detritus toxicus

Terapia de choque

Julho 5, 2008 · Sem Comentários

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Avaliação de Desempenho

Julho 1, 2008 · 1 Comentário

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Katchaturian

Junho 22, 2008 · Sem Comentários

Por princípio, não gosto de exibições infantis. Pequenos génios precoces merecem tanto a minha admiração (por parte dos filhos) como a minha reprovação (por parte dos pais dos ditos). A história, triste, de Joselito e de muitos outros joselitos ocultos deveria ser suficiente para o justificar.

E por outro lado, circula por aí um e-mail algures entre o sarcástico e o xenófobo em que se apresentam uns japoneses com extraordinários dotes motores. E como o tom do e-mail me desagrada mais do que a efectiva habilidade e, já agora, o trabalho, a persistência e o talento destes miúdos, cá fica um vídeo que é muito mais do que engraçado. E que deveria fazer pensar as cabeças de alho-chocho que por cá temos.

 

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O bom condutor

Abril 21, 2008 · Sem Comentários

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Conversor de divisas

Abril 2, 2008 · Sem Comentários

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Livros on-line

Março 27, 2008 · Sem Comentários

Mais um link para livros on-line:

http://www.geocities.com/ail_br/linkscharuto.html

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E para quando a avaliação dos papás?

Março 21, 2008 · Sem Comentários

“O Carolina Michaëlis, que já teve o belo nome de liceu, não serve os miúdos do bairro do Aleixo, no Porto. Não, aquele vídeo não mostra gente com desculpas fáceis, vindas do piorio. Pela localização daquela escola, quem para lá vai vive às voltas da Boavista e os pais têm jantes de liga leve sem precisar de as gamar. Os pais da miúda histérica que agride a professora de francês estarão nessa média. Os pais do miúdo besta que filma a cena, também. Tudo isso nos remete para a questão tão badalada das avaliações. Claro que não me permito avaliar a citada professora. A essa senhora só posso agradecer a coragem. E pedir-lhe perdão por a mandar para os cornos desses pequenos cobardolas sem lhe dar as condições de preencher a sua nobre profissão. Já avaliar os referidos pais, posso: pelo visto, e apesar das jantes de liga leve, valem pouco. O vídeo mostrou-o. É que se ele foi filmado numa sala de aula, o que mostrou foi a sala de jantar daqueles miúdos.|”

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Os filhos de Rousseau

Março 21, 2008 · Sem Comentários

“Rousseau nasceu em Genebra, na altura um estado independente, e nunca foi um admirador da cultura francesa, nem tão-pouco de cultura nenhuma.” As suas ideias “pedagógicas” encontram-se ligadas aos seus ideais políticos: “uma criança que cresce numa sociedade civuilizada é ensinada a refrear os seus instintos naturais, a reprimir os seus verdadeiros sentimentos, a impor as categorias artificiais do pensamento conceptual sobre os seus sentimentos e a fingir que pensa e sente coisas que não sente nem pensa. Por conseguinte, a civilização é corruptora e castradora dos valores verdadeiros”. Assim, o que devemos fazer é “mudar a civilização de forma a possibilitar aos nossos instintos naturais uma expressão completa e livre. Rousseau defendia mudanças fundamentais na educação para libertar o indivíduo das grilhetas da civilização. O seu ponto central é que a educação não deve ter como objectivo reprimir e disciplinar as tendências naturais da criança, mas, pelo contrário, incentivar a sua expressão e desenvolvimento. O principal veículo de instrução não deve ser a instrução verbal, muito menos a livresca, mas a prática e o exemplo. O ambiente natural para que isso possa acontecer é no seio da família e não da escola. Rousseau constitui a génese dos movimentos totalitaristas - tanto o fascismo como o comunismo´. Foi também crucial no desenvolvimento do pensamento anarquista do século XIX. Os perigos [desta maneira de pensar]são vários, mas temos de arranjar maneira de viver com eles.”

Brian MaGee, História da Filosofia

Agora, clique aqui.

Eis o que defendem os filhos de Rousseau.
 

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O sentido da vida

Março 12, 2008 · 6 Comentários

Que mais se pode esperar da vida depois disto? Após escrever uma coisa destas, que razões existem para continuar a viver? Nada mais é necessário. Todo o sentido da vida está aqui, condensado em 7 minutos. Depois de se escrever isto, qualquer um tem direito a ser chamado à eternidade.

Se não funcionar, clique aqui:

Kachaturian, Adagio, Spartacus

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Dança dos escravos persas

Março 9, 2008 · Sem Comentários

Mussorgsky. Imperdível!

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