-lhe um estatuto de super-estrelas na ex-Jugoslávia, vendendo centenas de milhar de discos e esgotando concertos em grandes espaços.
Esta agressividade, inédita na então Jugoslávia pós-Tito, mas ainda comunista, fez descer sobre a popular banda a mão pesada da censura, o que levou à saída de alguns elementos em 1984.
Foi nessa altura que entrou para o grupo Emir Kusturica, já então um conhecido realizador de cinema, para substituir o baixista.
Desde então Kusturica, apesar do grande êxito internacional que tem obtido como cineasta – repetidamente premiado nos festivais de Berlim, Veneza, Cannes e muitos outros – tem mantido uma carreira paralela como músico da No Smoking Orchestra, cuja música tem utilizado como banda sonora dos seus filmes.
A notoriedade internacional de Emir Kusturica levou a que em 1998, a banda tivesse mudado o seu nome para Emir Kusturica and the No Smoking Orchestra, tendo entretanto o realizador trocado o baixo pela guitarra eléctrica.
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Outubro 12, 2007 • 12:08 pm 0
Emir Kusturica and the No Smoking Orchestra
Emir Kusturica regressa a Portugal com a frenética No Smoking Orchestra para dois concertos únicos inseridos na Tournée de 2008, dia 25 de Janeiro no Coliseu do Porto, e dia 26 de Janeiro no Coliseu de Lisboa. Na bagagem o novo álbum «Time of the Gypsies», sem esquecer temas como «Unza Unza Time!», «Bubamara» e «Pitbull Terrier» entre outros que certamente vão fazer explodir o coliseu numa noite inesquecível!
***
Por (muito) bons motivos, não poderei ir. Mas quem puder, faça o favor de não perder esta oportunidade!
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Outubro 1, 2007 • 1:06 pm 1
Julho 1, 2007 • 2:48 pm 1
George Gershwin (26 de Setembro de 1898 – 11 de Julho de 1937) foi um compositor americano, nascido em Brooklyn, Nova Iorque com o nome de Jacob Gershowitz, de pais imigrantes oriundos da Rússia de religião judaica.
Gershwin compôs a maioria das suas obras conjuntamente com o seu irmão Ira Gershwin, autor lírico. Gershwin compôs para a Broadway e para o teatro de concerto clássico e a sua música reúne elementos destes distintos universos. Em 1924 , compôs “Rhapsody in Blue” , que tornou-se imensamente popular. O seu Concerto para Piano e Orquestra é menos conhecido mas faz um uso extensivo de motivos jazzísticos. Conheceu igualmente o sucesso na autoria de canções populares. Entre as suas composições, muitas foram usadas no cinema e algumas tornaram-se clássicos do Jazz, em particular as partituras gravadas por Ella Fitzgerald, uma gravação memorável de 3 discos para a Verve, com Louis Armstrong e a orquestra de Nelson Riddle, também com Herbie Hancock e outros cantores e actores.
Para ouvir, clique aqui. A “Rhapsody in Blue” tem muitas versões: de todas as que existem na net, gosto desta - é das poucas com a energia necessária. A melhor que já ouvi, no entanto, é de Leonard Bernstein.
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